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TERRAÇO PAULISTANO
Alvaro Leme Tosou a cabeleira, começou
a faturar Fotos
Fernando Moraes
 | | Michelli:
"Cansei de me esconder atrás
do cabelo" |
Apesar de ser
modelo há quatro anos, Michelli Provensi entrava e saía das
passarelas como apenas um entre tantos cabides ambulantes, coitadinha. Mas os
dias sem sal ficaram no passado. Tudo por causa de um corte de cabelo, acredita?
Enjoada dos longos fios que batiam na cintura, ela tosou a cabeleira e, bum!,
virou musa fashion com seu look Amélie Poulain. Para se ter uma idéia,
na temporada passada a moça fez dezoito desfiles nacionais. Nesta, saltou
para 37. "Cansei de me esconder atrás do cabelo", diz. O cachê também
subiu. "Algumas marcas reclamavam de me pagar 800 reais. Agora, oferecem o dobro
disso." "A Lei Rouanet não é
para show de gente rica"  | | Fasano:
ele e dois amigos vão bancar apresentação exclusiva de Jamie
Cullum |
Fã do cantor e pianista
inglês Jamie Cullum, o restaurateur Rogério Fasano vai aproveitar
a vinda do músico ao Brasil e fazer um show fechado no Baretto, no próximo
dia 11. Será para somente sessenta pessoas, convidadas por ele e por dois
amigos com quem dividiu o cachê do artista. "Jamie cobra 60.000 dólares,
mas fez um desconto para nós", conta. Fasano pretende que esta seja a primeira
de uma série de apresentações exclusivas, sem ingressos à
venda, bancadas em parceria com amigos. "Poderia tentar captar recursos públicos
e fazer um espetáculo grande, mas não acho isso certo", diz. "A
Lei Rouanet não é para fazer show de gente rica, né?"
Arquiteto de
grife
 | | Diniz:
colação de grau na Belas Artes |
Herdeiro de uma das mais abonadas famílias paulistanas, Felipe Diniz
é o novo arquiteto-queridinho da cidade. Nesta semana, encarou emocionado
sua colação de grau na Faculdade de Belas Artes. "Sonhava com isso
desde que me entendo por gente", conta. Apesar de recém-formado, Diniz
já toca dois trabalhos bacanudos. Na segunda (28), abre as portas o espaço
de eventos do restaurante D.O.M, que ele projetou a pedido do chef Alex Atala.
De quebra, vai cuidar da ampliação da butique para meninas ricas
Pelu, nos Jardins. Ser um Diniz ajuda a descolar clientes? "Talvez no futuro.
Até agora, não trabalhei para nenhum parente nem amigo."
Vai uma taça de
Morena, aí?
 | | A
chef Morena com o vinho que leva seu nome: 96 garrafas logo no primeiro dia |
Colunáveis
e descolados costumam se revezar pelas mesas do Capim Santo, nos Jardins. Essa
turma foi em peso ao lançamento da adega que Morena Leite, chef
e sócia do restaurante, inaugurou na semana passada. Dentre os 260 rótulos,
nenhum fez tanto sucesso quanto o cabernet sauvignon argentino chamado... Morena.
"Foi coincidência", diz ela. Logo no primeiro dia, foram servidas nada menos
que oito caixas do tinto. Um feito difícil de repetir. Em dias normais,
cada garrafa custará 120 reais no evento, eram por conta da importadora.
"Fiquei um pouco envaidecida", assume Morena, que por via das dúvidas tratou
de abastecer sua nova adega com vinhos mais em conta. Quero
meu nome de volta
Selmy
Yassuda
 | | Francesca:
guerra judicial com o ex |
Designer
de jóias badalada, a italiana Francesca Romana vive há dois
anos uma guerra judicial com seu ex-marido, Fabrizio Giannone, pelo direito de
continuar à frente de uma rede de lojas quatro delas em áreas
nobres de São Paulo. Na semana passada, ela conseguiu uma vitória
importante. Afastada da empresa há um ano e meio, poderá agora voltar
a usar o próprio nome para comercializar suas criações. "Estava
confiante em que seria feita justiça", diz ela. Detalhe inusitado: Giannone
também continua autorizado a usar a marca. "Essa decisão não
é definitiva", diz ele, que pretende recorrer. Reconciliação,
por enquanto, é uma idéia bem distante. "Desde que Francesca saiu,
nossos negócios não param de crescer."
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