Publicidade
 
 

 
 


14 de junho de 2006
ESPECIAL
TRÂNSITO
MEMÓRIA
VALE A VIAGEM
CIDADE
COMPORTAMENTO
BEBIDA
EVENTO
Portal Veja São Paulo
AS BOAS COMPRAS
DEZ MOTIVOS PARA...
MEU ESTILO
MISTÉRIOS DA CIDADE
TERRAÇO PAULISTANO
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
  

MEU ESTILO

Eliana
Apresentadora, 32 anos

Alvaro Leme

 
Mario Rodrigues


Veja também
Galeria de imagens
Comente esta reportagem
 As mensagens devem trazer nome, endereço, número da cédula de identidade e o telefone do remetente

Nascida numa família humilde – seu pai era zelador de um prédio nos Jardins –, a apresentadora Eliana Dedinhos, ops, Eliana Michaelichen tem, aos 32 anos, dinheiro para bancar tudo o que na infância não passava de sonho. Mas jura que nem por isso abusa do cartão de crédito. Exceto por um reloginho aqui, uma sandália acolá, ela controla os gastos com a mesma disciplina que a ajudou a emplacar na televisão. Prestes a completar quinze anos na telinha, a moça tem sido só felicidade nos últimos tempos: seu programa dominical na Record vai tão bem no ibope que chegou a ficar à frente de uma atração capitaneada por Silvio Santos, o homem que a descobriu.  

Você fica brava por ser chamada até hoje de Eliana Dedinhos?
Nunca. Imagina fazer sucesso com uma música que fala dos dedos, né? O mais legal é saber que até hoje ela é usada para treinar a coordenação motora de crianças.  

Que gosto teve ganhar de Silvio Santos no ibope?
Quando soube que competiria com meu ex-patrão, achei que não conseguiria ganhar dele. Foi uma vitória enorme, especialmente porque muita gente apostava que eu não daria certo no comando de um programa dominical.  

Por ter tido uma infância humilde, você hoje compra tudo o que lhe dá na telha?
Uma coisa de que gosto muito e antes não podia ter são relógios. Mesmo assim, demorei uns dois anos para tomar coragem de comprar um Rolex, por exemplo. Depois de tanto trabalho, vi que merecia.  

Alguma coisa faz você perder a linha nas compras?
Nada me tira do eixo. O Eduardo (Guedes, seu marido) gostaria que eu administrasse as contas dele. Sempre pondero muito, sou bem controlada. Se for liquidação de 70%, aí sim. Ou em brechós, onde eu já comprava antes de virar moda e ganhar o nome chique que usam hoje, o vintage.  

Seu closet é grande?
Já conheci maiores, viu? Sempre que compro coisas novas semelhantes a outras que já tenho, acabo doando as antigas.

Qual é sua peça preferida?
Não existe coisa melhor e mais confortável do que calças de alfaiataria. Para sair à noite, incremento a parte de cima. De dia, com uma camisetinha básica, fica linda também. É um curinga mesmo.  

O que você jamais vestiria?
Casacos de mink ou qualquer outra pele de bicho. Acho uma maldade aquela pele com uma cabecinha de raposa no ombro. É de um mau gosto tremendo. Tudo o que uso no programa é sintético.  

Já errou muito no visual?
Com cer-te-za. A cor de cabelo foi a pior gafe. Ninguém me disse que cabelo muito claro não era legal. E usei durante algum tempo, muito loiro, loiro, loiro, loiro. Às vezes vejo fotos e penso: "Meu Deus, como ninguém nunca me avisou?".

Há quem considere você brega. Como reage a esse preconceito?
Nunca tiveram coragem de me dizer isso na cara. Mas, se alguém tivesse me falado, eu teria dado ouvidos. Quando você não ouve verdades, não evolui.  

Como mantém esse corpinho com um marido cozinheiro?
No início do namoro, eu provava tudo o que ele preparava e engordei uns 3 quilos. Procuro não comer doce à noite e faço muito exercício, além de ioga quase todo dia.

     
   
 
 
VEJA on-line | Veja São Paulo
copyright © Editora Abril S.A. . todos os direitos reservados