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Depois do ‘entrace’ na saída da Fonte Nova, prefeitura do Rio enriquece o inglês de Copa do Mundo com a invenção do ‘aiport’

Sempre que inaugura um estádio que não está pronto, Dilma Rousseff fica grávida de patriotismo mequetrefe ─ e recita o que o mestre lhe ensinou: só duvidam do governo (e seus comparsas) os eternos pessimistas, os céticos profissionais, os que torcem o tempo todo contra o progresso da nação reinventada pela seita lulopetista. Foi assim […]

Sempre que inaugura um estádio que não está pronto, Dilma Rousseff fica grávida de patriotismo mequetrefe ─ e recita o que o mestre lhe ensinou: só duvidam do governo (e seus comparsas) os eternos pessimistas, os céticos profissionais, os que torcem o tempo todo contra o progresso da nação reinventada pela seita lulopetista. Foi assim em 21 de dezembro de 2012, quando a presidente baixou em Belo Horizonte para dar por concluído o Mineirão ainda em obras.

“Nós, do Brasil, estamos dando uma demonstração para o mundo”, caprichou no dilmês de boleiro. “De que nós somos bons dentro do campo, mas somos bons fora do campo também”. Dilma tem tanta familiaridade com o que ocorre dentro do campo quanto Lula com o uso do plural. Para a Primeira Torcedora, trivela é o ministro da Pesca com erro de revisão. Se sabe o que anda acontecendo fora do campo, logo vai descobrir que ninguém perde tempo torcendo contra os organizadores da Copa. Time que só faz gol contra nem precisa de inimigos.

Confira o texto de Júlia Rodrigues na seção História em Imagens.  Depois do “entrace” na saída da Fonte Nova, a prefeitura do Rio enriqueceu o inglês de Copa do Mundo com a invenção do “aiport”. Os turistas vão sofrer para encontrar o Maracanã. Se chegarem lá, podem colidir com portões fechados: no fim da tarde desta quinta-feira, a Justiça atendeu ao pedido do Ministério Público estadual e suspendeu a realização do jogo entre Brasil e Inglaterra, marcado para domingo.

Antes que o dia terminasse, previsivelmente, governantes e cartolas conseguiram contornar a interdição. Mas a pedra no caminho continua do mesmo tamanho. A decisão judicial amparou-se nas evidências de que o Maracanã não está pronto para acomodar sem riscos as multidões com que sonham os vigaristas insaciáveis. Para esse bando, a Copa de 2014 é mais que um grande negócio. É um mundaréu de negociatas.

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  1. Comentado por:

    Off Topic: A verdade – e verdadeira história – de um médico cubano e a covardia do desgoverno brasileiro que lhe negou asilo. Medicina? Ele revela: formado por livros velhos com antecipação do curso. Viagem para a Bolívia, cercado de agentes do G2. Nada de medicina, tudo para a revolução. Depois da covardia brasileira – em pleno território nacional – conseguiu se refugiar no consulado americano e ganhou asilo. É esta pataquada que querem fazer no Brasil Esta palhaçada de “médicos cubanos” já foi a ponta de lança da revolução comunista de Angola e recentemente foi usada na Bolívia e na Venezuela. Chega dillma, o Brasil não é latrina – e nem satélite – da ditadura de seus amigos tiranocastros. http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2013/05/31/historia-de-um-medico-cubano-por-sandro-vaia-498552.asp

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  2. Comentado por:

    PORTA-VOZ DE HAMURABI

    Ah, se Uilliam Xeiquispire estive vivo!
    Não precisaria nem mesmo contratar um linguista.
    Os programas de tradução disponíveis na Rede Mundial de Computadores fariam o trabalho.
    Fala sério!

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  3. Comentado por:

    PORTA-VOZ DE HAMURABI

    Bullshit!
    I’ve a made a mistake in Brasilish.
    I’ve written “estive” instead of “estivesse”…
    Any problem?

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  4. Comentado por:

