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VEJA Insights: os desafios para a preservação da Amazônia

Publicação traz artigos sobre biodiversidade, projetos inovadores e perspectivas socioeconômicas do mais rico bioma do planeta

Por Da Redação Atualizado em 5 set 2021, 12h22 - Publicado em 1 set 2021, 10h11

Em um momento em que a conservação da maior floresta equatorial do planeta rende disputas políticas e é foco de acirradas quedas de braço entre o governo federal e entidades de defesa do meio ambiente, a comemoração do Dia da Amazônia no domingo,  5 de setembro, ganha um caráter especial. Trata-se de uma efeméride voltada especificamente para a conscientização a respeito da importância da região para o Brasil e o resto do planeta.

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A Amazônia engloba mais de cinco milhões de quilômetros quadrados apenas em território brasileiro, habitados por 25 milhões de pessoas – seja nas grandes metrópoles regionais, seja nas aldeias indígenas ou nas áreas ribeirinhas acessíveis apenas por barco – e que concentram a maior reserva de biodiversidade do mundo. Com a criação da data, em agosto de 2003, buscou-se chamar a atenção para soluções de desenvolvimento sustentável, para políticas públicas de preservação e fiscalização e propostas que compatibilizem a conservação da natureza e proteção ambiental com desenvolvimento socio-econômico da região.

A escolha do 5 de setembro tem um motivo especial. Trata-se de uma homenagem à data em que foi criada a Província do Amazonas por D. Pedro II, em 1850, em um desmembramento de outra província do Império, a do Grão-Pará. Era um tempo em que a Amazônia com sua floresta espetacular eletrizava cientistas e exploradores do mundo. Passados 270 anos, o encanto é o mesmo. A diferença agora é que nunca foi tão urgente preservar esse patrimônio inigualável para as gerações futuras.

Em sua nona edição, a publicação Veja Insights, celebra o Dia da Amazônia por meio de uma publicação especial com seis artigos sobre a região. É uma oportunidade para se discutir as estratégias de preservação e desenvolvimento sustentável da região que já foi chamada de Hiléia (do grego hilaea, ou mata virgem) pelo naturalista alemão Alexandre von Humboldt, e que há pelo menos cinco séculos fascina a humanidade com sua riqueza natural incomparável. Clique para ler a edição.

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