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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

O besteirol de Dilma sobre mães reafirma que o governo está na orfandade há mais de cinco anos

Veja outra sequência de piores-melhores momentos da mulher que tratou o país como madrasta de história infantil

Por Augusto Nunes Atualizado em 30 jul 2020, 22h48 - Publicado em 8 Maio 2016, 19h36

“Porque as mulheres eram a maioria”, disse Dilma Rousseff aos 36 segundos do vídeo abaixo, num trecho da discurseira gravada em março de 2015 que sancionou a tipificação do feminicídio. Quem apostou na iminente ampliação do colosso de declarações sem pé nem cabeça acertou: “A outra parte da maioria era integrada por homens”, foi em frente. “Todos eles provenientes de uma mulher e por isso ficava tudo em casa: mulher com mulher. Porque os homens podem ter filhas e mu… mu… mulheres, esposas, mas tem necessariamente – e aí não é pode – tem necessariamente uma mãe”.

Para celebrar o último Dia das Mães com Dilma na chefia do governo, a coluna reuniu num vídeo algumas provas de que o governo está na orfandade há mais de cinco anos.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=3YbjPc4PbLc?feature=oembed&w=500&h=281%5D

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