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MISTÉRIOS DA CIDADE Sabe
onde fica? Fotos
Fernando Moraes
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Seis anos atrás, o fotógrafo paulistano Paulo Fridman saiu pelas
ruas da cidade para retratar pessoas comuns. Ao terminar os cliques, dava a elas
uma folha de papel em branco. "Pedia que expressassem seus sonhos e esperanças",
explica. A seguir, aplicava os textos nas imagens. Oitenta dessas montagens compõem
o painel Retratos Falantes, com 56 metros quadrados, em exposição
desde o início do mês na Estação Vila Madalena do metrô.
Ranking do escurinho Uma
pesquisa realizada, via internet, pelo Instituto QualiBest mostra a relação
dos paulistanos com a telona. Veja com que freqüência os entrevistados
dizem que vão ao cinema: 36%
pelo menos uma vez a cada três meses 28%
uma vez por mês 23%
de duas a três vezes por mês 9%
não costumam ir 4%
pelo menos uma vez por semana A tocha que nunca
se apaga
Esta pira, instalada em frente ao Monumento à Independência,
está acesa desde 7 de setembro de 1952. Funciona a gás. Manter um
fluxo constante do combustível em suas tubulações custa 3
530 reais por mês à Secretaria Municipal de Cultura. A tocha foi
construída junto com a Capela Imperial, que em 1954 recebeu os restos mortais
da imperatriz Leopoldina e, dezoito anos depois, os de dom Pedro I. Alô?
Vamos estar aprendendo...
Até o mês de junho, 6.716 funcionários da Atento, empresa
de atendimento do grupo Telefônica, não vão mais estar falando
desse jeito. Pelo menos é o que está pretendendo o projeto Caça
ao Gerundismo, iniciado há três meses para ir corrigindo o principal
vício de linguagem dos teleoperadores. Para isso, os funcionários
vêm tendo aulas de português e bem-humoradas dinâmicas em grupo
(foto). A empresa garante que o programa vai estar reduzindo o gerundismo em 80%.
Daniela
Toviansky
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Que
morrinhos são esses aí?
Os motoristas
que trafegam pela Marginal Pinheiros já devem ter notado esses morrinhos
nos canteiros que separam as vias local e expressa. Um tanto estranha, a inovação
paisagística tem uma explicação: evitar que se joguem ali
entulho e lixo. A idéia surgiu na área da subprefeitura de Santo
Amaro e desde o fim do ano passado foi adotada em outras regiões.
O taxista mais antigo da cidade Renata
Ursaia
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Ao
deixar a Guarda Civil, há sessenta anos, Bernardino Santini começou
a trabalhar como taxista em frente ao cinema Pedro II, no Vale do Anhangabaú.
Naquele tempo, dirigia um Ford 1941 e andava sempre de camisa branca e gravata
preta. "Era nosso uniforme", lembra. Hoje, aos 93 anos, continua firme ao volante
e conta que faz uma média de oito corridas por dia de segunda a quinta,
das 8 às 17 horas. Sua carta de habilitação vencerá
em março de 2007 e ele receia não conseguir renová-la. "Por
mim, continuarei trabalhando", afirma o motorista. Memória
paulistana Arquivo
Museu do Jockey Club de São Paulo
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Em 1963, o jóquei Francisco Irigoyen conduziu o cavalo "Sing Sing" à
vitória no Grande Prêmio São Paulo, realizado no hipódromo
da Cidade Jardim (foto). A corrida, que se repete desde 1923, é
considerada a mais tradicional do calendário do Jockey Club paulistano.
A edição de 2006 será neste domingo (21). Além da
prova, em 2 400 metros, os visitantes poderão ver a apresentação
da Banda do Exército Brasileiro e o desfile de carruagens puxadas por cavalos
da raça escocesa clydesdale. São esperadas mais de 5.000 pessoas
nas arquibancadas. Com reportagem
de Edison Veiga e Regina Cazzamatta Mande suas sugestões para o e-mail
misterios@abril.com.br
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