Helicópteros
| 28 milhões
é o preço do modelo EC 155, com capacidade para até treze passageiros e autonomia
de vôo de 802 quilômetros | "O
melhor de ter um helicóptero é a possibilidade de otimizar tempo, não importa
se a trabalho ou a lazer." Renato
Arcuri diretor de vendas da Líder Aviação |
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Transporte
de luxo é o que não falta em São Paulo. E quem quer ir mais depressa vai literalmente
voando. Com a terceira maior frota do mundo, atrás apenas de Nova York e Tóquio,
a cidade conta com 447 helicópteros particulares, segundo o Departamento de Aviação
Civil (DAC). Eles fazem em média 9 992 viagens por mês, pousando em 189 helipontos
da capital. Daí se explica que os principais fabricantes (as americanas Bell e
Robinson, a italiana Agusta e a franco-alemã Eurocopter) tenham representantes
por aqui. Quem quer comprar uma nave como o Agusta 109E Power, modelo ideal para
áreas urbanas, desembolsa no mínimo 15 milhões de reais. Isso, claro, além do
custo de manutenção: 2,2 milhões de reais por ano para 300 horas de vôo, mais
1,8 milhão com despesas fixas como salários de piloto e co-piloto, hangar, seguros,
softwares, entre outras. Mas há os que preferem pagar "só" pela viagem. Nesse
caso, são 2 000 reais por hora, para quatro passageiros.
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R$
15 000 000,00 Agusta 109E
Power. Importado da Itália, é ideal para voar sobre áreas urbanas. Airsoft,
Avenida Olavo Fontoura, 386, hangar Aristek (Aeroporto Campo de Marte),
6221-1797 |
R$
28 000 000,00 EC 155. Com
capacidade para até treze passageiros, a aeronave atinge 280 quilômetros por hora.
Líder, Rua Haroldo Paranhos, 400, Jardim Aeroporto,
5090-4012 |  |
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