Publicidade
 
 

 
 


25 de janeiro de 2006
ESPECIAL
Portal Veja São Paulo
DEZ MOTIVOS PARA...
AS BOAS COMPRAS
MISTÉRIOS DA CIDADE
TERRAÇO PAULISTANO
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

A OPINIÃO DO LEITOR

 
"É motivo de imensa satisfação falar sobre Trancoso, onde passei várias férias e fiz muitos amigos. Achei louvável a vida de quem possui imóveis no Terravista. Infelizmente, não posso fazer parte do grupo de proprietários de casas desse charmoso condomínio. Haja dinheiro!"
Aurelino de J. Lima

 

Trancoso

Trancoso é apenas reedição do Guarujá, de Juqueí, de Angra dos Reis e de Búzios, lugares outrora paradisíacos que, ocupados predatoriamente pelos ricos, se transformaram em latrinas rodeadas por favelas ("O point hippie-chique dos paulistanos", 18 de janeiro).
Ilan Rubinsteinn

 

Rodoanel  

Parabéns à jornalista Sandra Soares pela brilhante reportagem "Vamos terminar o Rodoanel" (18 de janeiro). Os membros das ONGs estão preocupados com algumas centenas de árvores que devem ser cortadas, mas se esquecem das milhares de toneladas de gás carbônico que são jogadas diariamente na atmosfera pelos veículos que passam por São Paulo. O que se perderá com a obra é pouco em contrapartida aos benefícios que ela trará. Todas as grandes capitais do mundo têm um anel viário para desafogar o trânsito.
Daniel dos Santos  

Nascentes foram extintas no trecho oeste já construído. Além disso, a urbanização sem planejamento avança na região. A execução dessa megaobra deve ser debatida, sim, pois muito além da questão trânsito versus meio ambiente estamos decidindo que tipo de cidade deixaremos aos próximos.
Priscila Zambrini  

Eu gostaria que o Ministério Público Federal considerasse a hipótese de fazer um estudo sobre o impacto que a falta da continuidade das obras do Rodoanel provoca na estrada onde moro, a SP-23, na cidade de Mairiporã. Apesar de não pertencermos a nenhuma tribo indígena, sermos em um número bem maior que 280 e estarmos a menos de 1 quilômetro da chamada zona de impacto, acho que merecemos consideração. A SP-23 é uma rodovia de pista simples que, em alguns trechos, nem possui acostamento. Ela é percurso obrigatório para que nossas crianças cheguem à escola. A cada dia assistimos a acidentes, a maioria com vítimas.
Cristina Savian  

O Ministério Público defende os cidadãos e age pautado pela lei. Se Vejinha não concorda com as leis, deveria se dirigir aos poderes que as estabelecem. Apesar dos evidentes benefícios do Rodoanel, como cidadão quero que se respeitem os trâmites legais.
Marc Marteen

Eu não sabia do andamento do Rodoanel e agradeço à revista por me colocar em dia sobre esse assunto. Sou usuária diária do trecho para Perus e acho que a obra foi uma das melhores feitas por São Paulo.
Graça Oliveira Pires

O subtítulo "Picuinhas ambientais atrasam o início de novos trechos da obra" me causou indignação e desconforto. Fica a impressão de que as ONGs atrasam o desenvolvimento da cidade. Preservar o meio ambiente é fundamental para termos qualidade de vida, além de ser um exercício de cidadania.
Alecsander Campos Kavaguchi  

Acompanhamos a publicação da matéria e sua repercussão no site de Vejinha. Diante disso, gostaríamos de nos colocar à disposição para esclarecer as várias questões que preocupam o movimento ambientalista nesse projeto. Temos acompanhado o caso de perto e preparamos um dossiê. As grandes obras que geraram impacto negativo foram feitas dessa maneira, com a mesma pressão com que o governo está tentando acelerar o ritmo de licenciamento, sem respeitar os moldes que servem para todas as outras pessoas. Faltam estudos de alternativas. Da forma como está, o projeto entra em um programa político parecendo meta de eleição, e não um compromisso de garantir qualidade de vida à população.
Mario Mantovani, Cesar Pegoraro e Ana Ligia Scachetti
Fundação SOS Mata Atlântica

Trabalho como dentista no Pico do Jaraguá e posso afirmar que o trecho oeste do Rodoanel em nada interfere na vida das duas aldeias. A questão do embargo e dos danos ambientais se refere ao trecho sul, na região de Parelheiros, onde existem duas aldeias provavelmente ameaçadas pelas obras.
Juliano de Lima Ribeiro  

