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A OPINIÃO DO LEITOR  | "Parabéns
pela reportagem sobre Gustavo Rosa, sem dúvida o mais versátil, batalhador, alegre
e simpático pintor de São Paulo. Merecedor, portanto, do grande sucesso que sempre
teve." Horacio Bernardes Neto |
Gustavo
Rosa
Foi supermerecido o espaço dedicado a Gustavo Rosa ("Desprezado pelos críticos,
adorado pelos colunáveis", 8 de junho). Sua história de sucesso
desperta a admiração de pessoas empreendedoras. O traço bem-humorado
do artista encanta todos aqueles que, a exemplo dele, procuram driblar as dificuldades
olhando para o lado colorido das coisas. Lucilia Diniz
Gustavo Rosa não é só adorado por colunáveis. Trabalho
em uma escola, tenho três filhos, sou de classe média e adoro os
quadros dele. Minha sala até merecia uma tela, mas infelizmente elas não
são acessíveis para pobres mortais. Katia Chedid
Conrado Wessel
Gostaria de agradecer a atenção dispensada
ao Prêmio Fundação Conrado Wessel de Arte, Ciência e
Cultura. Ficou excelente a reportagem "O nosso Nobel" (8 de junho). O texto mostra
muito bem a importância da premiação e dá destaque
especial aos verdadeiros merecedores de tudo aquilo que realizamos, os vencedores.
Com seus brilhantes trabalhos, eles enaltecem a qualidade da arte, da ciência
e da cultura no nosso país. José Caricatti Diretor
financeiro da Fundação Conrado Wessel Terraço
Paulistano
A megaloja de luxo da Daslu, inaugurada em São Paulo, é um empreendimento
digno de Nova York, Paris, Londres ou Roma. Para os brasileiros que não
poderão freqüentá-la, é um dos exemplos mais bem-acabados
da monumental concentração de renda deste país ("Frisson
no novo ninho da Daslu", 8 de junho). Eduardo Augusto de Campos Pires
O maquiador Saulo Fonseca foi infeliz ao dizer
que as perucas com fios lisos e aloirados dos manequins reproduzem o padrão
de beleza das clientes da loja. Encaro isso como um preconceito. Quer dizer que
uma pessoa com cabelos mais crespos e escuros não pode comprar lá? Ana
Maria dos Reis Eu esperava não
encontrar nenhuma nota ou matéria sobre a Daslu na última edição.
Ledo engano. Lamento esse excesso de notícias sobre a butique. A revista,
que aprecio muito, tem certamente assuntos mais consistentes para abordar sobre
São Paulo. José Geraldo Stetner
Já convivi com banqueiros e industriais, gente que ganha dinheiro, mas
trabalha muito para tê-lo. Em nenhum deles observei essa ânsia pelo
consumismo deslumbrado e ostentatório que Vejinha aplaude com admiração.
Pagar 17.000 reais por uma jaqueta é só para quem ganha dinheiro
com muita facilidade. Paulo Rogério Gonçalves da Costa
Mistérios da
Cidade
Bastante adequado o destaque dado ao meu Guia de Arquitetura Contemporânea
na seção Mistérios da Cidade ("Sabe onde fica?", 8 de junho).
A foto é curiosa e o texto, informativo e leve. Pessoas que me conhecem
mas não haviam sido convidadas para o lançamento do livro me ligaram
cobrando o convite. É gratificante tornar-me, mesmo que indiretamente,
notícia em um veículo que acompanho desde o início. Tenho
guardado o número 1. Fernando Serapião
Dez Motivos
A Bagda Books, situada na Rua Joaquim Floriano,
no Itaim, agradece a citação na coluna Dez Motivos para... (8 de
junho). A repercussão foi imediata e excelente. Celso e Maria Ramalho
Meu Estilo
Eu admirava o profissionalismo do fotógrafo
J.R. Duran, mas fiquei surpresa com tamanha arrogância (Meu Estilo, 1º
de junho). São Paulo, essa cidade que ele chama de "feia", abriga diferentes
povos. Há pessoas inteligentes, como Caetano Veloso, que souberam cantá-la
lindamente, e inadequadas, como Duran, que não conseguem reconhecer a diferença
entre São Paulo e outras cidades. Simone Cavallieri
Ecstasy
As reportagens feitas em raves deveriam mostrar
o que elas são: lindas festas para 10.000 pessoas que se respeitam. As
raves pregam harmonia, paz e amor. Às vezes, as autoridades fazem de nós
bodes expiatórios para todos os problemas do mundo ("A perigosa balada
do ecstasy", 25 de maio). Livie Camerlingo 
Gustavo
Rosa em campanha ambiental Na
década de 90, o artista plástico Gustavo Rosa criou o símbolo
do Núcleo União Pró-Tietê, setor de recursos hídricos
da Fundação SOS Mata Atlântica. Trata-se do peixe azul e verde
exibido ao lado. O departamento foi criado após uma campanha da fundação,
em conjunto com a Rádio Eldorado, que reuniu 1,2 milhão de nomes
num abaixo-assinado pela recuperação do Tietê. Foi um dos
maiores protestos ambientalistas já promovidos no país, resultando
no programa de despoluição realizado até hoje. O Núcleo
Pró-Tietê prossegue em suas atividades, envolvendo escolas, ONGs
e associações de bairro no trabalho de limpeza do rio mais importante
de São Paulo. "Gustavo Rosa soube traduzir como ninguém a atmosfera
da campanha", escreveu Mario Mantovani, diretor de mobilização da
SOS Mata Atlântica. |
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