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Augusto Nunes Por Coluna Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

A dedetização consumada pelas urnas é obra da Lava Jato

Dezenas de poderosos patifes foram varridos da cena política brasileira por eleitores decididos a aposentar corruptos

Por Augusto Nunes 11 out 2018, 20h43

O voto popular varreu da cena política brasileira gente como Dilma Rousseff, Lindbergh Farias, Roberto Requião, Beto Richa, Eunício Oliveira, Romero Jucá, Edison Lobão, Garibaldi Alves, José Agripino, Wadih Damous, Roseana Sarney, Sarney Filho, Miguel Rossetto, Vanessa Grazziotin e outras obscenidades fantasiadas de pais ou mães da Pátria. Não é pouca coisa.

Mas não é só. Dos 77 candidatos investigados pela Lava Jato, 40 não conseguiram o emprego que lhes garantiria foro privilegiado e imunidades parlamentares. Na Câmara, 47% dos eleitos são políticos estreantes. O antipetismo tornou-se o movimento mais poderoso do país. E Lula permanecerá na cadeia por muitos anos.

Decididamente, a Operação Lava Jato tornou melhor a cara do Brasil. Muito melhor.

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