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30 de novembro de 2005
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A OPINIÃO DO LEITOR

 
"Eu me diverti muito lendo a reportagem. Gostei da idéia do arquiteto Sig Bergamin de um dia transformar sua casa num espaço aberto ao público. Quando isso acontecer, quero visitá-la. A revista já me fez conhecer um pouco de seu interior."
Patricia Campos

 

Casa de decorador  

Parabéns pela excelente matéria e pelo enfoque positivo, simples e direto ("Lar, decorado lar", 23 de novembro). Estamos acostumados a estar sempre ao lado dos clientes para elaborar e concretizar seus sonhos. Foi um prazer mostrar um pouco de nossa casa e nosso estilo de vida.
Débora Aguiar

 

25 de Março  

Adorei a reportagem "O fenômeno da 25 de Março" (23 de novembro). Sempre fui reticente a conhecer a rua, mas acabei indo depois que uma amiga insistiu muito. Nunca mais parei. Com o tempo, aprendi a circular por lá em dias e horários em que não esteja tudo lotado.
Katy Corban  

Foi uma honra estampar mais uma vez as páginas de Veja São Paulo. Realmente a região é um fenômeno, e o movimento tem surpreendido a todos. Dados como o faturamento anual da rua, no entanto, não correspondem à realidade. A 25 de Março hoje é distribuidora para todo o Brasil de grandes marcas nacionais e internacionais. Essa é a principal razão de atualmente recebermos compradores da classe A. Eles conhecem nossa fórmula de sucesso, que combina qualidade, variedade e preço justo. Outro ponto a destacar é que a maioria das lojas é totalmente informatizada e seus funcionários, treinados. Portanto, não são os produtos falsificados que têm atraído 1 milhão de pessoas por dia à região.
Jorge Dib
Presidente da União dos Lojistas da 25 de Março e Adjacências (Univinco)  

Quero parabenizar a revista pela excelente matéria. Agradeço o reconhecimento da GJ Tecidos como um dos bons endereços de compra da região. Os 42 funcionários da loja agradecem aos repórteres Rodrigo Brancatelli e Nana Caetano.
Beth Gavião

 

Walcyr Carrasco  

Depois de ler a crônica "Ah, que memória!" (23 de novembro), lembrei-me da minha bisavó. Seus olhos eram azuis da cor do céu; mesmo com quase 90 anos eles continuavam iguaizinhos. É claro que as pessoas mudam e envelhecem, mas os olhos, porta de entrada para a alma, nunca mudam. Em vez de nos preocuparmos em relacionar o nome à pessoa, que tal ligarmos o nome aos olhos?
Sandrely Janeiro

 

Scaringella  

Conheço o trânsito de São Paulo e posso afirmar que somente duas das dez idéias de Scaringella têm possibilidade de diminuir o caos ("E agora, Scaringella?", 16 de novembro). São as propostas de números 7 (mais sinalização) e 4 (mudanças nas pistas). Mesmo assim, no caso dessa última, querer transformar a Avenida Bandeirantes numa via expressa é convidar todos os veículos que seguem para o Porto de Santos a usá-la. A proposta de colocar lombadas e floreiras parece resquício da operação belezura da gestão anterior. As demais objetivam apenas elevar a arrecadação, aprimorando e sofisticando sistemas e equipamentos. A meu ver, isso pode aumentar o grau já elevado de irritação dos motoristas com o poder público.
Idal Feferbaum
Arquiteto  

Faltaram algumas sugestões na reportagem. A CET deveria poder multar os motoristas de ônibus que, perto de terminais e em avenidas sem corredores, portam-se como donos da rua. A polícia deveria parar de fazer blitze cinematográficas em vias movimentadas no horário de pico. Por fim, que tal se os policiais não largassem as viaturas no meio da rua cada vez que averiguam uma ocorrência? Creio que ações mais simples também surtiriam efeitos no trânsito.
João Paulo Schein Fontes  

A filosofia que norteia as normas de trânsito se baseia, infelizmente, em multas. Em sua prosopopéia, o senhor Scaringella deixa claro que a CET precisa de renda para realizar reformas. O objetivo do Código de Trânsito não é simplesmente multar, mas sim disciplinar. Seria correto colocar sinais precedendo os radares em 50, 100 e 200 metros. Da forma atual, deixa transparecer uma violência contra os usuários. Além disso, quando a velocidade-limite é de 80 quilômetros por hora, por exemplo, deveria haver tolerância para os veículos que estão a até 85 quilômetros por hora.
Francisco G. Prada

