|
Veja também |
Assista
ao vídeo de Essa Nossa Juventude |
| | MEU ESTILO Paulo
Vilhena Ator, 26 anos Marcella
Centofanti
Alexandre
Schneider
 |
Desbocado
e molecão, o ator Paulo Vilhena coleciona romances com algumas das beldades
mais desejadas do país, da recatada Sandy à enérgica Luana
Piovani. "Tenho jeito com as mulheres", explica ele, que no último dia
10 estreou a peça Essa Nossa Juventude, no Sesc Anchieta.
Sua relação com a imprensa é
tortuosa. Você já xingou e mostrou dedos. Por que tanto rancor? Quando
vou a uma festa profissionalmente, podem me fotografar à vontade. Mas,
se estou num boteco com os amigos e o cara vem tirar uma foto, não gosto.
Deve me pedir, trocar uma idéia antes. De
onde vem essa rebeldia? Quem disse que quando você vira uma pessoa
pública tem de ser legal, competente e feliz? Faço o que eu quero.
Falo o que penso e não engulo sapo. Artistas em geral fazem muita mediazinha.
Você é um bom ator? Não
me considero um grande ator, mas acho que consigo explorar bem o personagem. Tenho
alguma coisa do tal do dom, sei lá. Ganha
muita roupa? Ganho muito mais do que compro, graças a Deus. Não
gastaria 2 paus numa calça nem na porrada. Sandy,
Luana Piovani, Maryeva, Vanessa Menga, Preta Gil, Priscila Fantin. Alguma dessas
conquistas realmente balançou você? Com a Sandy foi amor mesmo.
Teve uma pureza no sentimento. É uma prova de que sexo não é
o que sustenta uma relação. O
que você faz para conquistar uma mulher? Muito pouco. Gosto de olhar,
conversar e falar a verdade, sem ficar fazendo meio-de-campo besta.
Você já mandou flores a alguém? Já
roubei e dei na hora, mas nunca mandei. Quantas
namoradas você teve? Quatro. O namoro mais longo durou dois anos
(com Sandy, Vilhena ficou oito meses). É
melhor se relacionar com mulher famosa ou com anônima? Não
sei. As anônimas têm uma preocupação a menos
com a imagem, com a roupa, com o lugar aonde vão. Você
está com alguém atualmente? Estou livre. Tento muito me apaixonar,
mas não consigo. Por quê? O
exemplo de mulher para os homens é a mãe. E a minha é perfeita.
Um Édipo assumido... A
personalidade, a força, o caráter da minha mãe são
demais. Aí você começa a sair com uma menina que na primeira
noite tem crise de ciúme. Gosto da minha liberdade. Como
você se imagina aos 40 anos? Em Bali, no Taiti ou na Austrália,
bem tranqüilo, tomando minha cerveja e pegando onda. Se possível acompanhado
de uma australiana. Ou de uma brasileira que se proponha a ir (risos).
Quando você, finalmente, vai deixar
a adolescência? Com 26 anos não dá mais para ser menino,
né? Saí de casa aos 17 para trabalhar e prosperei na carreira. Tenho
meu carro, meu apartamento no Rio e meu dinheiro. Se eu não estiver mais
feliz e cansar da brincadeira, vendo tudo e vou para o Taiti ou para Bali. Quem
sabe... O que você está
lendo atualmente? Nada. Não tenho o hábito de ler. Só
mesmo o texto da peça, quando estou ensaiando. Já é muita
coisa. |