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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A imensidão de desempregados reafirma que a decretação do impeachment é tão inevitável quanto a chegada da primavera

Entre janeiro e julho, 850 mil trabalhadores com carteira assinada perderam o emprego. Só no setor industrial foram fechadas 610 mil vagas.  Até o fim do ano, a imensidão de brasileiros demitidos neste angustiante 2015 passará de 1 milhão. E, como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, em 2016 o […]

Por Augusto Nunes - Atualizado em 31 jul 2020, 00h27 - Publicado em 20 set 2015, 12h54

Entre janeiro e julho, 850 mil trabalhadores com carteira assinada perderam o emprego. Só no setor industrial foram fechadas 610 mil vagas.  Até o fim do ano, a imensidão de brasileiros demitidos neste angustiante 2015 passará de 1 milhão. E, como constata o comentário de 1 minuto para o site de VEJA, em 2016 o horizonte da economia vai exibir tonalidades ainda mais escuras.

Para escapar da demissão antecipada, Dilma Rousseff repete de meia em meia hora que foi eleita por 54 milhões de eleitores. Nesse colosso de gente que luta para sobreviver ao desemprego, centenas de milhares de famílias votaram em Dilma  por terem acreditado nas mentiras reiteradas pela candidata ao segundo mandato. Uma delas garantia trabalho para todos ─ e para sempre.

O estelionato eleitoral forjado por uma ilusionista de picadeiro é um dos muitos crimes que tornaram ilegítimo o mandato que acabou sem ter começado. Dilma já deixou de ser presidente. É uma assombração que vaga pelas catacumbas do poder enquanto não vem o impeachment tão inevitável quanto a mudança das estações. Nada pode impedir o fim do inverno. Nem a chegada da primavera.

http://videos.abril.com.br/veja/id/edea75b3602bf00921894b24e99f6972?

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