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30 de agosto de 2006
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TERRAÇO PAULISTANO

Alvaro Leme

Tosou a cabeleira, começou a faturar

 

Fotos Fernando Moraes
Michelli: "Cansei de me esconder atrás do cabelo"

Apesar de ser modelo há quatro anos, Michelli Provensi entrava e saía das passarelas como apenas um entre tantos cabides ambulantes, coitadinha. Mas os dias sem sal ficaram no passado. Tudo por causa de um corte de cabelo, acredita? Enjoada dos longos fios que batiam na cintura, ela tosou a cabeleira e, bum!, virou musa fashion com seu look Amélie Poulain. Para se ter uma idéia, na temporada passada a moça fez dezoito desfiles nacionais. Nesta, saltou para 37. "Cansei de me esconder atrás do cabelo", diz. O cachê também subiu. "Algumas marcas reclamavam de me pagar 800 reais. Agora, oferecem o dobro disso."

 

"A Lei Rouanet não é para
show de gente rica"

 

Fasano: ele e dois amigos vão bancar apresentação exclusiva de Jamie Cullum

Fã do cantor e pianista inglês Jamie Cullum, o restaurateur Rogério Fasano vai aproveitar a vinda do músico ao Brasil e fazer um show fechado no Baretto, no próximo dia 11. Será para somente sessenta pessoas, convidadas por ele e por dois amigos com quem dividiu o cachê do artista. "Jamie cobra 60.000 dólares, mas fez um desconto para nós", conta. Fasano pretende que esta seja a primeira de uma série de apresentações exclusivas, sem ingressos à venda, bancadas em parceria com amigos. "Poderia tentar captar recursos públicos e fazer um espetáculo grande, mas não acho isso certo", diz. "A Lei Rouanet não é para fazer show de gente rica, né?"

 

Arquiteto de grife

Diniz: colação de grau na Belas Artes

Herdeiro de uma das mais abonadas famílias paulistanas, Felipe Diniz é o novo arquiteto-queridinho da cidade. Nesta semana, encarou emocionado sua colação de grau na Faculdade de Belas Artes. "Sonhava com isso desde que me entendo por gente", conta. Apesar de recém-formado, Diniz já toca dois trabalhos bacanudos. Na segunda (28), abre as portas o espaço de eventos do restaurante D.O.M, que ele projetou a pedido do chef Alex Atala. De quebra, vai cuidar da ampliação da butique para meninas ricas Pelu, nos Jardins. Ser um Diniz ajuda a descolar clientes? "Talvez no futuro. Até agora, não trabalhei para nenhum parente nem amigo."

 

Vai uma taça de Morena, aí?

A chef Morena com o vinho que leva seu nome: 96 garrafas logo no primeiro dia

Colunáveis e descolados costumam se revezar pelas mesas do Capim Santo, nos Jardins. Essa turma foi em peso ao lançamento da adega que Morena Leite, chef e sócia do restaurante, inaugurou na semana passada. Dentre os 260 rótulos, nenhum fez tanto sucesso quanto o cabernet sauvignon argentino chamado... Morena. "Foi coincidência", diz ela. Logo no primeiro dia, foram servidas nada menos que oito caixas do tinto. Um feito difícil de repetir. Em dias normais, cada garrafa custará 120 reais – no evento, eram por conta da importadora. "Fiquei um pouco envaidecida", assume Morena, que por via das dúvidas tratou de abastecer sua nova adega com vinhos mais em conta.

 

Quero meu nome de volta

Selmy Yassuda
Francesca: guerra judicial com o ex


Designer de jóias badalada, a italiana Francesca Romana vive há dois anos uma guerra judicial com seu ex-marido, Fabrizio Giannone, pelo direito de continuar à frente de uma rede de lojas – quatro delas em áreas nobres de São Paulo. Na semana passada, ela conseguiu uma vitória importante. Afastada da empresa há um ano e meio, poderá agora voltar a usar o próprio nome para comercializar suas criações. "Estava confiante em que seria feita justiça", diz ela. Detalhe inusitado: Giannone também continua autorizado a usar a marca. "Essa decisão não é definitiva", diz ele, que pretende recorrer. Reconciliação, por enquanto, é uma idéia bem distante. "Desde que Francesca saiu, nossos negócios não param de crescer."

     
   
 
 
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