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22 de junho de 2005
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A OPINIÃO DO LEITOR

 
"Neste fim de semana fui pega de surpresa por uma das mais deliciosas reportagens de Vejinha. Como puderam fazer isso com alguém que tenta a todo custo emagrecer? Aqueles doces todos tiraram meu sono. Precisavam caprichar tanto?"
Anna Lúcia França

Doces  

Gostaríamos de parabenizá-los pela deliciosa reportagem ("Tentações de A a Z", 15 de junho) e agradecê-los por nos contemplar com a letra D. As fotos estão maravilhosas e as descrições, apetitosas!
Leila e Sérgio Kuczynski
Arábia  

Foi uma iniciativa muito legal listar as melhores sobremesas da cidade. Fiquei muito feliz com a foto de nosso strudel de maçã. Obrigada pelo reconhecimento!
Tatiana Szeles
Boa Bistrô & Bem-Estar  

Adorei a última capa, está de dar água na boca. Só me surpreendi por não encontrar a deliciosa torta mil-folhas do Le Fournil do Sofitel, feita pelo chef Patrick Ferry.
Luciana Sargologos  

Como fotógrafo e sabendo das dificuldades de fotografar alimentos, quero parabenizar o colega Mário Rodrigues pelo excelente trabalho proporcionado aos leitores de Veja São Paulo com suas fotos.
Beto Iemini

 

Duelo de batutas  

Na fogueira das vaidades em que os maestros John Neschling e Roberto Minczuk se queimam, os prejudicados são os paulistanos, privados de assistir às cinco regências previamente escaladas no repertório musical de 2005 da Osesp. Não se trata de desrespeito para com os assinantes? Neschling deveria repensar a demissão de seu assistente. Não há necessidade de apagar a luz dos outros para que a própria luz brilhe.
Eugênio Leopoldo de Barros

Os maestros Neschling e Minczuk têm ótima formação e são muito batalhadores. Tudo o que eles conquistaram até hoje foi merecido. Torcemos para que continuem com sua maravilhosa trajetória, mesmo que não mais juntos ("Batuta das vaidades", 15 de junho).
Luíza Tiritan A. Xavier

A reportagem sobre o ego dos maestros Minczuk e Neschling só comprova o que tenho afirmado: o talento é inversamente proporcional à vaidade. Somando os dois, não se chega à metade de Isaac Karabtchevsky.
Benedito Dantas Chiaradia

 

Ivan Angelo

Gostaria de me solidarizar com Ivan Angelo na crônica "Calçadas perigosas" (15 de junho). Venho notando que a prefeitura tem se preocupado em fazer acessos para deficientes nas calçadas, mas não cuida da própria calçada. Só na Avenida Paes de Barros, no bairro da Mooca, os acessos foram refeitos duas vezes neste ano, enquanto muitas calçadas estão em estado precário.
Eduardo Nogueira

Se eu olho para a frente, caio porque não vejo os buracos. Se olho para o chão, esbarro em todo mundo. Quem consegue andar de salto nessas calçadas de São Paulo? Se pudesse, iria trabalhar de tênis.
Eliane Pelluchi

Faço referência à crônica intitulada "Calçadas perigosas", muito bem bolada e escrita. Só encontrei um porém: bueiros e bocas-de-lobo são, na prática, exatamente a mesma coisa.
James W. Fuchs

 

Mistérios da Cidade

O descaso com as calçadas em São Paulo não é recente. Basta observar a foto da seção Memória Paulistana (15 de junho) para ver que, em 1900, os Dumont não pensaram duas vezes e tascaram, na maior sem-cerimônia, uma rampa sobre a calçada. Pobres pedestres.
Eduardo Lazzaretti

 

Terraço Paulistano

A atriz Gabriela Duarte subiu ainda mais no meu conceito ("Cachorrinho, enquanto a cegonha não vem", 15 de junho). Fiquei feliz em saber que ela compactua com as idéias da Associação Protetora dos Animais de Ubatuba. Muito sucesso para a ONG Bicho Solto! Os bichos agradecem.
Miriam Tabarro

 

Walcyr Carrasco

Tomei a liberdade de espalhar a crônica "O selvagem" (8 de junho) para meus amigos e meus pais. Todos deveriam ler, pois fala de sonhos, estereótipos, preconceitos... Essa se tornou minha crônica predileta. Já li e reli quatro vezes! Tenho, sim, um piercing na língua. Beijar com ele é muito bom, eu garanto! Não é por causa disso que fiquei mais ou menos responsável nem deixei de ter planos de vida.
Adriana Ribeiro Teixeira

 

 

Doce repercussão

Mario Rodrigues


Impressionados com o aumento do movimento em seus estabelecimentos depois da publicação da reportagem de capa "Tentações de A a Z", restaurantes e docerias da cidade festejaram alguns números

A Leo Dolci costuma vender quarenta havanas nos fins de semana. Só no domingo (12), 150 dessas gulodices de chocolate foram pedidas no balcão

Por ser o doce mais caro da Pâtisserie Douce France, o opéra (R$ 8,40) era preparado somente nos fins de semana, quando se vendiam no máximo vinte unidades. No fim de semana da publicação da matéria, foram vendidas 150

Na Casa Santa Luzia, oitenta quindins de nozes eram comercializados por semana. Na semana passada, o número disparou para 750

Também chamado de cremino, o zabaione de massa de panetone da Di Cunto foi um sucesso de pedidos, inclusive de encomendas. A média semanal era de 120 unidades. Até quinta-feira, foram vendidos mais de 300

 

Duas tartes tatin

Heudes Régis
Mario Rodrigues

Entre as mais de 100 sobremesas selecionadas na lista inicial para compor a reportagem "Tentações de A a Z", duas eram favoritas ao título de melhor tarte tatin: uma feita no Le Chef Rouge e a outra no Massimo. Veja São Paulo identificou erroneamente a foto da torta de maçã do Le Chef Rouge (Rua Bela Cintra, 2238, Jardim Paulista, 3081-7539, e MorumbiShopping, 5181-8749) como sendo a do restaurante Massimo. Veja a receita do delicioso doce francês do Le Chef Rouge (14 reais o pedaço).

 

     
   
 
 
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