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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Bandidagem companheira

“Eu antigamente via: ‘bandido roubou um banco’. Eu ficava preocupado, mas falava: ‘Pô, roubar um banqueiro… O banqueiro tem tanto que um pouquinho não faz falta’. Afinal de contas, as pessoas falavam: ‘Quem rouba mesmo é banqueiro, que ganha às custas do povo, com os juros’. Era chato, mas era… sabe, alguém roubando rico”. Lula, […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 02h59 - Publicado em 29 set 2014, 17h32

“Eu antigamente via: ‘bandido roubou um banco’. Eu ficava preocupado, mas falava: ‘Pô, roubar um banqueiro… O banqueiro tem tanto que um pouquinho não faz falta’. Afinal de contas, as pessoas falavam: ‘Quem rouba mesmo é banqueiro, que ganha às custas do povo, com os juros’. Era chato, mas era… sabe, alguém roubando rico”.

Lula, num comício em Santo André, costurando uma explicação enviesada para as negociatas ainda não esclarecidas que envolveram o governo, o PT, o Banco Rural, o Banco de Minas Gerais e o Banco PanAmericano, fora o resto.

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