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GENTE
WASHINGTON
OLIVETTO
publicitário
Renato Chaui
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Enquanto o ano começava, ele estava trancafiado num cativeiro
no Brooklin. Ficou 53 dias seqüestrado. Parece incrível,
mas mesmo assim Olivetto considera 2002 o melhor ano de sua vida.
Ele até vai comemorar todo 2 de fevereiro, data em que terminou
seu suplício, o que chama de renascimento. "Eu
era libra, agora sou também aquariano; sou Xangô e
Iemanjá", diz ele, que reassumiu a direção
de criação da agência W/Brasil, da qual é
dono, e finalizou o livro sobre o Corinthians, que começou
a escrever durante o seqüestro. Com
a ajuda da nova orixá e do Timão, vendeu 40 000 cópias
de É Preto no Branco, parceria com Nirlando Beirão,
que desde o lançamento, em outubro, figura nas listas dos
mais vendidos.
MARCELO
SOMMER
estilista
Claudio Rossi
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O disco
voador que está na etiqueta de sua marca já diz tudo.
A moda de Sommer é uma grande viagem. Reverenciado pela descolândia
paulistana por seu estilo lúdico e irreverente, ele firmou
parcerias com gente grande. Fez uma série de jeans estilizados
para a Levi's, desenhou tênis para a Le Coq Sportif e assinou
uma linha de roupas infantis para a Estrela. Graças à
sociedade com João Paulo Diniz, ampliou a produção
e montou pontos-de-venda por todo o país. "Quase caí
do sofá quando vi o pentacampeão Ronaldo na televisão
vestindo uma camiseta minha", conta. Mas o principal feito em 2002,
para ele, foi ter realizado um sonho antigo: abrir uma loja moderníssima
na Rua Augusta.
MILÚ
VILLELA
presidente do Faça Parte, do Itaú
Cultural e do MAM
Fernando Gardinelli
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Dona de uma disposição que parece não ter fim,
ela teve mais um ano brilhante. Maior acionista individual do Banco
Itaú, presidente do Museu de Arte Moderna, do Itaú
Cultural e do Instituto Faça Parte Brasil Voluntário,
Milú vive correndo de um lado para o outro, com três
celulares ligados. "Sou uma escrava da agenda", afirma. Por ter
coordenado a campanha brasileira para o Ano Internacional do Voluntário,
considerada a melhor entre os 123 países participantes, foi
a primeira pessoa da sociedade civil a discursar na assembléia-geral
da ONU, em Nova York. "Foi emocionante, me senti em alfa", orgulha-se.
Por aqui, ela organizou importantes mostras no MAM, como a de Tarsila
do Amaral e Di Cavalcanti, encerrada na semana passada, e reinaugurou,
em maio, o Itaú Cultural, na Avenida Paulista, depois de
uma reforma de 8 milhões de reais.
MARIA
RITA MARIANO
cantora
Heudes Regis
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Filha da diva Elis Regina, ela é do tipo que dá um
passo de cada vez. "Eu sempre me pergunto: será que posso,
será que estou pronta para isso?" Aos 25 anos, depois de
cursar faculdade de comunicação em Nova York, Maria
Rita finalmente se rendeu à vocação para os
palcos e brilhou em sua primeira temporada de shows. Ao lado do
violonista Chico Pinheiro, ajudou a tornar cult os espetáculos
no intimista bar Supremo. Não incluiu Elis no repertório
e surpreendeu com voz e estilo próprios. "Sempre tive receio
de cair no lugar-comum e ser apenas a cantora filha da cantora",
explica. Enquanto prepara seu primeiro CD-solo, arranca elogios
da crítica por sua interpretação em Tristessee
Voa Bicho, gravada em dueto com Milton Nascimento.
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