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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Fareed Zakaria: ‘A agenda política da blasfêmia no Islã’

Publicado no Estadão Ao cometerem seu massacre, os homens que assassinaram 12 pessoas em Paris gritaram “vingamos o profeta”. Seguiram o exemplo de outros terroristas que bombardearam redações de jornais, esfaquearam um cineasta, mataram escritores e tradutores, tudo para infligir o que eles acreditam ser as punições adequadas pelas blasfêmias definidas pelo Alcorão. Na verdade, […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 02h20 - Publicado em 13 jan 2015, 09h07

Publicado no Estadão

Ao cometerem seu massacre, os homens que assassinaram 12 pessoas em Paris gritaram “vingamos o profeta”. Seguiram o exemplo de outros terroristas que bombardearam redações de jornais, esfaquearam um cineasta, mataram escritores e tradutores, tudo para infligir o que eles acreditam ser as punições adequadas pelas blasfêmias definidas pelo Alcorão.

Na verdade, o Alcorão não prescreve nenhuma punição para a blasfêmia. Como muitos dos aspectos mais violentos e fanáticos do terrorismo islâmico nos dias atuais, a ideia de que o Islã exige que insultos a Maomé sejam refutados com violência é uma criação de clérigos que vai atender a uma agenda política.

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