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22 de outubro de 2003
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A OPINIÃO DO LEITOR

 

"Ser capa de Veja São Paulo é tão emocionante quanto controlar vôos. Não imaginava o tamanho da repercussão, visibilidade e
alcance da revista."

Myron José Coelho

Cumbica

Uma nova reportagem sobre o maior aeroporto da América do Sul poderia mostrar seus defeitos ("Aeroporto", 15 de outubro). Entre eles estão a sinalização confusa e a falta de manutenção no sistema de iluminação da Rodovia Hélio Smidt, de responsabilidade da Infraero.
Edson Martins

Muito oportuna a reportagem sobre o mundo de Cumbica. Há mais de vinte anos atuo na área de cirurgia plástica e cheguei a atender pacientes queimados vindos dali. Em nome do Instituto Pró-Queimados e da Sociedade Brasileira de Queimaduras – Regional São Paulo, gostaria de alertar, no entanto, para o risco de não haver mais em Guarulhos nenhum serviço especializado no atendimento a vítimas de queimaduras.
Julio Soncini

 

Walcyr Carrasco

O autêntico casamento perdeu totalmente o sentido ("Mil e uma utilidades", 15 de outubro). Está passando por transformações. Alguns casais preferem ficar juntos sem se casar. Outros se casam mas não vivem sob o mesmo teto. Quando encontro um novo casal, prefiro não fazer perguntas. É melhor ficar na minha e falar de outros assuntos.
Manuel da Lupa

 

Moda

Fiquei feliz ao ver finalmente uma reportagem sobre roupas para pessoas de manequim grande ("De 44 para cima", 15 de outubro). Só me decepcionei com o valor das peças. Gosto de me vestir bem, mas terei de continuar apelando para a boa e velha costureira, além de caçar confecções que ofereçam boas peças sem depenar suas clientes.
Adriana Gomes de Oliveira

 

Dia das Crianças

Como produtor e diretor do espetáculo O Mágico de Oz, fiquei gratificado com as inesquecíveis quatro capas que traziam os protagonistas ("Onde levar os anjinhos", 8 de outubro). São iniciativas como essa que nos motivam a encarar e enfrentar novos desafios.
Billy Bond

 

Ivan Angelo

Parabéns pela sensibilidade da crônica "Assombrações" (8 de outubro). Há muito não lia um texto tão delicado. Todos nós temos nossos fantasmas. Quem não os tem não viveu.
Silvana Dudonis

Sou dessas pessoas que às vezes são agraciadas com a visita desses fantasmas. Felizmente, não são casos de obsessão. São na verdade doces visitas que me fazem lembrar e acreditar que tudo pode ser melhor. Aparecem em períodos de pressão, stress, tumulto e parecem dizer: "Não importa o quanto a vida o pressione ou cobre, houve uma época em que você foi muito feliz e com certeza voltará a ser". Eu até arriscaria acrescentar ao texto que essas visitas são como bruma em manhãs de junho. Acariciam nossos rostos, nossos cabelos e se desfazem com o calor do sol.
Flávio Bueno

 

Mistérios da cidade

A nota sobre o bairro de Marsilac fez uma justíssima referência à memória do meu pai ("Como surgiu este nome?", 24 de setembro). Foi uma surpresa incrível.
Fernando Maia de Marsilac

 

CORREÇÃO: Diferentemente do que foi publicado, a Casa dos Sonhos Estrela cobra 10 reais de ingresso dos adultos visitantes ("Onde levar os anjinhos", 8 de outubro). Cada um tem direito de levar até três crianças gratuitamente.

 

 


ESCRITOR METIDO A MÚSICO

É assim que se autodefine o escritor e humorista Luis Fernando Verissimo, que na segunda (20) sobe ao palco do Teatro Sesc Anchieta com os companheiros da Jazz 6. Verissimo toca sax alto no show de lançamento do terceiro CD do grupo, no qual atua desde 1995. O disco A Bossa do Jazz mescla clássicos da música brasileira como Wave, Corcovado e Aquarela do Brasil a standards do jazz americano.

 
Veja também
Ouça trechos de músicas

Aquarela do Brasil
As Time Goes By
Corcovado
One More Kiss Dear
There Will Never Be Another You
Watch What Happens

 

PARENTE É SERPENTE

Paulo Goulart e Nicette Bruno reúnem os filhos Bárbara Bruno e Paulo Goulart Filho mais a neta Vanessa Goulart na montagem de Sábado, Domingo e Segunda, em cartaz no Teatro das Artes. O texto, de autoria do italiano Eduardo de Filippo, conta a história de um casal que recebe a família no fim de semana para uma típica comilança italiana. É ao redor da mesa que uma série de picuinhas vem à tona.

 
Veja também
Leia trecho da peça

 

OS NORMAIS NA TELONA

Depois de virar livro e DVD, a série Os Normais, da Rede Globo, chega aos cinemas. Os Normais – O Filme, que estréia nesta semana, volta no tempo para contar como Vani (Fernanda Torres) e Rui (Luiz Fernando Guimarães) se conheceram. A fita dirigida por José Alvarenga Jr. é mais romântica que os episódios da TV, mas mantém as esquisitices cômicas que fizeram da série um sucesso. No elenco estão também Marisa Orth e Evandro Mesquita.

 
Veja também
Trailer

 

         
     
 
 
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