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Marco Antonio Villa no Sem Edição com Augusto Nunes: a maioria dos ministros do Supremo decidiu de costas para a nação

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  1. Comentado por:

    regina

    Vamos todos dar as mãos e caminhar unidos para o suicídio da nação. Tudo de acordo com as leis e com a Constituição. O Brasil vai para o fundo do poço de uma vez? Não faz mal, estaremos em pleno Estado de Direito. Mas não vivemos em uma democracia? Vivemos, sim, mas temos que seguir as regras do Presidencialismo, afinal não estamos no Parlamentarismo. Mas a crise não vai aumentar, não haverá mais desemprego , mais desvalorização da moeda, mais tudo de ruim? Vai, sim, mas ela foi eleita pelo voto popular e temos que aguentar o tranco estoicamente. Até 2018.

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  2. Comentado por:

    Edgar Soares

    Ministro Barroso ou ” Barro só “

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  3. Comentado por:

    Felipe Carrasco

    Peço vênia para lançar uma provocação. Será que a “oposição” e a “grande mídia” não sabem o que antecedeu esse desastroso “julgamento”, em verdade uma farsa, senão vejamos:
    – Os votos de Fachim (vencido) e Barroso (vencedor) foram redigidos, concomitantemente, por ambos à quatro mãos.
    – O voto de Tóffoli um jogo de cena.
    – Objetivo da farsa: Sobre Fachim e Tóffoli recaíam as mais severas acusações no que tange aos seus vínculos com o PT e Dilma, sendo que muitos arguiam o impedimento de Fachim. Assim, o tribunal bolivariano entendeu oportuno resgatar ao menos em parte a credibilidade de ambos de modo que tenham condições de atuar mais adiante em favor da causa bolivariana.
    – A escolha de Barroso para redigir o voto condutor de fato se ateve a dois motivos. Entre os ministros petistas (Lewandowisk, Fachim, Tóffoli, Barroso, Cármem, Rosa, Fux e Teori), somente Barroso possui minimamente bagagem em Direito Constitucional suficiente para redigir votos em matéria do gênero. Noutro giro, imputar a Barroso esse acentuado desgaste de proferir um voto parcial e teratológico levou em conta o fato de que Barroso, provavelmente, é o ministro com o qual o tribunal bolivariano poderá contar por menos tempo, uma vez que sendo portador de neoplasia maligna, em tese curada, mas cuja possibilidade de recidiva e metástase é significativa, em breve se afastará do exercício do cargo para tratamento.
    – Celso de Melo foi a grande surpresa e decepção. Subsiste a interrogação. Será que a “tropa de choque petista” descobriu algum “deslize” do ministro e partiu para a barganha (estratégia preferida dos PTralhas). O seu voto foi uma “viagem na maionese” cujo objetivo foi dissimular uma asneira que contraria todas as suas posições anteriores sobre a mesma matéria. O que pode ter levado o decano da Corte se submeter a esse papel ridículo, merece ser investigado pela imprensa independente.
    – Quanto a Marco Aurélio, não passa de um camaleão apenas preocupado em não largar o osso, objetivo alcançado a partir da nefasta PEC da bengala.
    Por fim, sugiro aos brasileiros acessarem a manifestação do Vilas ontem no Jornal da TV Cultura sobre o STF, por meio da qual divulgou um resumo sobre quanto custa ao povo sofrido manter essa Corte Suprema formada por “juristas” politizados e cujo suposto “notório saber” passa longe.
    O julgamento da ADPF (Ação Destinada a Protagonização de Falcatrua) demonstrou que no Brasil atual, Executivo, Legislativo e Judiciário, além de Janot, são farinha do mesmo saco, e o juiz Moro um ponto fora da curva aos poucos sutilmente esvaziado. Destarte, se o povo não vier aos milhões para as ruas, esse projeto bolivariano criminoso de poder nos conduzirá pelo caminho da Venezuela, até porque nos dias de hoje nem as “japonas” estão dispostas a deixarem a zona de conforto e assistem do “palanque” a essa disputa sórdida de poder em detrimento dos verdadeiros interesses do país e do povo, o qual vem se contentando com essa “democracia” à “meia boca” na qual sequer lhe são assegurados direitos básicos como dignidade, educação, saúde e segurança.

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