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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A turma que sonha com o fim da PM merecia estar em Vitória

Freixo, Duvivier, Luciana Genro e Lindbergh já sabem o que aconteceria se conseguissem acabar com a polícia

Por Augusto Nunes Atualizado em 10 fev 2017, 16h24 - Publicado em 10 fev 2017, 16h23

Num vídeo divulgado pelo Movimento Brasil Livre (MBL), quatro pajés de tribos esquerdistas garantem que o aumento da criminalidade só será contido se a Polícia Militar for desarmada, emasculada ou extinta de vez. O problema, portanto, não é a proliferação de meliantes e baderneiros. É a existência de uma instituição encarregada de defender a lei e a ordem. O desfile da insensatez começa com o deputado estadual Marcelo Freixo, candidato derrotado à prefeitura do Rio pelo PSOL. Para tapear gente com cérebro, ele preconiza a “desmilitarização da PM”, expressão que camufla o conjunto de mudanças que, consumadas, tornariam qualquer batalhão tão eficaz quanto uma guarda mirim.

Depois de uma curta e amalucada aparição do humorista a favor Gregório Duvivier, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) e a onipresente Luciana Genro, do PSOL gaúcho, retomam a lengalenga da “desmilitarização”. As coisas ficam claras com a segunda entrada em cena de Duvivier, que berra a palavra de ordem que rasgou a fantasia: Eu quero o fim/da Polícia Militar./Não acabou. Tem que acabar”.

O que espera a turma do vídeo para baixar no Espírito Santo e ver de perto como  é uma cidade sem PM? Que tal criar coragem e acompanhar com os próprios olhos as cenas exibidas no vídeo abaixo, uma confirmação apavorante do horror cotidiano imposto a milhões de capixabas pela greve ilegal dos chantagistas fardados? Por que os guerreiros da Revolução dos Idiotas não tentam negociar com a bandidagem a ressurreição da paz assassinada Talvez sobrevivam.

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