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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A única contribuição do PT ao aperfeiçoamento do sistema penitenciário foi o envio do lote de corruptos de estimação

A onda da rebeliões atesta que o agravamento da situação das cadeias é parte da herança maldita legada por Lula e Dilma

Por Augusto Nunes Atualizado em 30 jul 2020, 21h33 - Publicado em 18 out 2016, 11h16

Para tornar menos apavorante o sistema penitenciário brasileiro, o primeiro ministro da Justiça do governo Lula, Márcio Thomaz Bastos, prometeu construir quatro presídios de segurança máxima. Inaugurou dois e esqueceu o assunto, só retomado pelo último ministro da Justiça do governo Dilma, José Eduardo Cardozo.

Cardozo lembrou que existiam cadeias depois que os companheiros do mensalão foram incorporados à população carcerária. Em vez de agir, preferiu atacar com palavras um problema gravíssimo. Primeiro, comparou as prisões a masmorras medievais. Depois, informou que preferia morrer a ser engaiolado.

A onda de rebeliões sangrentas atesta que a decomposição das cadeias faz parte da herança maldita legada pelos governos do PT. A única contribuição de Lula e Dilma ao sistema penitenciário foi aumentar o número de presos com a pequena multidão de delinquentes filiados ao partido.

http://videos.abril.com.br/veja/id/3b6b3eadf16e3df7bd88fa2e7a90e084?

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