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A OPINIÃO DO LEITOR  | "Eu
me diverti muito lendo a reportagem. Gostei da idéia do arquiteto Sig Bergamin
de um dia transformar sua casa num espaço aberto ao público. Quando
isso acontecer, quero visitá-la. A revista já me fez conhecer um
pouco de seu interior." Patricia
Campos |
Casa
de decorador
Parabéns pela excelente matéria e pelo enfoque positivo, simples
e direto ("Lar, decorado lar", 23 de novembro). Estamos acostumados a estar sempre
ao lado dos clientes para elaborar e concretizar seus sonhos. Foi um prazer mostrar
um pouco de nossa casa e nosso estilo de vida. Débora Aguiar
25 de Março
Adorei a reportagem "O fenômeno da 25 de
Março" (23 de novembro). Sempre fui reticente a conhecer a rua, mas acabei
indo depois que uma amiga insistiu muito. Nunca mais parei. Com o tempo, aprendi
a circular por lá em dias e horários em que não esteja tudo
lotado. Katy Corban Foi uma honra
estampar mais uma vez as páginas de Veja São Paulo. Realmente
a região é um fenômeno, e o movimento tem surpreendido a todos.
Dados como o faturamento anual da rua, no entanto, não correspondem à
realidade. A 25 de Março hoje é distribuidora para todo o Brasil
de grandes marcas nacionais e internacionais. Essa é a principal razão
de atualmente recebermos compradores da classe A. Eles conhecem nossa fórmula
de sucesso, que combina qualidade, variedade e preço justo. Outro ponto
a destacar é que a maioria das lojas é totalmente informatizada
e seus funcionários, treinados. Portanto, não são os produtos
falsificados que têm atraído 1 milhão de pessoas por dia à
região. Jorge Dib Presidente da União dos Lojistas
da 25 de Março e Adjacências (Univinco)
Quero parabenizar a revista pela excelente matéria. Agradeço o reconhecimento
da GJ Tecidos como um dos bons endereços de compra da região. Os
42 funcionários da loja agradecem aos repórteres Rodrigo Brancatelli
e Nana Caetano. Beth Gavião Walcyr
Carrasco
Depois de ler a crônica "Ah, que memória!" (23 de novembro), lembrei-me
da minha bisavó. Seus olhos eram azuis da cor do céu; mesmo com
quase 90 anos eles continuavam iguaizinhos. É claro que as pessoas mudam
e envelhecem, mas os olhos, porta de entrada para a alma, nunca mudam. Em vez
de nos preocuparmos em relacionar o nome à pessoa, que tal ligarmos o nome
aos olhos? Sandrely Janeiro Scaringella
Conheço
o trânsito de São Paulo e posso afirmar que somente duas das dez
idéias de Scaringella têm possibilidade de diminuir o caos ("E agora,
Scaringella?", 16 de novembro). São as propostas de números 7 (mais
sinalização) e 4 (mudanças nas pistas). Mesmo assim, no caso
dessa última, querer transformar a Avenida Bandeirantes numa via expressa
é convidar todos os veículos que seguem para o Porto de Santos a
usá-la. A proposta de colocar lombadas e floreiras parece resquício
da operação belezura da gestão anterior. As demais objetivam
apenas elevar a arrecadação, aprimorando e sofisticando sistemas
e equipamentos. A meu ver, isso pode aumentar o grau já elevado de irritação
dos motoristas com o poder público. Idal Feferbaum Arquiteto
Faltaram algumas sugestões na reportagem.
A CET deveria poder multar os motoristas de ônibus que, perto de terminais
e em avenidas sem corredores, portam-se como donos da rua. A polícia deveria
parar de fazer blitze cinematográficas em vias movimentadas no horário
de pico. Por fim, que tal se os policiais não largassem as viaturas no
meio da rua cada vez que averiguam uma ocorrência? Creio que ações
mais simples também surtiriam efeitos no trânsito. João
Paulo Schein Fontes A filosofia
que norteia as normas de trânsito se baseia, infelizmente, em multas. Em
sua prosopopéia, o senhor Scaringella deixa claro que a CET precisa de
renda para realizar reformas. O objetivo do Código de Trânsito não
é simplesmente multar, mas sim disciplinar. Seria correto colocar sinais
precedendo os radares em 50, 100 e 200 metros. Da forma atual, deixa transparecer
uma violência contra os usuários. Além disso, quando a velocidade-limite
é de 80 quilômetros por hora, por exemplo, deveria haver tolerância
para os veículos que estão a até 85 quilômetros por
hora. Francisco G. Prada Das dez idéias,
somente a caça aos veículos ilegais é interessante. Esse
é realmente um dos grandes problemas atuais do nosso país. As pessoas
que estão dentro da lei pagam por quem não se enquadra nela. Não
são multas nem equipamentos que vão desobstruir o trânsito.
