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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O ex-governador ladrão é um Marcola principiante

Sérgio Cabral transformou a galeria da cadeia que aloja seus comparsas num hotel de boa qualidade

Por Augusto Nunes Atualizado em 29 nov 2017, 19h41 - Publicado em 29 nov 2017, 18h30

O Ministério Público do Rio constatou que o prisioneiro Sérgio Cabral virou gerente de um confortável hotel no bairro de Benfica. Na galeria C, onde se alojam os integrantes da organização criminosa chefiada pelo ex-governador corrupto, os colchões são confortáveis, os lençóis são muito mais brancos, há filtros de água em todas as celas.

A cela em que dorme o chefão dispõe de comida de restaurante cinco estrelas, halteres, chaleira, sanduicheira, aquecedores e corda para crossfit. As iguarias presentes no cardápio à disposição de Cabral incluem três tipos de queijo francês: Babybel, Saint Paulin (embalado em bolinhas e vendido a R$279 o quilo) e Chavroux feito à base de leite de cabra e orçado em R$230,00 a R$300,00 o quilo). O presunto é o português Primor, fabricado na região do Porto e encontrado nas melhores lojas do ramo por R$225,00 o quilo. Os potes de castanhas especiais do Pará custam R$120,00 o quilo.

A comida foi encontrada também na cela da ex-primeira-dama Adriana Ancelmo, codinome Lurdinha, presa um andar acima do marido. É hora de prender também o diretor da gaiola e os carcereiros comparsas. Todos são quadrilheiros a serviço do reizinho gatuno que hoje, depois de destruir o Rio, é o Marcola de Benfica.

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