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14 de abril de 2004
CULTURA
DELIVERY
AS BOAS COMPRAS
MISTÉRIOS DA CIDADE
TERRAÇO PAULISTANO
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
   

A OPINIÃO DO LEITOR

 
"Buenos Aires é mesmo uma
cidade de mil encantos.
Como São Paulo, tem o fascínio
e a magia da noite e faz brilhar
os olhos do artista."

Antonio Auggusto João

 

Buenos Aires

Tinha programado uma viagem a Buenos Aires no feriado de Páscoa e adorei ver a reportagem falando da cidade ("Bienvenido a Buenos Aires", 7 de abril). Guardei a revista com carinho para seguir as dicas!
Gabriela Junqueira  

Parabéns pela reportagem de capa sobre Buenos Aires, publicada na última edição de Veja São Paulo. É muito gratificante ver o restaurante Cabaña Las Lilas citado como um dos lugares preferidos de diversas personalidades que visitam a cidade.
Belarmino Iglesias Filho
Proprietário do Cabaña Las Lilas  

Sou um aficionado de Buenos Aires, mas a revista falhou ao divulgar a cidade como "paraíso dos paulistas", sem fazer nenhuma menção à escalada da violência que acontece por lá. Os protestos pela morte do jovem Axel Blumberg dão uma amostra da gravidade da situação.
Sérgio Sesiki  

Na qualidade de leitora assídua da revista, venho cumprimentá-los pela excelente reportagem. No entanto, estive recentemente em Buenos Aires e observei que existem outras churrascarias muito boas e com preços mais convidativos, como a La Caballeriza.
Célia Zukerman Akerman

 

Mistérios da Cidade

Moro em São Paulo há dois anos e me chama a atenção que o número de motoboys venha se multiplicando tão rapidamente, sobretudo por causa do trânsito caótico. É louvável a iniciativa de regulamentar a atividade e cadastrar os profissionais do ramo. Precisamos separar o joio do trigo. Os próprios motoboys vão agradecer por essa atitude em um futuro breve ("Motoboys enquadrados", 7 de abril).
Maarten van Sluys  

Na nota "Por que as rodovias têm números?" (7 de abril), faltou dizer que há uma diferença entre os números das estradas. Quando o final é ímpar, a estrada não parte da capital, mas faz a interligação entre rodovias radiais – estas, sim, com final par. Nas estradas pares, o ângulo deve ser medido no sentido horário a partir do eixo norte–sul. Conheço bem essa história porque a ouvia desde criança: meu pai, o engenheiro Marcello de Oliveira Borges, foi diretor do Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo na época da implementação do sistema.
Marcello Augusto de Oliveira Borges  

Agradecemos a publicação da nota sobre a palestra sobre ginástica cerebral ("Cursos para lá de curiosos", 24 de março). Sem dúvida, deve-se à popularidade da revista a grande demanda por informações e inscrições que recebemos.
Nivia Gomes Basile

Escola Vesper

 

Walcyr Carrasco

Li atentamente a coluna de Walcyr Carrasco ("Menu impossível", 7 de abril) e recordei-me do almoço na casa do amigo Délio, em Brasília. Para meu desespero, ele serviu orgulhosamente camarão à moda americana. Infelizmente, sou alérgico ao crustáceo. Para não o decepcionar, peguei um pedacinho de camarão e só comi arroz com molho. Por delicadeza, jamais falei a verdade ao amigo!
Manuel da Lupa  

Certa vez, um amigo baiano hospedou-se em minha casa. No sábado o levamos para comer feijoada. Em vez de agradecer, falou que feijoada sem farinha não era feijoada. Pediu ao garçom que trouxesse. Depois de misturar um pote de farinha no prato, sorriu feliz e ainda disse que paulista não sabe fazer feijoada. À noite saímos para jantar e ele pôs defeito no peixe. Não agüentei e falei: "Da próxima vez, traga uma marmita!".
Eliane Pelluchi

 

Ivan Angelo

Gostaria de agradecer de todo o coração pela crônica "Bichos urbanos" (31 de março). Diante de tantas pessoas sem coração, Ivan Angelo nos mostrou que ainda existem seres humanos dignos, que compreendem a situação dos animais.
Simone Maria Netto

 

 


BALÉ NO MUNICIPAL

Aos 47 anos, Angelin Preljocaj é um dos mais respeitados coreógrafos da dança francesa. Autor de experimentações ao som de música eletrônica, ele chega a São Paulo nesta semana para dois eventos. Um deles é a apresentação do Ballet Preljocaj no Sesc Vila Mariana. Outro é a estréia de Liqueurs de Chair (Licores da Carne), uma de suas ousadas criações, no Teatro Municipal. A coreografia marca a primeira cena de nu masculino nos 35 anos de atividade do Balé da Cidade. Assista a um vídeo da companhia paulistana no site de Veja São Paulo.

 

RETRATOS DO COTIDIANO

Apesar de ter nascido em São Paulo, Sérgio Niculitcheff ficou conhecido a partir de uma exposição que fez no Rio de Janeiro: a coletiva Geração 80, em 1984. Com uma obra marcada por símbolos e ícones, o artista volta à pintura após uma incursão por novos suportes – em 2003, ele realizou uma instalação em forma de nuvem de espuma de poliuretano. Nas doze telas expostas na Galeria Brito Cimino, Sérgio retrata figuras e personagens do cotidiano. Confira imagens das obras em Vejinha on-line.

         
     
 
 
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