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A
OPINIÃO DO LEITOR
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"Buenos
Aires é mesmo uma
cidade de mil encantos.
Como São Paulo, tem o fascínio
e a magia da noite e faz brilhar
os olhos do artista."
Antonio Auggusto João |
Buenos
Aires
Tinha
programado uma viagem a Buenos Aires no feriado de Páscoa
e adorei ver a reportagem falando da cidade ("Bienvenido a Buenos
Aires", 7 de abril). Guardei a revista com carinho para seguir as
dicas!
Gabriela
Junqueira
Parabéns
pela reportagem de capa sobre Buenos Aires, publicada na última
edição de Veja São Paulo. É muito
gratificante ver o restaurante Cabaña Las Lilas citado como
um dos lugares preferidos de diversas personalidades que visitam
a cidade.
Belarmino
Iglesias Filho
Proprietário
do Cabaña Las Lilas
Sou
um aficionado de Buenos Aires, mas a revista falhou ao divulgar
a cidade como "paraíso dos paulistas", sem fazer nenhuma
menção à escalada da violência que acontece
por lá. Os protestos pela morte do jovem Axel Blumberg dão
uma amostra da gravidade da situação.
Sérgio
Sesiki
Na
qualidade de leitora assídua da revista, venho cumprimentá-los
pela excelente reportagem. No entanto, estive recentemente em Buenos
Aires e observei que existem outras churrascarias muito boas e com
preços mais convidativos, como a La Caballeriza.
Célia
Zukerman Akerman
Mistérios
da Cidade
Moro
em São Paulo há dois anos e me chama a atenção
que o número de motoboys venha se multiplicando tão
rapidamente, sobretudo por causa do trânsito caótico.
É louvável a iniciativa de regulamentar a atividade
e cadastrar os profissionais do ramo. Precisamos separar o joio
do trigo. Os próprios motoboys vão agradecer por essa
atitude em um futuro breve ("Motoboys enquadrados", 7 de abril).
Maarten
van Sluys
Na
nota "Por que as rodovias têm números?" (7 de abril),
faltou dizer que há uma diferença entre os números
das estradas. Quando o final é ímpar, a estrada não
parte da capital, mas faz a interligação entre rodovias
radiais estas, sim, com final par. Nas estradas pares, o
ângulo deve ser medido no sentido horário a partir
do eixo nortesul. Conheço bem essa história
porque a ouvia desde criança: meu pai, o engenheiro Marcello
de Oliveira Borges, foi diretor do Departamento de Estradas de Rodagem
de São Paulo na época da implementação
do sistema.
Marcello
Augusto de Oliveira Borges
Agradecemos
a publicação da nota sobre a palestra sobre ginástica
cerebral ("Cursos para lá de curiosos", 24 de março).
Sem dúvida, deve-se à popularidade da revista a grande
demanda por informações e inscrições
que recebemos.
Nivia
Gomes Basile
Escola
Vesper
Walcyr
Carrasco
Li
atentamente a coluna de Walcyr Carrasco ("Menu impossível",
7 de abril) e recordei-me do almoço na casa do amigo Délio,
em Brasília. Para meu desespero, ele serviu orgulhosamente
camarão à moda americana. Infelizmente, sou alérgico
ao crustáceo. Para não o decepcionar, peguei um pedacinho
de camarão e só comi arroz com molho. Por delicadeza,
jamais falei a verdade ao amigo!
Manuel
da Lupa
Certa
vez, um amigo baiano hospedou-se em minha casa. No sábado
o levamos para comer feijoada. Em vez de agradecer, falou que feijoada
sem farinha não era feijoada. Pediu ao garçom que
trouxesse. Depois de misturar um pote de farinha no prato, sorriu
feliz e ainda disse que paulista não sabe fazer feijoada.
À noite saímos para jantar e ele pôs defeito
no peixe. Não agüentei e falei: "Da próxima vez,
traga uma marmita!".
Eliane
Pelluchi
Ivan
Angelo
Gostaria
de agradecer de todo o coração pela crônica
"Bichos urbanos" (31 de março). Diante de tantas pessoas
sem coração, Ivan Angelo nos mostrou que ainda existem
seres humanos dignos, que compreendem a situação dos
animais.
Simone
Maria Netto
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BALÉ
NO MUNICIPAL
Aos
47 anos, Angelin Preljocaj é um dos mais respeitados
coreógrafos da dança francesa. Autor de experimentações
ao som de música eletrônica, ele chega a São
Paulo nesta semana para dois eventos. Um deles é a
apresentação do Ballet Preljocaj no Sesc Vila
Mariana. Outro é a estréia de Liqueurs de
Chair (Licores da Carne), uma de suas ousadas criações,
no Teatro Municipal. A coreografia marca a primeira cena de
nu masculino nos 35 anos de atividade do Balé da Cidade.
Assista a um vídeo da companhia paulistana no site
de Veja São Paulo.
RETRATOS
DO COTIDIANO
Apesar
de ter nascido em São Paulo, Sérgio Niculitcheff
ficou conhecido a partir de uma exposição que
fez no Rio de Janeiro: a coletiva Geração
80, em 1984. Com uma obra marcada por símbolos
e ícones, o artista volta à pintura após
uma incursão por novos suportes em 2003, ele
realizou uma instalação em forma de nuvem de
espuma de poliuretano. Nas doze telas expostas na Galeria
Brito Cimino, Sérgio retrata figuras e personagens
do cotidiano. Confira imagens das obras em Vejinha
on-line.
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