Deveríamos começar reeducando o motorista e o cidadão. Nada
vai mudar enquanto motoqueiros andarem impunes pela contramão, enquanto
ninguém obedecer aos semáforos e enquanto existirem caçambas
sem iluminação fora de lugar. Melhor seria se os marronzinhos fizessem
valer a lei que obriga o carro a estacionar a mais de 3 metros das esquinas, retirassem
as caçambas que estão jogadas no meio das ruas e enquadrassem os
motoboys. Com o tráfego obstruído pelos motivos acima não
adianta colocar semáforos com QI. Gaspar Gasparian
Depois de ler a reportagem, tive a impressão
de viver numa cidade em que as autoridades estão realmente interessadas
em solucionar os problemas do trânsito. Mas logo caí na realidade
ao notar que o próprio Roberto Scaringella reconhece termos passado da
indigência para a pobreza. Penso que todos aqueles itens não passam
de uma bela jogada de marketing. Scaringella sempre gostou de aparecer e polemizar.
Todo técnico ou especialista em trânsito conhece os pontos críticos
de congestionamento, mas nada é feito para solucionar os problemas. Quantos
letreiros semelhantes aos das rodovias serão necessários? Fala-se
muito da utilização dos palmtops pelos marronzinhos. Por que só
alguns têm essa novidade? Vejo muitos deles ainda utilizando os antigos
talões de multa. Scaringella já está há onze meses
na presidência da CET e o que se nota é um trânsito cada vez
pior. José Demedjian Coletores
de lixo A matéria "Maratonistas da limpeza"
(16 de novembro) tem o mérito de chamar a atenção para uma
classe trabalhadora honrada que vem sendo mais valorizada a cada dia: a dos coletores.
A EcoUrbis esclarece que, ao contrário do que afirma a reportagem, não
realiza varrição, pintura de sarjetas, retiradas de faixas nem limpeza
de bocas-de-lobo, pois esses serviços não estão previstos
no contrato de concessão. A EcoUrbis há um ano faz a coleta de resíduos
domiciliares no grupamento sudeste da capital (que abrange dezoito subprefeituras
das zonas Leste e Sul). A concessionária foi contratada após participação
legítima em processo de licitação pública, obedecendo
a todas as exigências da lei. Gilson Moreira Assessor
de imprensa Dez Motivos Para...
Em nome de toda
a equipe do Mells Burger, agradeço a citação e as fotos publicadas
da lanchonete como uma das atrações dos "Dez Motivos Para... curtir
as atrações da Avenida Dumont Villares" (16 de novembro). O aumento
no movimento da casa foi surpreendente no fim de semana, na véspera e no
próprio feriado, o que nos estimula a buscar cada vez mais diferencial
e excelência em nossos serviços. Cassio Piccolo
Pousadas
Gostaríamos de agradecer a matéria
"Pé na estrada" (9 de novembro). A credibilidade de Vejinha, aliada
ao contexto da reportagem, sem dúvida serviu para divulgar nosso hotel
e nos proporcionar os hóspedes maravilhosos que estamos recebendo. Daniela
Reis Hotel Fazenda do Mestre 
Quem
sou eu
Mario
Rodrigues
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Primeira-dama
do estado, Maria Lúcia Ribeiro Alckmin, a dona Lu, é presidente
do Fundo Social de Solidariedade de São Paulo. Desde o início do
mandato do governador Geraldo Alckmin, em 2001, ela já visitou mais de
400 municípios. Lançado nesta semana, o livro Seis Lições
de Solidariedade com Lu Alckmin, escrito pelo secretário estadual de
Educação, Gabriel Chalita, aborda passagens da vida pública
e privada da primeira-dama como a decisão de dar à filha
mais velha o nome da boneca de que mais gostava, Sophia.
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