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Faz sentido

“Nós somos contra qualquer tipo de censura à imprensa. Não vamos censurar conteúdo. O que nós queremos é um marco regulatório das comunicações”. Rui Falcão, ex-jornalista, presidente do PT, na quermesse dos pecadores sem remorso, explicando que, como o partido é contra a censura ao conteúdo do que a imprensa publica, quer um “marco regulatório” […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 10h53 - Publicado em 4 set 2011, 17h54

“Nós somos contra qualquer tipo de censura à imprensa. Não vamos censurar conteúdo. O que nós queremos é um marco regulatório das comunicações”.

Rui Falcão, ex-jornalista, presidente do PT, na quermesse dos pecadores sem remorso, explicando que, como o partido é contra a censura ao conteúdo do que a imprensa publica, quer um “marco regulatório” apenas para examinar a forma dos textos, para que as reportagens sobre a companheirada, por exemplo, não errem a grafia de palavras como “cínico”, “cafajeste”, “delinquente”, “vigarista”, “estelionatário”, “stalinista” ou “corrupto”.

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