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15 de junho de 2005
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A OPINIÃO DO LEITOR
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A OPINIÃO DO LEITOR

 
"Parabéns pela reportagem sobre Gustavo Rosa, sem dúvida o mais versátil, batalhador, alegre e simpático pintor de São Paulo. Merecedor, portanto, do grande sucesso que sempre teve."
Horacio Bernardes Neto

Gustavo Rosa  

Foi supermerecido o espaço dedicado a Gustavo Rosa ("Desprezado pelos críticos, adorado pelos colunáveis", 8 de junho). Sua história de sucesso desperta a admiração de pessoas empreendedoras. O traço bem-humorado do artista encanta todos aqueles que, a exemplo dele, procuram driblar as dificuldades olhando para o lado colorido das coisas.
Lucilia Diniz  

Gustavo Rosa não é só adorado por colunáveis. Trabalho em uma escola, tenho três filhos, sou de classe média e adoro os quadros dele. Minha sala até merecia uma tela, mas infelizmente elas não são acessíveis para pobres mortais.
Katia Chedid

 

Conrado Wessel  

Gostaria de agradecer a atenção dispensada ao Prêmio Fundação Conrado Wessel de Arte, Ciência e Cultura. Ficou excelente a reportagem "O nosso Nobel" (8 de junho). O texto mostra muito bem a importância da premiação e dá destaque especial aos verdadeiros merecedores de tudo aquilo que realizamos, os vencedores. Com seus brilhantes trabalhos, eles enaltecem a qualidade da arte, da ciência e da cultura no nosso país.
José Caricatti
Diretor financeiro da Fundação Conrado Wessel

 

Terraço Paulistano  

A megaloja de luxo da Daslu, inaugurada em São Paulo, é um empreendimento digno de Nova York, Paris, Londres ou Roma. Para os brasileiros que não poderão freqüentá-la, é um dos exemplos mais bem-acabados da monumental concentração de renda deste país ("Frisson no novo ninho da Daslu", 8 de junho).
Eduardo Augusto de Campos Pires 

O maquiador Saulo Fonseca foi infeliz ao dizer que as perucas com fios lisos e aloirados dos manequins reproduzem o padrão de beleza das clientes da loja. Encaro isso como um preconceito. Quer dizer que uma pessoa com cabelos mais crespos e escuros não pode comprar lá?
Ana Maria dos Reis  

Eu esperava não encontrar nenhuma nota ou matéria sobre a Daslu na última edição. Ledo engano. Lamento esse excesso de notícias sobre a butique. A revista, que aprecio muito, tem certamente assuntos mais consistentes para abordar sobre São Paulo.
José Geraldo Stetner  

Já convivi com banqueiros e industriais, gente que ganha dinheiro, mas trabalha muito para tê-lo. Em nenhum deles observei essa ânsia pelo consumismo deslumbrado e ostentatório que Vejinha aplaude com admiração. Pagar 17.000 reais por uma jaqueta é só para quem ganha dinheiro com muita facilidade.
Paulo Rogério Gonçalves da Costa

 

Mistérios da Cidade  

Bastante adequado o destaque dado ao meu Guia de Arquitetura Contemporânea na seção Mistérios da Cidade ("Sabe onde fica?", 8 de junho). A foto é curiosa e o texto, informativo e leve. Pessoas que me conhecem mas não haviam sido convidadas para o lançamento do livro me ligaram cobrando o convite. É gratificante tornar-me, mesmo que indiretamente, notícia em um veículo que acompanho desde o início. Tenho guardado o número 1.
Fernando Serapião

 

Dez Motivos  

A Bagda Books, situada na Rua Joaquim Floriano, no Itaim, agradece a citação na coluna Dez Motivos para... (8 de junho). A repercussão foi imediata e excelente.
Celso e Maria Ramalho

 

Meu Estilo  

Eu admirava o profissionalismo do fotógrafo J.R. Duran, mas fiquei surpresa com tamanha arrogância (Meu Estilo, 1º de junho). São Paulo, essa cidade que ele chama de "feia", abriga diferentes povos. Há pessoas inteligentes, como Caetano Veloso, que souberam cantá-la lindamente, e inadequadas, como Duran, que não conseguem reconhecer a diferença entre São Paulo e outras cidades.
Simone Cavallieri

 

Ecstasy  

As reportagens feitas em raves deveriam mostrar o que elas são: lindas festas para 10.000 pessoas que se respeitam. As raves pregam harmonia, paz e amor. Às vezes, as autoridades fazem de nós bodes expiatórios para todos os problemas do mundo ("A perigosa balada do ecstasy", 25 de maio).
Livie Camerlingo

 

 

Gustavo Rosa em campanha ambiental

Na década de 90, o artista plástico Gustavo Rosa criou o símbolo do Núcleo União Pró-Tietê, setor de recursos hídricos da Fundação SOS Mata Atlântica. Trata-se do peixe azul e verde exibido ao lado. O departamento foi criado após uma campanha da fundação, em conjunto com a Rádio Eldorado, que reuniu 1,2 milhão de nomes num abaixo-assinado pela recuperação do Tietê. Foi um dos maiores protestos ambientalistas já promovidos no país, resultando no programa de despoluição realizado até hoje. O Núcleo Pró-Tietê prossegue em suas atividades, envolvendo escolas, ONGs e associações de bairro no trabalho de limpeza do rio mais importante de São Paulo. "Gustavo Rosa soube traduzir como ninguém a atmosfera da campanha", escreveu Mario Mantovani, diretor de mobilização da SOS Mata Atlântica.

 

     
   
 
 
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