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Mariana Kalil, jornalista e escritora: uma peregrina de araque viaja pela Terra Santa

Tome-se um grupo de brasileiros formado por um padre, um frade e 35 católicos militantes, todos monoglotas e beirando os 70 anos, em excursão pelos lugares santos do Oriente Médio. Junte-se aos peregrinos uma jovem repórter puro-sangue, fluente em inglês, provida de fina ironia e, além de tudo, descendente de árabes ─ circunstância pouco favorável […]

Tome-se um grupo de brasileiros formado por um padre, um frade e 35 católicos militantes, todos monoglotas e beirando os 70 anos, em excursão pelos lugares santos do Oriente Médio. Junte-se aos peregrinos uma jovem repórter puro-sangue, fluente em inglês, provida de fina ironia e, além de tudo, descendente de árabes ─ circunstância pouco favorável a quem vai cruzar mais de uma vez as fronteiras de Israel. O que pode resultar dessa receita? Uma coleção de episódios que até carrancudos de berço acompanham com um sorriso acampado no rosto, demonstra o sucesso de Peregrina de Araque, livro de estreia de Mariana Kalil.

o-livro-peregrina-de-araque-surgido-de-uma-viagem-que-mariana-kalil-nuncNesta entrevista dividida em três blocos, a editora do Donna, suplemento dominical do jornal Zero Hora, conta que o livro começou a nascer nos primeiros emails enviados à família, todos relatando alguma etapa do que lhe parecera uma viagem nada memorável. As narrativas acabaram esboçando a peregrina de araque que o livro retrata com notável nitidez.

Durante a conversa, Mariana recorda o espanto provocado pela contemplação do Egito real, os duelos com a alfândega israelense, as interrogações aflitivas (“Subo ou não subo o Monte Sinai?”), os constantes pedidos de socorro de viajantes que só falam português e alguns momentos especialmente emocionantes. É só uma amostra do que existe de sobra no livro. A peregrina de araque é uma genuína escritora.

http://videos.abril.com.br/veja/id/3b3cf7ce1a31c621eb31eb799a4c7e47?

http://videos.abril.com.br/veja/id/739ad64bb253153f150da33333b1eb2e?

http://videos.abril.com.br/veja/id/a3676014f45651bc185dd761367ae2f6?

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  1. Comentado por:

    Nathaniel

    É incrivel mesmo, agora só falta dizerem que a jornalista é mentirosa. Que as esperiências que ela teve e escreveu são mentira.
    .
    Minha prima foi barrada na espanha e deportada para o Brasil de maneira truculenta e estremamente desrespeitosa, chegaram a insinuar que ela era prostituta, mas pelo que percebo pelos comentarios ela deve estar mentindo

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  2. Comentado por:

    Jeremias-no-deserto

    Ao Nathaniel,
    Não, meu caro, meu sobrenome não é Kalil.Mas julgar que o serviço de inteligência de Israel, tido como um dos mais eficientes do mundo, classifica o grau de periculosidade das pessoas que entram em seu território segundo o seu sobrenome, é de uma ingenuidade atroz.A mesma jornalista, bonita e desacompanhada, provávelmente teria os mesmos ( ou até muito mais graves) problemas na entrada do território espanhol ou inglês.E aí, certamente, não seria devido ao seu sobrenome árabe.

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  3. Comentado por:

    Osvaldo Aires

    Ao Nathaniel – 27/04/2012 às 14:08
    Não Nathaniel, quem mente é o mundo nós é que estamos certos já dizia o grande filosofo e professor de Deus – Lulallate.
    O mundo que nos imite.
    O maior contingente de prostitutas na Europa é brasileiro. Isso influiu até nas operações plásticas das mulheres de lá – muitas querem ter o corpo das brasileiras. Bom, no Brasil é muito maior o número delas, lógico, é só ver a qualidade da população seus representantes e políticos. Tenho uma “amiga” casada que é descendente de libanês e foi para Dubai ficou 4 horas para entrar e 4 para sair e lá ainda é considerado Árabe – eu discordo. Quando ela voltou, voltou revoltada e falou: Como somos pobres, vou voltar para lá e me casar lá!!!
    As perguntas que ficam neste caso são:
    Ela então não é uma mulher direita?
    Porque será que Dubai funciona bem?
    Ela é mais uma das burras do PT que não sabem o que fazem com as mulheres árabes – com preferência às menores de idade?
    Ela é uma falsa Árabe?
    O aeroporto de Dubai é judeu?
    Já sei, Dubai quer imitar Israel???!!!
    Selma Regina – 24/04/2012 às 21:25 é o que, com sua compreensão e bom senso?
    Nathaniel na Bíblia era “sem artifícios”. E essa era a sua grande virtude; ele era tanto honesto, quanto sincero. A fraqueza do seu caráter era o seu orgulho; ele era muito orgulhoso, da família, da cidade, da própria reputação e da nação; e tudo isso seria louvável, não fosse levado tão adiante. Natanael, contudo, era inclinado a ir aos extremos nos seus preconceitos pessoais. Estava disposto a prejulgar os indivíduos em função das opiniões pessoais deles. E não demorou a fazer a pergunta, mesmo pouco antes de conhecer Jesus: “Pode alguma coisa boa vir de Nazaré?” Ele era rápido em reverter os próprios pensamentos, uma vez que olhasse no rosto de Jesus.
    Abraço a Todos
    Osvaldo Aires

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  4. Comentado por:

    Daniel Neves

    É incorreto escrever “um padre, um frei e…”. O correto é “um frade”.
    Corrigido, Daniel. Obrigado pelo toque.

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  5. Comentado por:

    Eduardo

    De volta ao Brasil, em um voo da DELTA com destino a NY para de lá o embarque, fui ler o livro da Mariana. Para os que sabem, esse trecho, muito embora mais de 4 horas de voo, não servem nada exceto o tradicional ‘barrinha-de-qualquer-coisa’ com água e café e outras bobagens. Nem precisava, o livro da Mariana foi o ‘alimento’ durante o percurso! Morri de rir o tempo todo, as páginas 117 e 118 quando o “Padre Tito” ‘interpreta’ o ressuscitar de Lázaro dá e medida exata do gostoso do livro. Valeu, Mariana!

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