Clique e Assine por apenas R$ 0,50/dia
Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Coração vagabundo

“Temos alma de poeta e mãos de obreiro. Sim, é preciso ter poesia na política”. Gabriel Chalita, depois de apresentado pelo ministro Wagner Rossi como “o prefeito do coração, o prefeito do amor” aos convivas da festa de filiação ao PMDB da fábrica de livros irrelevantes, reforçando a suspeita de que, como tem cabeça de […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 11h45 - Publicado em 5 jun 2011, 14h09

“Temos alma de poeta e mãos de obreiro. Sim, é preciso ter poesia na política”.

Gabriel Chalita, depois de apresentado pelo ministro Wagner Rossi como “o prefeito do coração, o prefeito do amor” aos convivas da festa de filiação ao PMDB da fábrica de livros irrelevantes, reforçando a suspeita de que, como tem cabeça de deputado federal da base alugada, o contrato de arrendamento que o tirou do PSB foi redigido em versos.

Publicidade