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MEU ESTILO Roger Jogador
de futebol, 26 anos Nana Caetano
Mario
Rodrigues
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Cercado
de argentinos, o meia carioca Roger Flores é uma das novas estrelas do
Corinthians. Distribui autógrafos, posa sorridente ao lado da namorada,
Adriane Galisteu, e, apesar do pouco tempo em São Paulo, já se diz
completamente adaptado à cidade.
Como
está o assédio? Maior ou menor do que no Rio de Janeiro? Diferente.
A torcida do Fluminense, time em que joguei, é elitizada. O Corinthians
junta desde o porteiro até o magnata. Você entra num lugar e todo
mundo quer falar, torna-se íntimo. Aonde
você costuma ir? Vou jantar nos Jardins, que já conheço
bem. Gosto do Antiquarius e do novo português, o A Bela Sintra. Ou então
fico em casa lendo um bom livro. O que você
lê atualmente? O Canto da Sereia, de Nelson Motta.
A atriz Samara Felippo e a jogadora de vôlei
Leila Barros foram namoradas suas. Agora, você está praticamente
casado com a apresentadora Adriane Galisteu. Mulher só tem chance com você
se for bonita e famosa? Não. Precisa ser inteligente, companheira
e ter bom papo. Mas, olha, acredito que não vai ter mais nenhuma mulher
que me interesse... E como está
sendo morar no apartamento da Adriane? A casa passou a ser nossa,
todas as minhas coisas já estão aqui. Eu me sinto totalmente adaptado
a Higienópolis, onde moramos. Você
é ligado em moda? Depois que comecei a namorar Adriane, fiquei.
É praticamente uma obrigação. Ela
dá palpite em suas roupas? Muito. Até de manhã, quando
saio para o treino, ela abre os olhos, sonolenta, e pergunta o que estou vestindo.
Você se considera um metrossexual,
como o inglês David Beckham, jogador do Real Madrid? Eu
gosto de moda e peças ousadas, mas ainda não cheguei ao estágio
de me maquiar ou usar cremes e só corto o cabelo a cada três meses...
Você é loiro de olhos verdes,
bem diferente do estereótipo de um jogador de futebol. Tem problemas de
relacionamento com os colegas por causa disso? Nem um pouco. Vou a restaurante
bom e também a pé-de-chulé. E, se estiver num churrascão
com a boleirada, tiro a camisa, boto o boné para trás. Fui criado
na Ilha do Governador, no subúrbio carioca. Sempre guerreei pela vida.
Só fui para a Zona Sul agora, depois de ganhar dinheiro.
Você está rico? Para o Brasil, tenho
boas condições. Comprei apartamento para meu pai, minha mãe
e minha irmã e ainda tenho dinheiro aplicado. Um
gol de placa... O nascimento de minha filha (Lara, de 6 anos). Foi
a maior emoção de minha vida. |