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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Augusto Nunes, jornalista (parte 3): “Tenho um código de ética muito rígido. Para mim existe o limite da honra”

“Quando eu estava colocando o ponto final na minha carta de demissão da revista Época, veio a notícia de que o Jorge Amado tinha morrido. Mais tarde, soube que a Paloma Amado havia lido a reportagem de capa para o pai. O texto que escrevi foi o último que ele ouviu”.

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 11h21 - Publicado em 16 jul 2011, 11h35

“Quando eu estava colocando o ponto final na minha carta de demissão da revista Época, veio a notícia de que o Jorge Amado tinha morrido. Mais tarde, soube que a Paloma Amado havia lido a reportagem de capa para o pai. O texto que escrevi foi o último que ele ouviu”.

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