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23 de novembro de 2005
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TERRAÇO PAULISTANO
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TERRAÇO PAULISTANO

Alvaro Leme

Vão-se os lençóis, ficam as árias


Ricardo Fasanello
Rosana Lamosa, separada depois de oito anos: "Quero um tempo sozinha"

É o fim de uma era: depois de oito anos, a soprano Rosana Lamosa acaba de se separar do tenor Fernando Portari. A decisão foi tomada há duas semanas, quando atuavam na ópera Candide, de Leonard Bernstein, no Municipal. Ironicamente, faziam o papel de um casal que não dá certo. "Quero ficar um tempo sozinha", diz a diva. Carioca, ela volta a São Paulo na próxima semana para ensaiar o Te Deum, de Dvorák, com a Orquestra Sinfônica da USP. Sem ele. "Temos várias apresentações agendadas e vamos continuar juntos no palco."

 

E, além de tudo, generosa


Paschoal Rodrigues
Isabeli: neste Natal, paz e brinquedos para todos

Agraciada com formas irretocáveis, a top Isabeli Fontana esmera-se em provar que seu coração é tão bonito quanto o resto do corpo. Caridosa, já apareceu nua num calendário beneficente, quase adotou um órfão e, no próximo domingo (27), será mestre-de-cerimônias de um show que arrecadará brinquedos para crianças carentes, no Ibirapuera. Fará até um discurso sobre a importância do lúdico na infância. Prestes a se casar com o ator Henri Castelli, a modelo tem um único pedido de Natal: "A paz para todos". Assim seja.

 

O mapa das minas


Mario Rodrigues
Helena e Claudia, no "Baixo Jardins": nada de Haddock Lobo e Bela Cintra

Referência fashion das modernas paulistanas, as empresárias Helena Linhares e Claudia Tannous agora querem lugar no mapa cultural da cidade. Passaram meses batendo pernas pelo quadrilátero formado por Augusta e Nove de Julho, Paulista e Estados Unidos para criar o Guia D. Charme do Baixo Jardins. O roteiro, que será lançado no próximo sábado (26), indica desde bancas de flores até restaurantes. Tudo bem longe das reluzentes Haddock Lobo e Bela Cintra. "Listamos 85 lugares interessantes do nosso lado do bairro", conta Helena.

 

"A Betty é um mulherão"

Mario Rodrigues
Renan: estréia em alto estilo


Em seu primeiro papel no cinema, o ator paulistano Renan Gioelli, de 19 anos, sentiu-se quase um netinho no colo da vovó. Fez par romântico com a experiente Betty Faria, 45 anos mais velha que ele, em Bens Confiscados, de Carlos Reichenbach. No filme, rodado em 2003 e com estréia prevista para o dia 2, o rapaz troca beijos e tem uma noite de amor com a personagem vivida por ela. "Eu não sabia por onde começar", ele lembra. "A Betty é um mulherão." A atriz também rasga seda: "Ele foi muito bonitinho e profissional. Nem percebi que ficou nervoso".

 

Diários de dona Lu


Alexandre Schneider
Chalita: "Sou amigo da família"

Aos 36 anos, o secretário estadual da Educação, Gabriel Chalita, tem um currículo atípico. Professor de duas universidades, faz programas de rádio e televisão numa emissora católica e já vendeu 6 milhões de cópias de seus 38 livros. Isso, 38. A cifra aumenta a partir de segunda (21), quando ele lança o 39º título. Batizado de Seis Lições de Solidariedade, o livro baseia-se nos diários da primeira-dama Lu Alckmin.

Veja São Paulo – O senhor não fica constrangido de escrever um livro sobre a mulher de seu chefe, o governador Geraldo Alckmin?
Chalita – Sou amigo da família, vamos ao teatro e ao cinema juntos. Gosto do Geraldo há tempo, muito antes de ele ser chefe. Quando dona Lu me convidou para escrever o livro, eu o consultei. Ele disse que seria uma honra.

Veja São Paulo – O governador e dona Lu leram o texto antes da publicação? Pediram mudanças?
Chalita – Dona Lu leu e passou para o Geraldo. Ele não é de grandes comentários, mas quando não gosta critica. Só me disse que estava muito legal. Não houve censura.

Veja São Paulo – Que revelações sobre a primeira-dama o senhor incluiu no livro?
Chalita – Toda a narrativa é em primeira pessoa. Recuperei histórias de como ela e o marido começaram a namorar, os encontros dos dois, o primeiro baile. A perda da mãe, Renata (em 1995), também a marcou muito. Ela chorou a morte durante um ano inteiro.

     
   
 
 
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