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A OPINIÃO DO LEITOR  | "Minha
mulher teria sido mais uma vítima do golpe se não houvesse lido
a reportagem. Bandidos ligaram a cobrar na última terça-feira e
fingiram ser do Corpo de Bombeiros, exatamente como descrito no texto. Teríamos
passado momentos de angústia e terror." Marco
Tadeu Fanani |
Trotes
Conheço
dezenas de pessoas que caíram no golpe descrito pela reportagem "Alô?
Nós seqüestramos seu filho!" (17 de maio). Veja São Paulo
mais uma vez prestou um serviço ao alertar os leitores. Arno
van Enck Parabéns pela brilhante
reportagem. Faltou somente uma dica importante: não identificar na agenda
do celular nomes como "pai", "mãe", "casa" etc. Assim, os bandidos dificilmente
poderão aterrorizar os familiares. Comendador Ary Leal Filho
Tentaram me aplicar um trote nesta semana.
Já sabendo de tal prática, desconversei e desliguei. Agora, com
muito mais gente sabendo, tenho certeza de que esse tipo de extorsão vai
diminuir. Eduardo Prado
Ligaram para minha cunhada dizendo que meu marido havia sofrido um acidente. Ela
desligou o telefone e conseguiu falar com meu marido. Ao constatar que estava
tudo bem, correu para a delegacia e registrou um boletim de ocorrência.
Simone Barreto Miranda Há cerca
de trinta dias, fui surpreendida com um telefonema de minha mãe, descontrolada.
Quando ela se acalmou, contou que ao atender a uma ligação uma voz
aterrorizante dizia que sua filha estava seqüestrada e que só seria
libertada mediante depósito de 10.000 reais. No desespero, ela bateu o
telefone e me ligou. Até quando ficaremos presos sob a mira do terror? Cristina
Primi Walcyr Carrasco
Li a crônica
"Xixi na calça" (17 de maio) com lágrimas nos olhos. De forma simples,
Walcyr Carrasco definiu bem a falta que uma mãe faz. Solange Castro
Lemos e interpretamos em classe a
crônica da semana passada. Temos de 9 a 11 anos e muitos de nós já
passamos por esse apuro. Poder dividir com nossa mãe os grandes momentos
da vida é maravilhoso. A mãe é sempre amiga dos filhos, em
qualquer circunstância. Ao surgir novidades boas ou ruins, pedimos conselhos
a ela, que está pronta para nos acolher com seu carinho e conforto. Perguntamos
a ela pois sabemos que será eternamente confiável e experiente.
Alunos da professora Daniela Razuk, 4ª série A, da Escola
Estadual Prof. Luiz Gonzaga Horta Lisboa Campinas
Vivi uma situação semelhante na escola. Lembro-me da humilhação
e das risadas de escárnio dos amigos. A única diferença é
que nessa época eu já não tinha uma mãe para me consolar.
O texto me trouxe boas lembranças. Léo Nogueira
Tenho certeza de que todos os que não têm
mãe fizeram o que eu fiz ao chegar ao fim da leitura: choraram de saudade.
Neusa Stranghette Depois de
ler a crônica, percebi que minha mãe transformou erros em acertos,
escolhas em oportunidades. Hoje, sei que sou muito importante para minhas três
filhas. Jussara Macedo O sentimento
colocado no texto não fez concessão à pieguice. Vejo-me inteira
ali, do xixi em sala de aula à última frase sobre esse impulso de
partilhar com a mãe, que já não está do outro lado
da linha. Mariluce Moura Era exatamente
da forma descrita no texto que a gente se sentia diante de uma professora brava.
Passei alguns apuros iguais e, quando me tornei professora, não deixei
que nenhum dos meus aluninhos sofresse esse vexame. Eliana Aurora
Depois de ler a crônica, senti uma forte
vontade de abraçar e beijar minha mãe. Larguei o escritório
e fui à casa dela só para dizer que a amo muito. Marcos Roberto
Bruno O porco dos Jardins
Devemos respeitar
o gosto das pessoas. Será que a leitora Célia Putini não
faz algo diferente na sua vida? Gostar de um animal é normal. Eles são
mais carinhosos do que muitos seres humanos ("A Opinião do Leitor", 17
de maio). Ramon Patreze Fiquei
estarrecida com a agressividade da leitora Celia Putini. A intolerância
é responsável pelos mais repulsivos crimes contra a humanidade.
Em vez de criticar uma pessoa por compartilhar a vida com um animal de estimação,
ela deveria se ocupar com atitudes mais generosas. Quem sabe assim ela se sentirá
feliz. Silvana Andrade Porcos
são animais inteligentes e dóceis mais até do que
os cães. Desenvolvem um afeto profundo pelas pessoas com quem convivem
e são ótimos companheiros. Quem possui um bicho de estimação
tem o direito de conviver e circular livremente com ele. A única condição
é que respeite, obviamente, normas de boa conduta e educação,
tais como limpar as fezes do animal nas ruas, contê-lo de modo que não
cause incômodos a terceiros e manter o ambiente em que ele vive em boas
condições de higiene, assegurando assim um meio salutar para todos. Sílvia
Luiza Lakatos Mistérios
da Cidade
A notícia do campeão mundial de arremesso de aviões de papel,
Diniz Nunes, deveria ter sido publicada com a informação completa,
haja vista que é a arte do origami que possibilita a confecção
de aviões de papel ("Aviãozinho de craque", 17 de maio). Alzira
Cattony Ronnie Von
Como grande admiradora
do cantor Ronnie Von, fiquei muito feliz com a reportagem "Pequeno príncipe"
(10 de maio). Só achei o espaço pequeno demais. Acredito que o cantor
merecia um texto maior que contasse mais detalhes de sua vida e de sua personalidade. Alessandra
Veloso 
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