Publicidade
 
 

 
 


17 de maio de 2006
POLÍCIA
BEBIDA
IMÓVEIS
ARTE
Portal Veja São Paulo
AS BOAS COMPRAS
MISTÉRIOS DA CIDADE
MEU ESTILO
DEZ MOTIVOS PARA...
TERRAÇO PAULISTANO
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

MEU ESTILO

Marisa Monte
Cantora, 38 anos

José Flávio Júnior

Selmy Yassuda
Veja também
Comente esta reportagem
 As mensagens devem trazer nome, endereço, número da cédula de identidade e o telefone do remetente


Com dois CDs recém-lançados (Universo ao Meu Redor e Infinito Particular), a cantora carioca Marisa Monte volta à cidade para uma série de shows no Credicard Hall, a partir do dia 19. Sua última apresentação por aqui havia sido em 2001. Marisa retorna aos palcos agora que seu filho, Mano Wladimir, 3 anos, está "grandinho". Normalmente avessa a entrevistas, ela conta que se diverte fazendo tricô, que não tem paciência para comprar roupas e que prefere usar peças de brechó a modelitos de grifes badaladas.

O que você gosta de fazer em São Paulo?
Gosto de ir a lojas de música, a certos restaurantes e, principalmente, de visitar os amigos. Ir à casa deles, bater papo, ver o que estão fazendo. São Paulo é uma cidade maravilhosa para trabalhar e oferece muitas coisas para consumo cultural.

Seu filho viaja com você?
Um pouquinho. Ele já tem colégio, as suas coisas. Essa vida na estrada não é para ele. Criança precisa de rotina. Mas, num fim de semana ou outro... E não vou fazer tantos shows assim. Estou em outra fase da minha vida. Se fizer 100 shows em um ano, está mais do que bom. Mas 100 shows em seis meses, como eu fazia antes, nunca mais.

Ainda se interessa por fotografia?
Sim, fotografo. É um hobby, não tenho nenhuma pretensão. A máquina digital facilitou a vida da gente. Na época do filme, eu era do tipo que tirava fotos e nunca mandava revelá-las. Hoje em dia, é uma loucura. Nos meus shows, todo mundo fotografa. Do palco, às vezes vejo 2.000 luzinhas vermelhinhas.

Tem outros hobbies?
Gosto de ler, de ir ao cinema, de fazer tricô...

Tricô? Gosta de moda também?
Não. Eu faço de brincadeira. E corte e costura não têm a ver necessariamente com moda. Mas já fiz vestidos para usar. Na adolescência, fazia direto.

Em casa, como você se veste?
Como gente normal. Chinelo, roupas confortáveis...

Considera-se vaidosa?
Tenho vaidade com relação ao meu trabalho, de fazê-lo bonito, bem tratado. Fora disso, acho que sou normal, como qualquer moça por aí.

Há quem diga que várias cantoras copiam o seu estilo. Isso a deixa lisonjeada ou irritada?
Acho todo mundo diferente. Não vejo nenhum trabalho que queira explicitamente parecer com o meu. Quando uma cantora está começando, é natural que seja influenciada por outra. Com o tempo, isso se dilui. Ouvi muito Elis, Gal, Bethânia, Rita Lee, Carmen Miranda, Elizeth Cardoso. Elas foram importantes para a minha formação. Agora, quem eu influenciei, não sei dizer.

Você tem personal stylist?
Não. O que tenho é um figurinista, o Marcelo Olinto, que cuida das roupas que eu e minha banda usamos nos shows. No dia-a-dia, não tenho ninguém pensando nisso. É mais circunstancial. Misturo muita coisa, não tenho uma grife preferida. Gosto de usar roupas que foram da minha avó, da minha mãe.

Vai a brechó?
Vou, mas também tenho uma costureira que vem em casa. É um hábito que trago de família. Porque acho um porre ter de sair para fazer compras. É muito trabalhoso. Gosto de achar. De procurar, não gosto, não.

     
   
 
 
VEJA on-line | Veja São Paulo
copyright © Editora Abril S.A. . todos os direitos reservados