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‘O PT sem a pele de cordeiro’, editorial do Estadão

Publicado no Estadão desta quarta-feira A direção do PT considera que a reeleição da presidente Dilma Rousseff é a oportunidade para fazer uma profunda mudança na organização do Estado, na direção daquilo que o partido chama de “reformas democrático-populares”. Uma resolução da sua Comissão Executiva Nacional – que reúne a nata do comando petista – […]

Por Augusto Nunes Atualizado em 31 jul 2020, 02h42 - Publicado em 5 nov 2014, 14h16

Publicado no Estadão desta quarta-feira

A direção do PT considera que a reeleição da presidente Dilma Rousseff é a oportunidade para fazer uma profunda mudança na organização do Estado, na direção daquilo que o partido chama de “reformas democrático-populares”.

Uma resolução da sua Comissão Executiva Nacional – que reúne a nata do comando petista – deixa claro que o partido está convencido de que já pode despir-se da pele de cordeiro que Lula precisou vestir quando se elegeu pela primeira vez, em 2002. Naquela ocasião, recorde-se, o ex-metalúrgico – que em 1989 prometia estatizar tudo e tratar com desprezo os credores internacionais, aos quais chamava de “agiotas” – mudou o discurso e passou a prometer o “respeito aos contratos e obrigações”.

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