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Chocolates

292,50
reais é o preço do quilo de pinguinhos de cacau da Chocolat du Jour, o mais caro entre os chocolates nacionais

60
são as variedades de bombons belgas vendidas na Neuhaus. Uma delas é feita com flor e essência de violeta

Antes de chegarem às vitrines, os bombons da grife belga Neuhaus viajam mais de dez horas de avião em caixas climatizadas. Do aeroporto, só são transportados à noite para conservar a cor e o sabor inalterados. Em seguida, ficam a uma temperatura de 18 graus, como também acontece na Chocolat du Jour. Parte do segredo da qualidade do chocolate está na massa uniforme e na camada externa brilhante. Para que não perca o frescor, deve ser consumido num período entre quatro e seis meses. As versões preferidas dos gourmets são feitas com alta quantidade de massa e manteiga de cacau. Nunca menos de 70%. Uma delícia quase sem açúcar.

R$ 296,00 o quilo
Bombom de chocolate ao leite recheado de gianduia (Astrid) e bombom com recheio de praliné de amêndoas (Sapho). Neuhaus, 3088-7117

R$ 14,30
Barra de chocolate amargo suave combinado com pedacinhos de laranja e lascas de amêndoa da Lindt. Casa Santa Luzia, 3897-5000

R$ 292,50
Bombom preparado com uma mescla de matérias-primas belga e nacional, cuja composição tem 70% de cacau. Chocolat du Jour, 3168-2720

R$ 16,85
Barra de chocolate amargo da casa francesa Fauchon. Empório Santa Maria, 2102-7700

R$ 145,00 o quilo
Com a estampa em dourado da marca de um dos mais famosos confeiteiros de Nova York, François Payard, o pequeno tablete maciço leva 70% de cacau de origem belga Barry Callebaut. Payard, 3819-4929