Publicidade
 

 
 


23 de março de 2005
MODA
CIDADE
CURSO
COMIDA
MEU ESTILO
AS BOAS COMPRAS
MISTÉRIOS DA CIDADE
TERRAÇO PAULISTANO
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

MEU ESTILO

Roger
Jogador de futebol, 26 anos

Nana Caetano

Mario Rodrigues


Cercado de argentinos, o meia carioca Roger Flores é uma das novas estrelas do Corinthians. Distribui autógrafos, posa sorridente ao lado da namorada, Adriane Galisteu, e, apesar do pouco tempo em São Paulo, já se diz completamente adaptado à cidade.  

Como está o assédio? Maior ou menor do que no Rio de Janeiro?
Diferente. A torcida do Fluminense, time em que joguei, é elitizada. O Corinthians junta desde o porteiro até o magnata. Você entra num lugar e todo mundo quer falar, torna-se íntimo.  

Aonde você costuma ir?
Vou jantar nos Jardins, que já conheço bem. Gosto do Antiquarius e do novo português, o A Bela Sintra. Ou então fico em casa lendo um bom livro.

O que você lê atualmente?
O Canto da Sereia, de Nelson Motta.  

A atriz Samara Felippo e a jogadora de vôlei Leila Barros foram namoradas suas. Agora, você está praticamente casado com a apresentadora Adriane Galisteu. Mulher só tem chance com você se for bonita e famosa?
Não. Precisa ser inteligente, companheira e ter bom papo. Mas, olha, acredito que não vai ter mais nenhuma mulher que me interesse...  

E como está sendo morar no apartamento da Adriane?
A casa passou a ser nossa, todas as minhas coisas já estão aqui. Eu me sinto totalmente adaptado a Higienópolis, onde moramos.  

Você é ligado em moda?
Depois que comecei a namorar Adriane, fiquei. É praticamente uma obrigação.  

Ela dá palpite em suas roupas?
Muito. Até de manhã, quando saio para o treino, ela abre os olhos, sonolenta, e pergunta o que estou vestindo.  

Você se considera um metrossexual, como o inglês David Beckham, jogador do Real Madrid?
Eu gosto de moda e peças ousadas, mas ainda não cheguei ao estágio de me maquiar ou usar cremes e só corto o cabelo a cada três meses...  

Você é loiro de olhos verdes, bem diferente do estereótipo de um jogador de futebol. Tem problemas de relacionamento com os colegas por causa disso?
Nem um pouco. Vou a restaurante bom e também a pé-de-chulé. E, se estiver num churrascão com a boleirada, tiro a camisa, boto o boné para trás. Fui criado na Ilha do Governador, no subúrbio carioca. Sempre guerreei pela vida. Só fui para a Zona Sul agora, depois de ganhar dinheiro.  

Você está rico?
Para o Brasil, tenho boas condições. Comprei apartamento para meu pai, minha mãe e minha irmã e ainda tenho dinheiro aplicado.  

Um gol de placa...
O nascimento de minha filha (Lara, de 6 anos). Foi a maior emoção de minha vida.

     
   
 
 
VEJA on-line | Veja São Paulo
copyright © Editora Abril S.A. . todos os direitos reservados