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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Neurônio comprido, mas curto

“Comprimentar (sic) as senhoras cinegrafistas, as senhoras fotógrafas, os senhores fotógrafos, os senhores cinegrafistas; as senhoras e os senhores jornalistas. Eu estou comprimentando (sic) as fotógrafas e as cinegrafistas porque eu detectei que aqui, hoje, nós temos algumas fotógrafas e cinegrafistas, o que não é – as fotógrafas até são – mas as cinegrafistas, geralmente, […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 30 jul 2020, 23h03 - Publicado em 9 abr 2016, 09h00

“Comprimentar (sic) as senhoras cinegrafistas, as senhoras fotógrafas, os senhores fotógrafos, os senhores cinegrafistas; as senhoras e os senhores jornalistas. Eu estou comprimentando (sic) as fotógrafas e as cinegrafistas porque eu detectei que aqui, hoje, nós temos algumas fotógrafas e cinegrafistas, o que não é – as fotógrafas até são – mas as cinegrafistas, geralmente, não são mulheres, como eu detectei que há mulheres aqui, eu queria dirigir um comprimento (sic) especial a elas”.

Dilma Rousseff, na inauguração do Estádio Aquático Olímpico, internada por Celso Arnaldo Araújo ao encerrar com chave de ouro uma das mais compridas (9 minutos e meio) sessões de “comprimentos” de sua presidência, “comprimentando” uma categoria de profissionais que mudou de sexo.

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