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17 de agosto de 2005
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A OPINIÃO DO LEITOR

"Nossa, quem é esse cara na capa da Vejinha? Bonitão, hein? Valeu, galera! Conseguiram me deixar bonito na foto. É por isso que eu adoro essa revista."
Fernando Meligeni

Golfe

O principal mérito da reportagem "O golfe é pop", publicada na edição 32, é o de abordar diversos aspectos do esporte e enriquecer cada um deles com dados bastante precisos e atuais. A mídia tem falado muito sobre golfe, mas poucas vezes com tanta clareza e amplitude, sem recorrer a certos estereótipos. Como o texto deixa claro, a modalidade atrai cada vez mais a classe média e tem um potencial incrível de crescimento. Os quadros com a relação de campos, centros de treinamento e itens necessários para a sua prática fazem da reportagem um guia completo para quem quer ingressar no mundo do golfe. Temos certeza de que a revista despertou esse desejo em muita gente. A Confederação Brasileira de Golfe cumprimenta Veja São Paulo pelo trabalho de primeiríssima qualidade.
Álvaro Almeida
Presidente da Confederação Brasileira de Golfe

Gostaria de parabenizá-los pela brilhante matéria e pela maneira como ela transmitiu aos leitores uma radiografia real do golfe, fugindo dos chavões tradicionais, que o tratam como um esporte de elite ou de velhos. O golfe cresce fortemente em virtude da mudança de tais paradigmas. Hoje, o grande foco de atuação na divulgação do esporte e na formação de novos adeptos está voltado para a classe média, que vem correspondendo muito e dando suas primeiras tacadas. Para quem ainda não teve a oportunidade de conhecer o golfe, a hora já chegou. Depois que começamos, é difícil parar.
Marcio de Melo
Presidente da Federação Paulista de Golfe

 

Multas

Muito esclarecedora a reportagem "O cerco aos infratores" (10 de agosto). Sabemos dos importantes serviços que a CET presta à cidade, mas, ao que tudo indica, a preocupação em reestruturar a empresa tem por finalidade tão-somente aumentar a arrecadação por meio de multas. Vemos um esforço desproporcional das autoridades em caçar motoristas infratores. Mas quando farão o mesmo para aumentar nossa segurança no trânsito? Quando instalarão radares para nos proteger nos cruzamentos? Quando instalarão câmeras inteligentes para procurar ladrões que nos assaltam em plena luz do dia? Quando colocarão fiscais para cuidar de enxames de motoboys irresponsáveis que colocam em risco a própria vida e o patrimônio e a vida de outros? Quando procurarão tecnologias de ponta que façam de nossas ruas algo decente, e não um amontoado de remendos levianamente jogados no asfalto maltratado? Os munícipes estão abandonados em meio a uma burocracia que cada vez menos atende quem sustenta o sistema.
Alexandre Monteiro

Prevejo grandes protestos, mas, com uma análise mais profunda, será possível ver que o novo sistema de punição é uma forma eficaz de aliviar problemas do trânsito caótico de São Paulo. O que não pode mais ocorrer são as maracutaias habituais para anular multas. Que palmtops e radares permitam a punição dos arrogantes membros da elite que insistem em burlar leis.
Humberto Cavaliere

Será que ocorrerão menos erros nas autuações com o uso dos palmtops? O que ainda me deixa dúvidas são anotações das placas dos automóveis em movimento. Em certa ocasião, perguntei a um funcionário da CET se a empresa realizava exames oftalmológicos periódicos, pois um pequeno desvio de miopia já é suficiente para o erro. Recebi uma negativa como resposta. Teremos de pagar e depois provar se o enquadramento foi ou não procedente. As arrecadações, como sempre, não chegam ao destino certo.
Marcia Licciardi Alberti

O uso de tecnologia para autuar infratores e promover melhorias no trânsito é louvável, mas destaco que o combate à "sensação de impunidade", como diz o senhor Roberto Scaringella, não basta. Carros com excesso de multas continuam circulando livremente. Pior: proprietários inadimplentes deixam de pagar, além das multas, IPVA e DPVAT (seguro obrigatório). De outro lado, quem cumpre as leis é punido com a deficiência da sinalização, a falta de orientação e o congestionamento. Onde foram aplicados os recursos gerados com as multas nos últimos anos? O Código de Trânsito determina que sejam aplicados no próprio setor. Baseado agora no trabalho de Veja São Paulo, estou cobrando mais uma vez explicações do presidente da CET.
Adilson Amadeu
Vereador do PTB e vice-presidente da Comissão de Trânsito e Transportes da Câmara Municipal de SP

Sou contra a indústria da multa alimentada pela fixação de limites muito baixos e fora da realidade. Sugiro que a CET padronize os limites de velocidade em 90 quilômetros por hora em avenidas e em 70 quilômetros por hora em todas as outras ruas. Avenidas com variações de limite conforme o trecho só servem para confundir o motorista. Se houver vontade política e recursos, aparentemente a CET tem competência técnica e gerencial para administrar o trânsito de São Paulo.
Antonio Carlos Novaes Romeu

 

Ivan Angelo

A crônica "Sofá entalado" (10 de agosto) me fez lembrar de outros aproveitadores. Do pedreiro que cobra a mais porque teve de fazer reparos que não foram combinados. Do pintor que cobra a mais porque a parede estava muito mofada. Do encanador que cobra a mais porque teve de arrumar o cano que ele estourou para consertar a torneira. Mas tudo isso é culpa de nossa impaciência e ingenuidade, pois deveríamos fazer contrato até para o chaveiro trocar a fechadura. Ele é capaz de cobrar para abrir a porta e testar se o seu serviço ficou bom.
Petuel Preda

 

Vinil

Finalmente uma reportagem legal sobre os amados, cultuados e eternos "bolachões" ("A tribo do vinil", 10 de agosto). Nós, de Santo André, já temos um espaço cultural na cidade. Uma vez por mês acontece a Feira do Vinil no Paço Municipal de Santo André, onde podemos exibir, trocar, vender e curtir o bom e velho vinil. A próxima será no sábado (20).
Silvio Piu

 

Mesas

Gostaríamos de agradecer pela reportagem "Mesas fashion" (3 de agosto). Adoramos ter feito parte de Veja São Paulo. Diversos clientes de nossa loja, a Loáh, nos procuraram após a publicação.
Beia Lunardelli, Karina Tavares e Camila Giusti

 

Walcyr Carrasco

Passei muitos anos na terapia para aprender, mas uma hora a ficha caiu. Não vou a festas para agradar a pessoas, não ouço mais lamúrias ao telefone (a menos que a amiga também me ouça) e não aturo mais ninguém fumando. Como sou cantora, já cheguei a proibir que fumassem no show, mas quase fui massacrada por um doido. Às vezes, tenho de cantar engolindo fumaça. São os micos da vida ("A hora de dizer não", 3 de agosto).
Ruthe London

     
   
 
 
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