| Meu estilo Viviane
Senna Irmã
do tricampeão mundial de Fórmula 1, a empresária e psicóloga
Viviane Senna, de 48 anos, trabalha incansavelmente e diz ter pouco tempo para
se cuidar e gastar. Quando não está em reuniões do Instituto
Ayrton Senna, que preside desde 1995, dedica-se aos três filhos. Prática,
gosta de freqüentar a Daslu pela facilidade e concentração
de marcas. Como você define seu estilo?
Clássico. Algum exagero
no seu guarda-roupa? Na verdade, ele é versátil. Minhas
roupas se multiplicam porque gosto de combinar e recombinar as peças.
Quais grifes predominam ali? Gosto
de Dolce & Gabanna, Gucci e Dior. São as que mais dão certo
comigo, mas não necessariamente as que predominam no meu guarda-roupa.
O que não pode faltar na
sua bolsa? Delineador, a única maquiagem que uso.
Você faz esporte? Não. Todos os genes
esportivos da família foram para o meu irmão.
Tem alguma parte do corpo que você se esforce para
esconder? Até tem, mas eu prefiro deixar em segredo.
E alguma parte que você goste de realçar?
Não me acho bonita. Mesmo. Não tem nada que eu tente realçar.
Você gosta de festa?
Sou muito tímida. Sempre fui. Estudei em colégio de freira e tirava
100 de comportamento todo mês. Entrava muda e saía calada. Em festas,
eu me sinto meio mal. Sou mais de ficar em casa lendo um livro.
O que está lendo? Devorei todos os livros
do americano Noah Gordon. Gostei especialmente de O Último Judeu
e O Físico. Estou lendo agora a trilogia do Bernard Cornwell sobre
o rei Arthur. Onde você
gosta de gastar dinheiro? Em livrarias. Passo facilmente quatro horas
na Fnac, quero comprar tudo. Outra coisa de que eu gosto é viagem. Você
pode até não se lembrar do que fez ontem, mas aquela viagem é
difícil esquecer. Uma loja...
Daslu. Para pessoas como eu, que trabalham quase 24 horas por dia, a loja é
perfeita. Tem todas as marcas ali juntas. É difícil sair sem nada.
Ouro, prata ou diamante?
Nenhum deles. Eu gosto de pérolas. Um
luxo de que você não abre mão... Cabeleireiro. Vou
ao L'Officiel da Oscar Freire uma vez por semana. A Leuda corta, a Ione seca e
a Valéria faz a minha unha. É o único cuidado que eu tenho
e do qual não abro mão. Você
é ligada em carros? Não sei nem como abrir o capô.
Um sonho... Que pessoas
como Ayrton e eu deixemos de ser uma exceção neste país e
viremos regra. Que todos tenham oportunidade de saúde, educação
e futuro. |