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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Empresário modelo

“Em 2011, no mês de setembro, eu tive uma dificuldade, eu não lembro por quê, dificuldade financeira. Como eu estava com aquele meu negócio que renderia um bom… eu tinha aberto um canal de conversa com o Fernando, eu pedi a ele, ‘Fernando me arruma um milhão e meio, nem três, nem dois, me arruma […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 00h13 - Publicado em 27 out 2015, 15h38

“Em 2011, no mês de setembro, eu tive uma dificuldade, eu não lembro por quê, dificuldade financeira. Como eu estava com aquele meu negócio que renderia um bom… eu tinha aberto um canal de conversa com o Fernando, eu pedi a ele, ‘Fernando me arruma um milhão e meio, nem três, nem dois, me arruma um milhão e quinhentos mil, eu te devolvo’. Ele me arrumou, esta é a minha verdade. O Baiano, fiquei até surpreso”.

José Carlos Bumlai, empresário, pecuarista e, principalmente, amigão de Lula, atirado ao pântano do Petrolão pelas revelações de Fernando Baiano, afirmando na entrevista ao Estadão que não lembra as dificuldades financeiras que tem e não paga empréstimos bilionários que consegue de desconhecidos, mas é um homem muito direito.

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