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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A guerra dos margaridos

“Boa tarde também a todos os companheiros homens que lutam a luta das margaridas. A gente pode chamá-los de “margaridos””. Dilma Rousseff, durante a discurseira na quinta Marcha das Margaridas, rebatizando os soldados do “exército do Stédile” com um nome de guerra capaz de matar de rir qualquer inimigo.

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 00h43 - Publicado em 13 ago 2015, 22h33

“Boa tarde também a todos os companheiros homens que lutam a luta das margaridas. A gente pode chamá-los de “margaridos””.

Dilma Rousseff, durante a discurseira na quinta Marcha das Margaridas, rebatizando os soldados do “exército do Stédile” com um nome de guerra capaz de matar de rir qualquer inimigo.

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