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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Madre foliona

“Vim passar o Carnaval no Maranhão, onde o que mais se deseja é manter os valores da tradição, no saudosismo dos velhos Carnavais, onde o forte são os blocos de rua, sem ninguém querer saber quem é preto, branco, amarelo ou vermelho, nem cafuzo nem mulato, católico ou evangélico ou umbandista ou espírita, rico ou […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 12h36 - Publicado em 11 mar 2011, 17h32

“Vim passar o Carnaval no Maranhão, onde o que mais se deseja é manter os valores da tradição, no saudosismo dos velhos Carnavais, onde o forte são os blocos de rua, sem ninguém querer saber quem é preto, branco, amarelo ou vermelho, nem cafuzo nem mulato, católico ou evangélico ou umbandista ou espírita, rico ou pobre, irmanados num único valor: a cultura da alegria, do brincar e do se esbaldar, que ninguém é de ferro”.

José Sarney, vulgo Madre Superiora, na coluna desta sexta-feira na Folha, explicando que foi passar o carnaval no Maranhão porque, aparentemente, ninguém tem preconceito contra chefes de famiglias e corruptos juramentados.

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