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Doutor em conversa fiada

“Causa surpresa e apreensão a afirmação do presidente da Corte, pois há casos em que certas matérias deverão ser julgadas novamente”. Alberto Toron, advogado do mensaleiro João Paulo Cunh, deputado do PT paulista e futuro presidiário, sobre a previsão do presidente do STF, Joaquim Barbosa, segundo a qual as penas impostas aos quadrilheiros serão executadas […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 06h45 - Publicado em 3 mar 2013, 03h44

“Causa surpresa e apreensão a afirmação do presidente da Corte, pois há casos em que certas matérias deverão ser julgadas novamente”.

Alberto Toron, advogado do mensaleiro João Paulo Cunh, deputado do PT paulista e futuro presidiário, sobre a previsão do presidente do STF, Joaquim Barbosa, segundo a qual as penas impostas aos quadrilheiros serão executadas até o fim de julho, confessando que continua surpreso e apreensivo com a descoberta de que cadeia também foi feita para corruptos defendidos por bachareis que enxergam um inocente até em serial killer de filme americano.

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