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VEJA SÃO PAULO RECOMENDA
CONCERTO
Divulgação
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| Segerstam: noite finlandesa |
ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO E LEIF
SEGERSTAM. A platéia paulistana tem nesta semana a oportunidade
de conhecer um pouquinho mais da cultura musical da Finlândia.
Sob a regência de Leif Segerstam, que esteve na mesma Sala
São Paulo em 2004 à frente da Filarmônica de
Helsinque – da qual é diretor artístico –, a Osesp
dedica três noites ao repertório daquele país.
Uma das peças pertence ao próprio maestro. Trata-se
de (pasmem!) sua 149ª sinfonia. A obra, de apenas 24 minutos,
assemelha-se na compacta duração a outra sinfonia
programada: a Sétima de Sibelius, escrita em 1924
e feita de um único movimento. O finlandês Segerstam
ainda conduz o conjunto no poema sinfônico Tapiola Op.
112, também de Sibelius, e no Concerto para Pássaros
e Flores, composto em 1972 por Einojuhani Rautavaara, autor
de peças místicas e introspectivas.
EXPOSIÇÃO
Divulgação
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| Arte de Lizárraga: a várias
mãos |
ANTONIO LIZÁRRAGA. Foi o rigor matemático
inerente à arte gráfica que permitiu a Lizárraga,
vítima de um derrame cerebral em 1983, dar continuidade à
sua produção. Ele passou a ditar os procedimentos
a assistentes, e estes, com régua e compasso, reproduziram
em papéis milimetrados as tão peculiares linhas geométricas
do mestre. O recurso serviu a pinturas, desenhos, gravuras e esculturas,
técnicas das sessenta peças do artista expostas na
Pinacoteca do Estado até 21 de maio. Lizárraga, argentino
de 81 anos naturalizado brasileiro, é lembrado também
em dezenove trabalhos em cartaz no Estúdio Buck.
TEATRO
João Caldas
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| Scapin e Baskerville: duelo acalorado |
QUANDO NIETZSCHE CHOROU. O fictício encontro do filósofo
alemão Friedrich Nietzsche com o médico austríaco
Josef Breuer transformou em best-seller o romance Quando Nietzsche
Chorou, do psiquiatra americano Irvin Yalom. Adaptada por Ulisses
Cohn e Nelson Baskerville, a história também funciona
no palco. Cassio Scapin interpreta um Nietzsche deprimido, à
beira do suicídio. Na Viena do século XIX, ele procura
a ajuda do doutor Breuer (papel de Baskerville), mentor de Freud
e atormentado por uma crise existencial. A projeção
de imagens é um dos poucos recursos cênicos utilizados.
Dirigida por Cohn, a montagem clean tem como alicerces a excelente
atuação da dupla e um embate acalorado – embora longe
de fundir a cuca – entre a filosofia e a psicanálise.
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Veja também |
Vídeo
de Quando
Nietzsche Chorou |
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