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SÃO PAULO
452 ANOS ...77 variações climáticas
em um mesmo momento De acordo com um estudo da Secretaria
Municipal do Verde e do Meio Ambiente, a capital chega a registrar, em um mesmo
momento, 77 variações climáticas no seu território.
Isso quer dizer que, dependendo de onde você esteja, os termômetros
podem variar em até 10 graus. Veja abaixo quais são os bairros mais
quentes e os mais frios de São Paulo. 
...um prefeito e um governador presidenciáveis Lalo
de Almeida/Folha Imagem
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Uma administração bem avaliada à frente da cidade ou do estado
de São Paulo credencia qualquer político a sonhar em ser candidato
a presidente da República. Raras vezes, no entanto, viu-se uma situação
como a atual, em que tanto o prefeito José Serra quanto o governador
Geraldo Alckmin aparecem como possíveis candidatos ao Palácio
do Planalto. E com boas chances de vitória. Segundo a última pesquisa
do instituto Datafolha, divulgada em dezembro, Serra venceria Lula com 50% dos
votos contra 36% em um eventual segundo turno. No caso de Alckmin, o levantamento
aponta empate técnico (41% para o atual presidente contra 40% para o governador
tucano). A escolha de qual dos dois será o candidato do PSDB promete. Alckmin
anunciou que vai deixar seu cargo até o dia 1º de abril para dedicar-se
à campanha. Já Serra que havia garantido cumprir integralmente
seu mandato conta com o bom desempenho nas pesquisas de opinião
para firmar-se como a melhor opção do partido para derrotar Lula.
...um samba que só acaba quando a vela apaga
Fotos
Valeria Gonçalves/AE
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Comparado aos sambinhas tradicionais, sempre cheios de requebros, paqueras e cervejas,
o Samba da Vela, que acontece todas as segundas-feiras na Casa de Cultura de Santo
Amaro, parece até culto religioso. Em volta de uma mesa com uma vela no
centro, músicos portam instrumentos variados e alguns livrinhos. Neles,
em vez de rezas, estão impressas as letras inéditas que vão
ser cantadas pelas duas horas seguintes, tempo médio de duração
da tal vela, acesa por volta das 20h30. A roda é formada há cinco
anos e meio. Começou informalmente, quando os músicos Magnu Sousá
e Maurílio de Oliveira, do tradicional Quinteto em Branco e Preto, e os
amigos Paqüera e Chapinha se encontraram num boteco da Zona Sul, onde passaram
a tocar no improviso as composições de cada um. Não havia
hora para acabar. O repertório não estava nem na metade e já
eram 5 da manhã. Eles decidiram então tornar a reunião semanal
e, para não mais perder a hora de voltar para casa, adotaram a chama como
"relógio". O grupo, que sugere 2 reais como entrada, recebe atualmente
300 pessoas por semana. 
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