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A OPINIÃO DO LEITOR
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"Nossa, quem é esse cara na capa
da Vejinha? Bonitão, hein? Valeu, galera! Conseguiram me deixar
bonito na foto. É por isso que eu adoro essa revista."
Fernando Meligeni |
Golfe
O principal mérito da
reportagem "O golfe é pop", publicada na edição
32, é o de abordar diversos aspectos do esporte e
enriquecer cada um deles com dados bastante precisos e atuais. A
mídia tem falado muito sobre golfe, mas poucas vezes com
tanta clareza e amplitude, sem recorrer a certos estereótipos.
Como o texto deixa claro, a modalidade atrai cada vez mais a classe
média e tem um potencial incrível de crescimento.
Os quadros com a relação de campos, centros de treinamento
e itens necessários para a sua prática fazem da reportagem
um guia completo para quem quer ingressar no mundo do golfe. Temos
certeza de que a revista despertou esse desejo em muita gente. A
Confederação Brasileira de Golfe cumprimenta Veja
São Paulo pelo trabalho de primeiríssima qualidade.
Álvaro Almeida
Presidente da Confederação Brasileira de Golfe
Gostaria de parabenizá-los
pela brilhante matéria e pela maneira como ela transmitiu
aos leitores uma radiografia real do golfe, fugindo dos chavões
tradicionais, que o tratam como um esporte de elite ou de velhos.
O golfe cresce fortemente em virtude da mudança de tais paradigmas.
Hoje, o grande foco de atuação na divulgação
do esporte e na formação de novos adeptos está
voltado para a classe média, que vem correspondendo muito
e dando suas primeiras tacadas. Para quem ainda não teve
a oportunidade de conhecer o golfe, a hora já chegou. Depois
que começamos, é difícil parar.
Marcio de Melo
Presidente da Federação Paulista de Golfe
Multas
Muito esclarecedora a reportagem
"O cerco aos infratores" (10 de agosto). Sabemos dos importantes
serviços que a CET presta à cidade, mas, ao que tudo
indica, a preocupação em reestruturar a empresa tem
por finalidade tão-somente aumentar a arrecadação
por meio de multas. Vemos um esforço desproporcional das
autoridades em caçar motoristas infratores. Mas quando farão
o mesmo para aumentar nossa segurança no trânsito?
Quando instalarão radares para nos proteger nos cruzamentos?
Quando instalarão câmeras inteligentes para procurar
ladrões que nos assaltam em plena luz do dia? Quando colocarão
fiscais para cuidar de enxames de motoboys irresponsáveis
que colocam em risco a própria vida e o patrimônio
e a vida de outros? Quando procurarão tecnologias de ponta
que façam de nossas ruas algo decente, e não um amontoado
de remendos levianamente jogados no asfalto maltratado? Os munícipes
estão abandonados em meio a uma burocracia que cada vez menos
atende quem sustenta o sistema.
Alexandre Monteiro
Prevejo grandes protestos, mas,
com uma análise mais profunda, será possível
ver que o novo sistema de punição é uma forma
eficaz de aliviar problemas do trânsito caótico de
São Paulo. O que não pode mais ocorrer são
as maracutaias habituais para anular multas. Que palmtops e radares
permitam a punição dos arrogantes membros da elite
que insistem em burlar leis.
Humberto Cavaliere
Será que ocorrerão
menos erros nas autuações com o uso dos palmtops?
O que ainda me deixa dúvidas são anotações
das placas dos automóveis em movimento. Em certa ocasião,
perguntei a um funcionário da CET se a empresa realizava
exames oftalmológicos periódicos, pois um pequeno
desvio de miopia já é suficiente para o erro. Recebi
uma negativa como resposta. Teremos de pagar e depois provar se
o enquadramento foi ou não procedente. As arrecadações,
como sempre, não chegam ao destino certo.
Marcia Licciardi Alberti
O uso de tecnologia para autuar
infratores e promover melhorias no trânsito é louvável,
mas destaco que o combate à "sensação de impunidade",
como diz o senhor Roberto Scaringella, não basta. Carros
com excesso de multas continuam circulando livremente. Pior: proprietários
inadimplentes deixam de pagar, além das multas, IPVA e DPVAT
(seguro obrigatório). De outro lado, quem cumpre as leis
é punido com a deficiência da sinalização,
a falta de orientação e o congestionamento. Onde foram
aplicados os recursos gerados com as multas nos últimos anos?
O Código de Trânsito determina que sejam aplicados
no próprio setor. Baseado agora no trabalho de Veja São
Paulo, estou cobrando mais uma vez explicações
do presidente da CET.
Adilson Amadeu
Vereador do PTB e vice-presidente da Comissão de Trânsito
e Transportes da Câmara Municipal de SP
Sou contra a indústria
da multa alimentada pela fixação de limites muito
baixos e fora da realidade. Sugiro que a CET padronize os limites
de velocidade em 90 quilômetros por hora em avenidas e em
70 quilômetros por hora em todas as outras ruas. Avenidas
com variações de limite conforme o trecho só
servem para confundir o motorista. Se houver vontade política
e recursos, aparentemente a CET tem competência técnica
e gerencial para administrar o trânsito de São Paulo.
Antonio Carlos Novaes Romeu
Ivan
Angelo
A crônica "Sofá
entalado" (10 de agosto) me fez lembrar de outros aproveitadores.
Do pedreiro que cobra a mais porque teve de fazer reparos que não
foram combinados. Do pintor que cobra a mais porque a parede estava
muito mofada. Do encanador que cobra a mais porque teve de arrumar
o cano que ele estourou para consertar a torneira. Mas tudo isso
é culpa de nossa impaciência e ingenuidade, pois deveríamos
fazer contrato até para o chaveiro trocar a fechadura. Ele
é capaz de cobrar para abrir a porta e testar se o seu serviço
ficou bom.
Petuel Preda
Vinil
Finalmente uma reportagem legal
sobre os amados, cultuados e eternos "bolachões" ("A tribo
do vinil", 10 de agosto). Nós, de Santo André, já
temos um espaço cultural na cidade. Uma vez por mês
acontece a Feira do Vinil no Paço Municipal de Santo André,
onde podemos exibir, trocar, vender e curtir o bom e velho vinil.
A próxima será no sábado (20).
Silvio Piu
Mesas
Gostaríamos de agradecer
pela reportagem "Mesas fashion" (3 de agosto). Adoramos ter feito
parte de Veja São Paulo. Diversos clientes de nossa
loja, a Loáh, nos procuraram após a publicação.
Beia Lunardelli, Karina Tavares e Camila Giusti
Walcyr
Carrasco
Passei muitos anos na terapia
para aprender, mas uma hora a ficha caiu. Não vou a festas
para agradar a pessoas, não ouço mais lamúrias
ao telefone (a menos que a amiga também me ouça) e
não aturo mais ninguém fumando. Como sou cantora,
já cheguei a proibir que fumassem no show, mas quase fui
massacrada por um doido. Às vezes, tenho de cantar engolindo
fumaça. São os micos da vida ("A hora de dizer não",
3 de agosto).
Ruthe London
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