    Milton Pires

    Prezado “Zé das 2:34″ rss..rss..Abaixo um texto que escrevi e que se chama A MEDICINA HUMILHADA. Ele já havia sido postado aqui no Blog do Augusto e também no do Ricardo Setti como comentário, mas não se transformou em artigo fora de outros posts sobre a questão de Cuba. Não há dúvida que é bastante violento..rss..rss.. Está disponível no Alerta Total, no Mídia Sem Máscara e no blog do Políbio Braga. Divirta-se !
    A MEDICINA HUMILHADA
    Durante toda a última semana a mídia inteira tem se preocupado com o tema dos médicos cubanos. É um desses raros momentos em que se percebe aquela que, em texto anterior, defini como uma das maiores características do brasileiro – a arte de falar sobre o que não sabe. Senão; vejamos: apresentadoras loiras de programas de TV, comentaristas de futebol, prefeitos..Não importa quem você seja mas basta invocar o “sofrimento do povo” para ter o direito de enfurecer-se com a situação de saúde no Brasil.
    Houve um tempo em que os medíocres sabiam (mesmo na sua mediocridade) permanecer em silêncio. Reconhecia-se a história das pessoas, seu esforço, e seu trabalho. Não ensinava-se uma sociedade inteira a pensar que pobreza e miséria eram reflexo de uma luta de classes e nós vivíamos muito mais próximos da ideia de que colhemos o que plantamos.
    Alguns dias atrás escrevi sobre a responsabilidade de certos colegas na ideia de trazer os cubanos para o Brasil. Mostrei quem eram estas pessoas dentro das faculdades de medicina. Estabeleci o “perfil”, como gostam de dizer os psicólogos, deste tipo de gente e desmascarei a hipocrisia da “new left brasileira”.
    Hoje o recado é mais curto: abrindo uma destas coleções de anúncios comerciais, reportagens sobre o aquecimento global e apologia do homossexualismo que são os jornais brasileiros me deparei com o “comentário perfeito” sobre a vinda dos cubanos ao país – um sujeito aqui de Porto Alegre que é apresentado como “formador de opinião” foi o seu autor. Disse esse cidadão aquilo que considero uma “pérola” do lugar comum em termos de manifestação sobre o tema – … Mas tem de haver médicos em todos os locais, até nos indesejados pelos médicos brasileiros. Entonces, que vengan los cubanos! Porque o que importa é a Saúde.
    Querem saber por que uma frase assim é capaz de fazer tanto sucesso? Explico: é por que quem a pronuncia afirma, aos brados e cheio de razão, que qualquer atendimento é melhor do que nenhum!Vocês, que gastaram seu tempo me lendo até aqui, têm dúvida de que isso é verdade? Faço uma proposta para resolver a questão: imaginem que vocês estão às 2h da manhã de um dia de semana, esperando quase 12 horas para serem atendidos numa dessas espeluncas chamadas pronto-atendimentos e com um filho doente nos braços.
    Pergunto a cada um de vocês – vocês acham que seu filho, pai ou mãe (só para não citar vocês mesmos) ficariam conformados com “qualquer atendimento” ou buscariam aquilo que há de melhor na medicina local? Aí está a resposta – “qualquer atendimento” é melhor do que nada para os “outros”; jamais para nós e nossas famílias, né? Até onde eu sei, para nós mesmos e para aqueles que amamos queremos sempre o melhor possível.
    Jamais esqueçam disso quando lerem a escória da imprensa brasileira defendendo, ao lado dos seus patrões federais, a vinda dos médicos de Cuba. Não tenham também a tentação de cair na armadilha daqueles que afirmam – mas meu amigo, nem toda população pode ter o que há de melhor na Medicina a seu dispor. Esse tipo de gente não tem o compromisso de dizer onde está o “melhor” e quando esse “melhor” vai fazer a diferença entre a vida e a morte.
    A corja que defende a importação de médicos não tem o mínimo interesse na vida das pessoas doentes. É aos próprios doentes e aos médicos brasileiros que essa questão diz respeito. Imploro como médico formado há quase 20 anos: não fiquem contra nós! Vocês não precisam do “papai Lula” e da “mamãe Dilma” para cuidar do vocês quando ficarem “dodói”.
    Tudo isso é mentira e desespero político de gente que viu que, no seu delírio comunista, acabou com a estrutura hospitalar do país, que não pode mais esconder que as pessoas estão morrendo e que nós médicos temos MEDO de trabalhar fora das grandes cidades. Foi provavelmente um médico brasileiro quem primeiro olhou para vocês quando nasceram e quem, se Deus quiser, vai estar com vocês na hora da morte.
    Não aceitem a mentira do Governo e dos prefeitos mesmo que estejam esperando atendimento há anos. Trazendo os cubanos vocês NÃO VÃO ter seus problemas atendidos e a nossa medicina vai ser humilhada perante todo o resto do mundo…
    Milton Simon Pires
    Médico em Porto Alegre – RS

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  5. Comentado por:

    Pinto

    Augusto,
    eu adoro o governo do PT.
    Vc acha que eu sou normal???

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  6. Comentado por:

    zm

    As próximas “pracas” serão redigidas no “dilmês-bretão” – desculpe AN, estou tentando criar tbm categorias dilmísticas, sem o seu brilho claro!
    Esperar que a cambada petista fale inglês sed nem o português sabe latir é querer demais.

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