Das dez idéias, somente a caça aos veículos ilegais é interessante. Esse é realmente um dos grandes problemas atuais do nosso país. As pessoas que estão dentro da lei pagam por quem não se enquadra nela. Não são multas nem equipamentos que vão desobstruir o trânsito. Deveríamos começar reeducando o motorista e o cidadão. Nada vai mudar enquanto motoqueiros andarem impunes pela contramão, enquanto ninguém obedecer aos semáforos e enquanto existirem caçambas sem iluminação fora de lugar. Melhor seria se os marronzinhos fizessem valer a lei que obriga o carro a estacionar a mais de 3 metros das esquinas, retirassem as caçambas que estão jogadas no meio das ruas e enquadrassem os motoboys. Com o tráfego obstruído pelos motivos acima não adianta colocar semáforos com QI.
Gaspar Gasparian  

Depois de ler a reportagem, tive a impressão de viver numa cidade em que as autoridades estão realmente interessadas em solucionar os problemas do trânsito. Mas logo caí na realidade ao notar que o próprio Roberto Scaringella reconhece termos passado da indigência para a pobreza. Penso que todos aqueles itens não passam de uma bela jogada de marketing. Scaringella sempre gostou de aparecer e polemizar. Todo técnico ou especialista em trânsito conhece os pontos críticos de congestionamento, mas nada é feito para solucionar os problemas. Quantos letreiros semelhantes aos das rodovias serão necessários? Fala-se muito da utilização dos palmtops pelos marronzinhos. Por que só alguns têm essa novidade? Vejo muitos deles ainda utilizando os antigos talões de multa. Scaringella já está há onze meses na presidência da CET e o que se nota é um trânsito cada vez pior.
José Demedjian

 

Coletores de lixo

A matéria "Maratonistas da limpeza" (16 de novembro) tem o mérito de chamar a atenção para uma classe trabalhadora honrada que vem sendo mais valorizada a cada dia: a dos coletores. A EcoUrbis esclarece que, ao contrário do que afirma a reportagem, não realiza varrição, pintura de sarjetas, retiradas de faixas nem limpeza de bocas-de-lobo, pois esses serviços não estão previstos no contrato de concessão. A EcoUrbis há um ano faz a coleta de resíduos domiciliares no grupamento sudeste da capital (que abrange dezoito subprefeituras das zonas Leste e Sul). A concessionária foi contratada após participação legítima em processo de licitação pública, obedecendo a todas as exigências da lei.
Gilson Moreira
Assessor de imprensa

 

Dez Motivos Para...  

Em nome de toda a equipe do Mells Burger, agradeço a citação e as fotos publicadas da lanchonete como uma das atrações dos "Dez Motivos Para... curtir as atrações da Avenida Dumont Villares" (16 de novembro). O aumento no movimento da casa foi surpreendente no fim de semana, na véspera e no próprio feriado, o que nos estimula a buscar cada vez mais diferencial e excelência em nossos serviços.
Cassio Piccolo

 

Pousadas  

Gostaríamos de agradecer a matéria "Pé na estrada" (9 de novembro). A credibilidade de Vejinha, aliada ao contexto da reportagem, sem dúvida serviu para divulgar nosso hotel e nos proporcionar os hóspedes maravilhosos que estamos recebendo.
Daniela Reis
Hotel Fazenda do Mestre

 

 

Quem sou eu

Mario Rodrigues


Primeira-dama do estado, Maria Lúcia Ribeiro Alckmin, a dona Lu, é presidente do Fundo Social de Solidariedade de São Paulo. Desde o início do mandato do governador Geraldo Alckmin, em 2001, ela já visitou mais de 400 municípios. Lançado nesta semana, o livro Seis Lições de Solidariedade com Lu Alckmin, escrito pelo secretário estadual de Educação, Gabriel Chalita, aborda passagens da vida pública e privada da primeira-dama – como a decisão de dar à filha mais velha o nome da boneca de que mais gostava, Sophia.

     
   
 
 
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