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24 de maio de 2006
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A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

A OPINIÃO DO LEITOR

 
"Minha mulher teria sido mais uma vítima do golpe se não houvesse lido a reportagem. Bandidos ligaram a cobrar na última terça-feira e fingiram ser do Corpo de Bombeiros, exatamente como descrito no texto. Teríamos passado momentos de angústia e terror."
Marco Tadeu Fanani

 

Trotes  

Conheço dezenas de pessoas que caíram no golpe descrito pela reportagem "Alô? Nós seqüestramos seu filho!" (17 de maio). Veja São Paulo mais uma vez prestou um serviço ao alertar os leitores.
Arno van Enck  

Parabéns pela brilhante reportagem. Faltou somente uma dica importante: não identificar na agenda do celular nomes como "pai", "mãe", "casa" etc. Assim, os bandidos dificilmente poderão aterrorizar os familiares.
Comendador Ary Leal Filho  

Tentaram me aplicar um trote nesta semana. Já sabendo de tal prática, desconversei e desliguei. Agora, com muito mais gente sabendo, tenho certeza de que esse tipo de extorsão vai diminuir.
Eduardo Prado  

Ligaram para minha cunhada dizendo que meu marido havia sofrido um acidente. Ela desligou o telefone e conseguiu falar com meu marido. Ao constatar que estava tudo bem, correu para a delegacia e registrou um boletim de ocorrência.
Simone Barreto Miranda

Há cerca de trinta dias, fui surpreendida com um telefonema de minha mãe, descontrolada. Quando ela se acalmou, contou que ao atender a uma ligação uma voz aterrorizante dizia que sua filha estava seqüestrada e que só seria libertada mediante depósito de 10.000 reais. No desespero, ela bateu o telefone e me ligou. Até quando ficaremos presos sob a mira do terror?
Cristina Primi

 

Walcyr Carrasco  

Li a crônica "Xixi na calça" (17 de maio) com lágrimas nos olhos. De forma simples, Walcyr Carrasco definiu bem a falta que uma mãe faz.
Solange Castro  

Lemos e interpretamos em classe a crônica da semana passada. Temos de 9 a 11 anos e muitos de nós já passamos por esse apuro. Poder dividir com nossa mãe os grandes momentos da vida é maravilhoso. A mãe é sempre amiga dos filhos, em qualquer circunstância. Ao surgir novidades boas ou ruins, pedimos conselhos a ela, que está pronta para nos acolher com seu carinho e conforto. Perguntamos a ela pois sabemos que será eternamente confiável e experiente.
Alunos da professora Daniela Razuk, 4ª série A,
da Escola Estadual Prof. Luiz Gonzaga Horta Lisboa

Campinas  

Vivi uma situação semelhante na escola. Lembro-me da humilhação e das risadas de escárnio dos amigos. A única diferença é que nessa época eu já não tinha uma mãe para me consolar. O texto me trouxe boas lembranças.
Léo Nogueira  

Tenho certeza de que todos os que não têm mãe fizeram o que eu fiz ao chegar ao fim da leitura: choraram de saudade.
Neusa Stranghette  

Depois de ler a crônica, percebi que minha mãe transformou erros em acertos, escolhas em oportunidades. Hoje, sei que sou muito importante para minhas três filhas.
Jussara Macedo  

O sentimento colocado no texto não fez concessão à pieguice. Vejo-me inteira ali, do xixi em sala de aula à última frase sobre esse impulso de partilhar com a mãe, que já não está do outro lado da linha.
Mariluce Moura  

Era exatamente da forma descrita no texto que a gente se sentia diante de uma professora brava. Passei alguns apuros iguais e, quando me tornei professora, não deixei que nenhum dos meus aluninhos sofresse esse vexame.
Eliana Aurora  

Depois de ler a crônica, senti uma forte vontade de abraçar e beijar minha mãe. Larguei o escritório e fui à casa dela só para dizer que a amo muito.
Marcos Roberto Bruno

 

O porco dos Jardins  

Devemos respeitar o gosto das pessoas. Será que a leitora Célia Putini não faz algo diferente na sua vida? Gostar de um animal é normal. Eles são mais carinhosos do que muitos seres humanos ("A Opinião do Leitor", 17 de maio).
Ramon Patreze  

Fiquei estarrecida com a agressividade da leitora Celia Putini. A intolerância é responsável pelos mais repulsivos crimes contra a humanidade. Em vez de criticar uma pessoa por compartilhar a vida com um animal de estimação, ela deveria se ocupar com atitudes mais generosas. Quem sabe assim ela se sentirá feliz.
Silvana Andrade  

Porcos são animais inteligentes e dóceis – mais até do que os cães. Desenvolvem um afeto profundo pelas pessoas com quem convivem e são ótimos companheiros. Quem possui um bicho de estimação tem o direito de conviver e circular livremente com ele. A única condição é que respeite, obviamente, normas de boa conduta e educação, tais como limpar as fezes do animal nas ruas, contê-lo de modo que não cause incômodos a terceiros e manter o ambiente em que ele vive em boas condições de higiene, assegurando assim um meio salutar para todos.
Sílvia Luiza Lakatos

 

Mistérios da Cidade  

A notícia do campeão mundial de arremesso de aviões de papel, Diniz Nunes, deveria ter sido publicada com a informação completa, haja vista que é a arte do origami que possibilita a confecção de aviões de papel ("Aviãozinho de craque", 17 de maio).
Alzira Cattony

 

Ronnie Von  

Como grande admiradora do cantor Ronnie Von, fiquei muito feliz com a reportagem "Pequeno príncipe" (10 de maio). Só achei o espaço pequeno demais. Acredito que o cantor merecia um texto maior que contasse mais detalhes de sua vida e de sua personalidade.
Alessandra Veloso

 

     
   
 
 
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