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10 de maio de 2006
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Editado por Wanderley Sanches

TEATRO


Divulgação
As figuras animadas do Mummenschanz: parece mágica

MUMMENSCHANZ. Criado em 1972 na Suíça, o grupo virou referência mundial do teatro de animação. Sua surpreendente técnica consiste em colorir a escuridão do palco com instigantes imagens. São bonecos, cadeiras dançantes, robôs e figuras geométricas que surgem e desaparecem em seqüência, feito mágica. Por trás do espetáculo visual e bem-humorado estão cinco artistas – os suíços Bernie Schürch e Ueli Riegg, as italianas Floriana Frassetto e Rafaella Mattioli e o francês Jakob Bentsen. Muito aplaudida em 2004, a trupe faz nova turnê pelo Brasil que inclui quatro apresentações no Teatro Municipal, de quarta (10) a sábado (13). O espetáculo 3 X 11, formado pelos melhores números do Mummenschanz em mais de três décadas de carreira, é um convite para a platéia soltar a imaginação.

 

EXPOSIÇÃO


Divulgação
Xilogravura de 1946: um olhar sobre o Porto de Santos

MÁRIO GRUBER. A gravura faz parte da vida deste múltiplo artista tanto quanto a cidade de Santos, onde ele nasceu em 1927. Mesmo quando se transferiu para São Paulo, na década de 40, e aqui realizou suas primeiras pinturas, Gruber não deixou de lado as duas predileções. Fundou logo em seguida o Clube da Gravura santista e deu início à pesquisa de variados temas e técnicas na linguagem. Sua face de gravador é destacada na individual de setenta trabalhos que o Memorial da América Latina inaugura na sexta (12). São xilogravuras, litografias e calcografias que representam o pioneirismo de Mário Gruber na arte gráfica em geral. Complementam a mostra peças de jovens gravadores, como Ernesto Bonato e Ulisses Bôscoli.

 

Veja também
Galeria de imagens

 

CONCERTO

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Sayaka Shoji: solos em Stradivarius de 1715


ORQUESTRA SINFÔNICA DA RÁDIO WDR DE COLÔNIA.
O conjunto alemão abre a temporada do Mozarteum com uma apresentação grátis neste domingo (7), no Ibirapuera. Conduzidos por seu titular, o russo Semyon Bychkov, os 110 músicos da formação fundada em 1947 executam passagens de obras famosas, como as óperas A Força do Destino e Cavalleria Rusticana. Nos dois dias seguintes, eles tocam na Sala São Paulo, com ingressos entre 70 e 250 reais. Abertura Carnaval Op. 92, de Dvorák, Concerto para Violino em Lá Menor Op. 82, de Glazunov, e a Sinfonia Nº 5 de Tchaikovsky compõem o programa de segunda (8). Na terça (9), Tchaikovsky dá lugar às Danças Sinfônicas Op. 45, de Rachmaninov. Solista da peça de Glazunov, a japonesa Sayaka Shoji, de 23 anos, exibe seus dotes em um Stradivarius de 1715.

     
   
 
 
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