Clique e assine a partir de 8,90/mês
Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Depois do fora que levou do PMDB, a presidente vai acordar amanhã com cara de quem foi demitida por justíssima causa

Nos últimos 12 meses, a cada dia útil, 20 fábricas morreram e 13.100 brasileiros foram demitidos. No segundo semestre deste ano, passarão de 13 milhões os trabalhadores desempregados. Com a recessão entrando no quarto ano consecutivo, a inflação ultrapassa altitudes fixadas por um governo sem rumo, sem vergonha e sem sequer um esboço de política econômica. […]

Por Augusto Nunes - Atualizado em 30 jul 2020, 23h09 - Publicado em 29 mar 2016, 21h07

Nos últimos 12 meses, a cada dia útil, 20 fábricas morreram e 13.100 brasileiros foram demitidos. No segundo semestre deste ano, passarão de 13 milhões os trabalhadores desempregados. Com a recessão entrando no quarto ano consecutivo, a inflação ultrapassa altitudes fixadas por um governo sem rumo, sem vergonha e sem sequer um esboço de política econômica.

Essas constatações desenham com apavorante nitidez a herança maldita que Lula pariu, Dilma embalou e a dupla de farsantes continua tentando esconder. Tarde demais, reafirmou nesta terça-feira o estrondoso “tchau, querida” que a ainda presidente ouviu do PMDB. Ela reiterou que não tem cara de quem renuncia. Vai acordar amanhã com cara de demitida por justíssima causa.

Sem saber se a posse na chefia da Casa Civil e o foro privilegiado chegarão primeiro que outro depoimento na Polícia Federal e mais uma bordoada da Lava Jato, Lula mandou o piloto do jatinho emprestado por um empreiteiro amigo em algum lugar do passado. Condenado à aposentadoria compulsória, segue urdindo espetaculares tramoias em parceria com ex-aliados que agora fogem de seus telefonemas.

Abandonado pelo PMDB, prestes a chorar a partida do PP e do PR, os embusteiros ainda no poder se recusam a admitir que chamam de “base governista” acabou. O governo entrou na derradeira etapa da agonia irreversível. Em coma profundo, respira por instrumentos. A morte política foi consumada neste 29 de março. Falta pouco para a remoção do poste que há cinco anos escurece o país.

http://videos.abril.com.br/veja/id/7fa1dfbf37ba756b49c3bf85e5c2502a?

Continua após a publicidade
Publicidade