Sim, vamos terminar o Rodoanel. Mas é preciso respeitar a legislação ambiental, sob a pena de haver desnecessários custos adicionais para a sociedade. O trecho oeste foi construído e liberado ao tráfego pesado sem a observância da legislação que impõe limite de ruído. O Rodoanel destruiu a vida de milhares de pessoas que já residiam no local escolhido para a implantação das pistas. Todos têm conhecimento dessa ilegalidade e da situação de insalubridade vivida pelas pessoas que moram no seu entorno. A Dersa, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, o Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental e até o governador foram oportunamente comunicados, inúmeras vezes, por meio de correspondências protocoladas, sem nenhuma resposta ou manifestação.
Rafaella Napolitano  

Li a reportagem com revolta. Ibama, Funai, ONGs e Ministério Público interferem em favor da suposta causa verde e prejudicam a vida de milhões de paulistas e paulistanos com suas exigências descabidas. Minha sugestão: peite essa gente, governador Alckmin!
Rubens Salvador Valneiros

Tenho empresa em Embu e moro em São Paulo há doze anos. Antes do Rodoanel, eu enfrentava diariamente congestionamento de caminhões na BR-116, na entrada de Taboão da Serra. Após a liberação do trecho oeste, a quantidade de caminhões diminuiu em mais de 80%, o que resultou em ganho de tempo, qualidade de vida e melhor conservação do asfalto local. É uma obra inevitável que só trará benefícios à cidade. Sem ela o país perde.
Anderson Segalla

 

Ivan Angelo  

Agradeço a possibilidade de ler a crônica "Abandonados" (18 de janeiro). Farei esse texto correr na empresa e comentarei com amigos. Serei uma espécie de eco do desabafo de Ivan Angelo. Tenho uma filha que trincou o pé na mesma região e condição da amiga dele.
Neide Machado Pimentel Dell Acqua  

Há muito tempo tenho observado que o investimento que o cidadão faz na cidade, por meio do pagamento do IPTU, não é suficiente para eliminar situações delicadas, como as enfrentadas pelos amigos de Ivan Angelo. Cada um tem de fazer a sua parte. O munícipe, pagando seus impostos e não jogando lixo nas ruas, bueiros e rios. O governo, aplicando os recursos para os fins a que se destinam.
Tania Derisio

Cumprimento Ivan Angelo pelo brilhantismo da crônica. Eu me incluo entre os milhares de indignados com o descaso com que são tratados os bens públicos. Realmente sabemos contra quem devemos requerer a reposição dos nossos prejuízos, só que estamos desiludidos e cansados demais para fazê-lo.
Regiane Cavalcanti  

Em 2004, ao atravessar a Alameda Lorena, levei um senhor tombo. Meu joelho esquerdo foi moído. Após várias cirurgias e tratamentos, vivo à base de aplicações de um remédio suíço a cada seis meses e de várias sessões de fisioterapia. Sei que não sou a única, pois canso de ver pessoas de muleta e de bengala.
Eunice Abreu de Araujo Goes  

Aqui em Mogi das Cruzes, ando olhando para o chão a fim de não cair mais e ficar com cicatrizes. Quando vou a São Paulo, faço o mesmo. Onde será que podemos andar despreocupadamente?
Maria Conceição Stigliani

 

Roteiro da Semana  

É impressionante o alcance de Veja São Paulo na cidade de Santos. Durante a semana, todos os clientes nos parabenizaram pela crítica gastronômica de Arnaldo Lorençato sobre o restaurante La Recoleta (Litoral, 18 de janeiro).
Jorge Nunes Serôdio

 

Dez motivos para...  

Em nome da Federação Paulista de Golfe e do FPG Golf Center, gostaria de parabenizá-los pela reportagem "Dez motivos para matricular seu filho em um curso de férias" (18 de janeiro), que destacou o curso gratuito de golfe como opção para crianças. Nosso interesse sempre foi o de popularizar o esporte.
Marcio Melo

 

Walcyr Carrasco  

Muito sensível e reveladora a crônica "Ciclos" (11 de janeiro). Quando somos jovens, as manifestações de amizade e os momentos felizes parecem eternos.
Rita Fonseca  

Ao contrário de Walcyr Carrasco, aprendi a andar de bicicleta quando menina, mas vi que havia esquecido quando cheguei ao Japão. Experimentei guiar uma bicicleta, mas nem consegui coordenar sua simples engrenagem. Já viu uma pessoa esquecer como anda de bicicleta? Às vezes é assim, a gente precisa aprender de novo.
Neide Hayama

 

     
   
 
 
VEJA on-line | Veja São Paulo
copyright © Editora Abril S.A. . todos os direitos reservados