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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Família bandida

“Sempre tive a maior consideração por ele. Como se fosse meu irmão. Não entendi até agora o que aconteceu”. Rosemary Noronha, ex-segunda-dama, chefe do escritório da Presidência em São Paulo até virar caso de polícia, ao comentar na entrevista a VEJA suas ligações com comparsa Paulo Vieira, fazendo de conta que até agora imagina ter […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 05h01 - Publicado em 11 nov 2013, 06h53

“Sempre tive a maior consideração por ele. Como se fosse meu irmão. Não entendi até agora o que aconteceu”.

Rosemary Noronha, ex-segunda-dama, chefe do escritório da Presidência em São Paulo até virar caso de polícia, ao comentar na entrevista a VEJA suas ligações com comparsa Paulo Vieira, fazendo de conta que até agora imagina ter feito parte não de uma quadrilha, mas de uma família.

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