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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Batman, Robin e a Mulher Gato entram na conspiração contra a cópia brasileira da CIA

Em tese, a ABIN é a versão nativa da CIA americana, da defunta KGB soviética ou do MI6 dos filmes de James Bond. Na prática, como informa o vídeo, a Agência Brasileira de Inteligência ainda não aprendeu a vigiar os próprios funcionários – ao menos os acampados no Núcleo de Educação a Distância, que assina […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 12h17 - Publicado em 13 abr 2011, 18h07

Em tese, a ABIN é a versão nativa da CIA americana, da defunta KGB soviética ou do MI6 dos filmes de James Bond. Na prática, como informa o vídeo, a Agência Brasileira de Inteligência ainda não aprendeu a vigiar os próprios funcionários – ao menos os acampados no Núcleo de Educação a Distância, que assina a peça inacreditável. É difícil saber se a trinca que interpreta Batman,  Robin e a Mulher Gato está querendo ensinar português ou técnicas de negociação em situações de emergência. Não consegue uma coisa nem outra.

Batman precisa perder pelo menos uma arroba. A canastrice do jovem Robin é de causar inveja no pior dos veteranos. A Mulher Gato não consegue pronunciar a palavra “exigência”. Se houvesse uma plateia por perto, o elenco dificilmente escaparia do linchamento. Tudo somado, o vídeo já garantiu uma vaga no Museu da Era da Mediocridade. Em pouco mais de três minutos, mostra que o governo federal, no inverossímil começo do século 21, achava que inteligência é alguma coisa que rima com agência.

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