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MISTÉRIOS DA CIDADE Sabe
onde fica? Mario
Rodrigues
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Nem
parece que é em São Paulo. Quem se aventura por este circuito de
arvorismo, aberto há dois meses na Zona Norte, encontra onze travessias
suspensas (a altura varia de 8 a 16 metros, conforme o trecho). Orientados e acompanhados
por guias da Federação de Montanhismo do Estado de São Paulo,
os corajosos têm pela frente rapel, ponte pênsil e tirolesa. O programa
é grátis e funciona de quinta a sábado, das 9h30 às
15h30, no Parque da Juventude (Avenida Zaki Narchi, 1309, Carandiru,
3241-5879), instalado na área da antiga Casa de Detenção.
Viciado em internet?
Fotos
Fernando Moraes
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Há cerca de três meses, o Instituto de Psiquiatria da USP iniciou
um estudo sobre internautas viciados. Perder a noção do tempo on-line,
deixar trabalho e relacionamentos em segundo plano, mentir a respeito das horas
conectadas e ficar irritado em períodos de abstinência são
alguns dos critérios para a avaliação da dependência.
Identificou-se? O núcleo de pesquisa está recrutando voluntários:
3069-7805. Comércio quente
Fabricantes
de lareiras comemoram: o friozinho de julho aquece o mercado paulistano. "Aumenta
em 30% a procura", diz Luiz Augusto Sanches Chocair, gerente de uma loja especializada.
A popularização também se justifica pela variedade de modelos
a gás e elétricos bem mais práticos que os antigões
a lenha. Para ter o conforto em casa, é preciso desembolsar de 1 000 a
15 000 reais. Olha essa!
São Paulo tem 47 000 ruas cerca de 16 000 quilômetros. Dessas,
6,25% (1 000 quilômetros) são de terra. E engana-se quem pensa que
a falta de pavimento é problema só da periferia: as subprefeituras
de Santana e Butantã, por exemplo, sofrem com isso. A prefeitura tem um
programa para abaixar um pouco a poeira de 300 vias até o fim do ano, ao
custo de 12 milhões de reais. Mesmo assim, ainda restarão cerca
de 950 quilômetros de ruas sem pavimentação. A
moda das bolinhas de gude | Fotos
Attilio Leone/Melhoramentos | |  |  |  |
Lavar
as mãos no restaurante japonês Yabany (foto maior), na Vila
Olímpia, pode render uma paquera. Pelo menos essa é uma das utilidades
imaginadas pela arquiteta Brunete Fraccaroli para as bolinhas de gude colocadas
na pia. "Como o lavabo fica em área comum, externa aos banheiros, elas
acabam propiciando várias brincadeiras que aproximam as pessoas", afirma.
Segundo ela, a novidade também tem uma função, digamos, prática:
disfarça a espuma e deixa o ambiente com aparência mais limpa. Brunete
não foi a única a ter essa idéia. Mais dois estabelecimentos
paulistanos o espaço de eventos Estação São
Paulo e o restaurante Focco (de cima para baixo, nas fotos menores)
têm bolinhas de gude em seus banheiros. Todos estão no livro O
Charme dos Banheiros, que a editora Melhoramentos lança na segunda
(10). Reforma milionária
Mario
Rodrigues
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Em
2004, a Igreja Nossa Senhora da Consolação iniciou uma megarreforma.
Vitrais foram trocados; instalações elétricas, modernizadas;
e o altar principal, a fachada e a sacristia, restaurados. Ainda faltam a pintura
interna e o piso. "Precisamos de mais 1,8 milhão de reais", diz o padre
Ramon Pulido, de chapéu na mão. Quanto foi investido até
o momento, ele não revela. "Isso é assunto do foro íntimo
da igreja."
Memória paulistana
Acervo
Douglas Santi
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Dressing, Santi, Magari, Ecco, Parigi, Forneria San Paolo, Yellow Giraffe, Amauri
Café, Pizza Hut e Figa. São dez bares e restaurantes que fazem do
quarteirão de 120 metros da Rua Amauri um badalado pólo gastronômico.
Tudo começou em 1979, onde hoje é o restaurante Santi. Ali, foi
inaugurado o italiano La Bettola (foto), sob o comando da chef Laura Giarelli.
Entre outros pratos, era sucesso o penne alla vodca que, depois de flambado,
recebia molho de tomate e um toque de creme de leite.
Com reportagem de Edison Veiga e Regina Cazzamatta Mande suas sugestões
para o e-mail misterios@abril.com.br
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