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Silveira, do MME, sobre petróleo na Amazônia: ‘Não podemos abrir mão’

Ministro de Minas e Energia afirma que Petrobras tem conhecimento para produzir em segurança

Por Ernesto Neves
Atualizado em 5 out 2023, 16h34 - Publicado em 5 out 2023, 14h31

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, voltou a defender a exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial, na foz do Rio Amazonas, na costa do Amapá, pela Petrobras.

Silveira participou do Seminário de Investimentos, Governança e Aspectos Jurídicos da Previdência Complementar (Siga), realizado nesta quinta, 5, no Rio de Janeiro.

Segundo Silveira, a companhia tem a melhor tecnologia do planeta para a exploração em águas profundas, podendo realizar a atividade na região amazônica em segurança.

“Não vamos abrir a porteira para passar a boiada, como foi feito no governo anterior. Mas não podemos abrir mão de explorar essa riqueza”, disse o ministro.

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“A virtude está no caminho do meio. Não podemos sair liberando tudo. Mas também não se pode proibir uma iniciativa tão promissora com base na opinião pessoal”, continuou.

A abertura de poços na região da Floresta Amazônica provoca controvérsia entre especialistas e racha o próprio governo Lula.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, já se manifestou contrariamente à atividade.

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Já o presidente Lula e o ministro Silveira afirmam que a exploração trará crescimento do PIB e não vai comprometer a transição para a economia de baixo carbono no país.

De acordo com um estudo feito pela Petrobras e divulgado pelo ministro na última sexta, 29, um único bloco na Margem Equatorial pode conter reservas de mais de 5,6 bilhões de barris de petróleo.

Segundo Silveira, o país vem perdendo oportunidades de crescimento econômico por ter o preço do gás mais caro na comparação com o mercado internacional.

“Nosso gás ainda não é competitivo na comparação com o exterior porque nossa produção ainda é pequena. Precisamos aumentá-la para abastecer nossa indústria”, disse.

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