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A OPINIÃO DO LEITOR  | "Neste
fim de semana fui pega de surpresa por uma das mais deliciosas reportagens de
Vejinha. Como puderam fazer isso com alguém que tenta a todo custo
emagrecer? Aqueles doces todos tiraram meu sono. Precisavam caprichar tanto?"
Anna Lúcia França |
Doces Gostaríamos de parabenizá-los
pela deliciosa reportagem ("Tentações de A a Z", 15 de junho) e
agradecê-los por nos contemplar com a letra D. As fotos estão maravilhosas
e as descrições, apetitosas! Leila e Sérgio Kuczynski
Arábia Foi uma iniciativa muito
legal listar as melhores sobremesas da cidade. Fiquei muito feliz com a foto de
nosso strudel de maçã. Obrigada pelo reconhecimento! Tatiana
Szeles Boa Bistrô & Bem-Estar
Adorei a última capa, está de dar água na boca. Só
me surpreendi por não encontrar a deliciosa torta mil-folhas do Le Fournil
do Sofitel, feita pelo chef Patrick Ferry. Luciana Sargologos
Como fotógrafo e sabendo das dificuldades
de fotografar alimentos, quero parabenizar o colega Mário Rodrigues pelo
excelente trabalho proporcionado aos leitores de Veja São Paulo com
suas fotos. Beto Iemini Duelo
de batutas
Na fogueira das vaidades em que os maestros John Neschling e Roberto Minczuk se
queimam, os prejudicados são os paulistanos, privados de assistir às
cinco regências previamente escaladas no repertório musical de 2005
da Osesp. Não se trata de desrespeito para com os assinantes? Neschling
deveria repensar a demissão de seu assistente. Não há necessidade
de apagar a luz dos outros para que a própria luz brilhe. Eugênio
Leopoldo de Barros Os maestros Neschling e
Minczuk têm ótima formação e são muito batalhadores.
Tudo o que eles conquistaram até hoje foi merecido. Torcemos para que continuem
com sua maravilhosa trajetória, mesmo que não mais juntos ("Batuta
das vaidades", 15 de junho). Luíza Tiritan A. Xavier
A reportagem sobre o ego dos maestros Minczuk e Neschling só comprova o
que tenho afirmado: o talento é inversamente proporcional à vaidade.
Somando os dois, não se chega à metade de Isaac Karabtchevsky. Benedito
Dantas Chiaradia Ivan Angelo
Gostaria de me solidarizar com Ivan Angelo na crônica "Calçadas perigosas"
(15 de junho). Venho notando que a prefeitura tem se preocupado em fazer acessos
para deficientes nas calçadas, mas não cuida da própria calçada.
Só na Avenida Paes de Barros, no bairro da Mooca, os acessos foram refeitos
duas vezes neste ano, enquanto muitas calçadas estão em estado precário.
Eduardo Nogueira Se eu olho para a
frente, caio porque não vejo os buracos. Se olho para o chão, esbarro
em todo mundo. Quem consegue andar de salto nessas calçadas de São
Paulo? Se pudesse, iria trabalhar de tênis. Eliane Pelluchi
Faço referência à crônica
intitulada "Calçadas perigosas", muito bem bolada e escrita. Só
encontrei um porém: bueiros e bocas-de-lobo são, na prática,
exatamente a mesma coisa. James W. Fuchs Mistérios
da Cidade O descaso com as calçadas em São
Paulo não é recente. Basta observar a foto da seção
Memória Paulistana (15 de junho) para ver que, em 1900, os Dumont não
pensaram duas vezes e tascaram, na maior sem-cerimônia, uma rampa sobre
a calçada. Pobres pedestres. Eduardo Lazzaretti Terraço
Paulistano A atriz Gabriela Duarte subiu ainda mais
no meu conceito ("Cachorrinho, enquanto a cegonha não vem", 15 de junho).
Fiquei feliz em saber que ela compactua com as idéias da Associação
Protetora dos Animais de Ubatuba. Muito sucesso para a ONG Bicho Solto! Os bichos
agradecem. Miriam Tabarro Walcyr
Carrasco Tomei a liberdade de espalhar a crônica
"O selvagem" (8 de junho) para meus amigos e meus pais. Todos deveriam ler, pois
fala de sonhos, estereótipos, preconceitos... Essa se tornou minha crônica
predileta. Já li e reli quatro vezes! Tenho, sim, um piercing na língua.
Beijar com ele é muito bom, eu garanto! Não é por causa disso
que fiquei mais ou menos responsável nem deixei de ter planos de vida.
Adriana Ribeiro Teixeira 
Doce
repercussão
Mario
Rodrigues
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Impressionados
com o aumento do movimento em seus estabelecimentos depois da publicação
da reportagem de capa "Tentações de A a Z", restaurantes e docerias
da cidade festejaram alguns números
A Leo Dolci costuma vender quarenta havanas nos fins de semana. Só
no domingo (12), 150 dessas gulodices de chocolate foram pedidas no balcão
Por ser o doce mais caro da Pâtisserie Douce France, o opéra
(R$ 8,40) era preparado somente nos fins de semana, quando se vendiam no máximo
vinte unidades. No fim de semana da publicação da matéria,
foram vendidas 150
Na Casa Santa Luzia, oitenta quindins de nozes eram comercializados por
semana. Na semana passada, o número disparou para 750
Também chamado de cremino, o zabaione de massa de panetone da Di
Cunto foi um sucesso de pedidos, inclusive de encomendas. A média semanal
era de 120 unidades. Até quinta-feira, foram vendidos mais de 300
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Duas
tartes tatin Heudes
Régis
 | Mario
Rodrigues
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Entre
as mais de 100 sobremesas selecionadas na lista inicial para compor a reportagem
"Tentações de A a Z", duas eram favoritas ao título de melhor
tarte tatin: uma feita no Le Chef Rouge e a outra no Massimo. Veja São
Paulo identificou erroneamente a foto da torta de maçã do Le
Chef Rouge (Rua Bela Cintra, 2238, Jardim Paulista,
3081-7539, e MorumbiShopping,
5181-8749) como sendo a do restaurante Massimo. Veja
a receita do delicioso doce francês do Le Chef Rouge (14 reais
o pedaço). |
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