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TERRAÇO PAULISTANO
Maria Rita Alonso De Mônaco para
a Fashion Week
André
Schiliró
 | | Kelly
Piquet: férias de julho na passarela |
Alta,
magra, com cabelão até a cintura e os olhos bem verdinhos, Kelly
Piquet é a cara do pai, o tricampeão mundial de Fórmula
1 Nelson Piquet. Cara melhorada, é claro. Aos 16 anos, ela está
decidida a ganhar a vida nas passarelas. Na semana passada, veio de Mônaco,
onde mora com a mãe, a ex-modelo holandesa Sylvia Tamsma, para preparar
um book e acertar sua participação em desfiles da Fashion Week.
"Pretendo tirar as férias de julho para investir em minha carreira", diz
ela. "Acho a vida de estudante na Europa meio monótona e assim que completar
18 anos me mudo de vez para São Paulo."
De
teste em teste, ela chegou lá Fotos
Heudes Régis
 | | Bianca
Rinaldi: "Conquistei tudo sozinha" |
Esforçada
até as pontinhas do megahair, a atriz Bianca Rinaldi começou
na TV como paquita no programa da Xuxa. Virou atriz, conseguiu bons papéis
e acabou estrelando o remake de A Escrava Isaura, da Rede Record. A novela
foi bem (termina dia 29) e agora Bianca se dedica aos palcos. No mês passado,
estreou a peça infantil A Vida Íntima de Laura, baseada em
um conto de Clarice Lispector. Nas próximas semanas começa a ensaiar
outro espetáculo, ao lado de Antonio Fagundes. "Nasci e fui criada na Vila
Sônia, minha mãe era copeira do Hospital Albert Einstein e nunca
tive empurrãozinho de ninguém", diz ela. "Conquistei tudo sozinha,
vencendo testes de seleção." Cartão
vermelho bem lucrativo
André
Schiliró
 | | Avallone:
agora na Band, com rendimentos dobrados |
Vaidoso,
brigão, engraçado e dono de uma inacreditável memória
futebolística, o comentarista Roberto Avallone anda rindo à
toa. Saiu brigado da RedeTV!, mas negociou o passe com a TV Bandeirantes e duplicou
seus rendimentos, que agora devem beirar os 80.000 reais por mês. Na despedida,
tomou cartão vermelho. Ficou três horas na porta da antiga emissora,
ao lado de seus advogados, sem poder entrar. "Fui barrado, constrangido e humilhado",
afirma. "Só quis buscar um salário compatível com meu prestígio."
Na Band, Avallone comandará outra mesa-redonda e um programa esportivo
diário.
A arte de criar polêmicas
Alexandre
Schneider
 | | Srur:
instalação com remédios para a alma |
Ele é uma espécie de versão paulistana do polêmico
Christo, aquele que encheu o Central Park de portões laranja. O artista
plástico Eduardo Srur já pendurou 35 barracas de acampar
no esqueletão da Avenida Doutor Arnaldo e pôs uma âncora no
Monumento às Bandeiras. Agora, no Centro Britânico, monta
mais uma instalação. Intitulada Farmácia, a obra tem
100.000 cápsulas vazias de comprimidos. "A idéia é oferecer
remédios para a alma", diz Srur, que em sua próxima viagem artística
pretende colocar 150 caiaques no Rio Pinheiros, "tripulados" por manequins.
Estilista filhinha de papai? Eu, não
Mario
Rodrigues
 | | Carina
Duek: roupas na Daslu e Doc Dog |
Formada em moda, Carina Duek apavorava-se só de pensar que poderia
ficar conhecida como uma estilista filhinha de papai. Primogênita de Tufi
Duek, dono da Forum e da Triton, ela estagiou em grifes concorrentes, criou coleções
independentes e preparou desfiles sozinha. Agora o medo passou. Carina acaba de
entregar a marca batizada com seu nome ao grupo controlado por Tufi. Suas roupas
femininas com estilo romântico-urbano serão vendidas em multimarcas
bacanas como Daslu e Doc Dog. "Passei por um período de auto-afirmação",
diz ela. "Mas finalmente me resolvi e sinto confiança no meu trabalho."
A hamburgueria do
sushiman
Leo
Feltran
 | | Sakamoto:
"Alta gastronomia não dá dinheiro" |
Criador
de alguns dos melhores sushis de São Paulo, Jun Sakamoto prepara-se
para abrir outro restaurante. Não, o chef não montará uma
filial para servir cortes de peixe (e muito menos de salmão). Incentivado
e financiado pelos amigos Antônio e João, filhos do banqueiro Pedro
Moreira Salles, do Unibanco, Sakamoto abrirá, em julho, a Hamburgueria
Nacional. Espécie de lanchonete chique, a nova casa fica na Rua Leopoldo
Couto de Magalhães Junior. "Além de hambúrgueres, serviremos
opções bem brasileiras, como misto-quente e coxinha", adianta Sakamoto.
"É uma maneira de ganhar mais, já que alta gastronomia não
dá dinheiro."
Colaborou Arnaldo
Lorençato |