|
A OPINIÃO DO LEITOR
 |
"Na sua simplicidade, o empresário
Guilherme Paulus soube conquistar a confiança de milhares
de brasileiros que todos os dias percorrem céus, mares
e estradas do Brasil. Parabéns à revista."
Joaninha Alexandre |
Guilherme Paulus
Como cliente antiga da CVC, fiquei feliz com a reportagem
"O viajante profissional" (7 de dezembro). Guilherme Paulus é
mesmo muito merecedor de seu sucesso.
Rosa Barreto
Nossos governantes deveriam se espelhar na honestidade,
dignidade e competência de Guilherme Paulus.
Tana M. Almeida
Com uma empresa sólida, o senhor Guilherme
Paulus conseguiu atingir seu objetivo de fazer da CVC a maior operadora
de turismo do país. O empresário, entretanto, poderia
reduzir bastante o número de reclamações no
Procon e na Justiça se monitorasse o serviço de atendimento
ao consumidor. Ele poderia também embarcar anônimo
em um dos pacotes que oferece. Viajei pela CVC no Carnaval deste
ano e tive diversos problemas. Tentei sem sucesso o atendimento
da empresa, o que me obrigou a entrar na Justiça contra ela.
Adriano Ambrosino
Talento e persistência são virtudes
do empresário Guilherme Paulus. Com atitude e paciência,
ele administra a maior e a mais poderosa operadora de viagens do
Brasil.
Luana Giannotti
Acho bacana a reportagem sobre o sucesso do empresário,
porém a preocupação da CVC não pode
ser somente com os preços, mas também com a qualidade
de seus serviços. Hoje, por exemplo, prefiro pagar um pouco
mais caro e viajar com a garantia de que não terei problemas.
Fernanda Nascimento Pires
É bom ler matérias que mostram
o sucesso de empresas brasileiras comandadas por profissionais competentes
e bem-sucedidos como Guilherme Paulus.
Priscila Bachur
Interessante a reportagem sobre o empresário
que acompanha diversos segmentos de sua empresa e que guarda cinco
passaportes com 150 carimbos. Mas que tal o senhor Paulus implantar
um sistema de qualidade no atendimento pré e pós-viagem,
evitando tantas demandas judiciais desnecessárias?
Célia Zukerman Akerman
Tive a oportunidade de conhecer um pouco a pessoa
que viabilizou minhas tão sonhadas viagens de férias,
antes tão longe do meu alcance e hoje uma realidade da qual
não abro mão pelo menos uma vez por ano.
Ísis Yau
Mistérios da Cidade
Em nome de toda a minha família, agradeço
a nota publicada na coluna Mistérios da Cidade (Memória
Paulistana, 7 de dezembro). Ficamos emocionados com as lembranças
que fazem parte da nossa história e, principalmente, com
a pesquisa jornalística realizada pela revista, que contextualizou
a imagem nos fatos históricos do país. Esclareço,
entretanto, que houve um erro de comunicação ao identificar
a localização da loja. O primeiro endereço
da Casa Leão Joalheria, entre 1912 e 1942, foi na Rua Florêncio
de Abreu, alvo de bombardeios e saques durante a Revolução
de 1924. Posteriormente, de 1942 a 1988, a Casa Leão passou
para a Rua Miguel Couto. De lá até outubro deste ano
ficou na Alameda Ministro Rocha Azevedo. Atualmente está
na Avenida Brigadeiro Faria Lima.
Lydia Sayeg
Gostaria de agradecer a homenagem ao meu tio Rafael
e ao meu avô Bento de Abreu Sampaio Vidal ("Quem foi?", 7
de dezembro).
Luis Roberto Khanis
Fiquei impressionada com a procura à nossa
loja após a publicação da nota "O Natal da
bicharada não será mais o mesmo..." (7 de dezembro).
Recebemos cerca de vinte telefonemas na segunda-feira de pessoas
interessadas na roupinha de Papai Noel para cachorro. Vendemos doze
peças.
Viviane Cintra Almeida
Encrenquinha's Pet Shop
Walcyr Carrasco
Parece que Walcyr Carrasco falou da minha
bolsa ("Parafernália eletrônica", 7 de dezembro). Nunca
acho o que preciso nela. Quando o celular toca, que sufoco. Até
encontrá-lo, desisto! Bolsa feminina, além do celular,
tem maquiagem, óculos de sol e de grau, protetor solar, carteira,
agenda e nécessaire com objetos pessoais. Continuo usando
uma bolsa cheia de divisões que só dificultam minha
vida. Ela tem de ser enorme para comportar tudo que necessito.
Vilma Nogueira
Joan Miró
Em 1996, a Portal Galeria de Arte organizou uma
mostra com originais de gravuras, litografias, xilogravuras e livros
ilustrados por Joan Miró ("Rabiscos geniais", 7 de dezembro).
A exposição teve o nome de Miró, um Cami
Compartit. Sua abertura contou com a presença do então
governador do estado Mário Covas, que cortou a fita de inauguração
da solenidade. Mais de 3.000 pessoas visitaram a mostra.
Malvina Gelleni
Portal Galeria de Arte
Núpcias milionárias
Achei interessante a matéria "As bodas de
ouro" (30 de novembro). Todos deveriam seguir o exemplo de Athina
Hélène Roussel e Álvaro Affonso de Miranda
Neto, que pediram doações para uma creche. Se são
milionários, não precisam montar a casa com presentes
que podem comprar com grande facilidade. Athina, menina rica que
era sozinha e agora se sente em família, merece toda a felicidade
ao lado de Doda.
Silvia Neubern
Temos o direito de gastar o dinheiro que ganhamos,
mas depois de ler essa reportagem fiquei estarrecido. Os ricos e
bilionários deste impávido país gastam o dinheiro
de forma desenfreada e violenta. Tudo para agradar e chamar a atenção
da imprensa, da sociedade, dos convidados e das demais classes abastadas.
Keyne Santaniello
Ivan Angelo
As crônicas de Ivan Angelo são naturais
e representam o verdadeiro pensamento das pessoas. Ele se superou
com o texto "Velha frase" (30 de novembro). Sempre me comoveu muito
a frase do senador Rui Barbosa. Na crônica, seu uso foi fenomenal.
Que Ivan Angelo continue nos brindando com seus maravilhosos textos.
Nós, leitores, só teremos a ganhar.
Noemi Custódio
Ivan Angelo disse tudo o que penso como cidadã
brasileira e traduziu como ninguém a vergonha que temos do
nosso país. Certa ocasião, mandei imprimir o referido
texto de Rui Barbosa e o enviei a várias pessoas. A atualidade
dessas palavras faz-nos desacreditar que nosso país tenha
conserto. Infelizmente, o legado que estamos deixando para nossos
filhos é de um país sem ordem, sem lei, sem justiça,
sem educação e sem vergonha.
Clélia Mendonça Sica
|